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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

10 anos da partida de Dona Nancy para a vida eterna.

Dona Nancy 
“Não existem dois caminhos para a vida eterna: um para todos e outro para os que recebem um chamado especial. Todos são chamados a seguir Jesus mais de perto, a responder da melhor forma possível aos dons de Deus, a ser perfeitos em sua situação de vida. De todos Cristo espera resposta generosa e entrega total. Não espera um amor qualquer, mas o máximo amor de que somos capazes”. (padre Flávio Cavalca de Castro – na meditação do dia 15 de agosto).


Queridos irmãos

No dia 15 de agosto completaremos 10 anos da partida de d. Nancy para a vida eterna.
O que dizer sobre essa mulher maravilhosa, valorosa e com tantos predicados? Pensamos que a reflexão feita pelo padre Flávio sobre o evangelho do dia retrata d. Nancy. Ela respondeu com muito amor, desapego e generosidade aos dons recebidos de Deus.
Entregou sua vida  (junto com seu marido, dr. Pedro) em favor dos irmãos e permitiu que milhares de pessoas fossem mais felizes e procurassem fazer o mesmo.

Por isso, só podemos louvar e bendizer a Deus por nos ter dado d. Nancy. Que ela, lá do céu, olhe pelas Comunidades Nossa Senhora da Esperança e que saibamos ser cada vez mais generosos, disponíveis e confiantes na bondade e misericórdia de Deus para seguirmos seu exemplo.

No próximo Voz da Esperança vocês terão oportunidade de ver um artigo sobre d. Nancy, escritos por Cleide e Valentim, que trabalharam com ela desde o início do Movimento e foram seus grande amigos e colaboradores.

Valentim, Dona Nancy e Cleide
No nosso site www.cnse.org.br já estamos com os Documentos Normativos atualizados, graças também à colaboração de Cleide e Valentim. Assim que entrarem no site verão a chamada. Não deixem de ler e avisar seus colegiados e coordenadores de grupo. É importante manter-se atualizado sempre.

Apesar de termos respondido a cada um dos relatórios que nos chegaram, gostaríamos de agradecer a todos pelo envio e também por termos percebido um grande avanço na forma de se comunicarem conosco. A caminhada do Movimento está se solidificando, com percalços, como todas as caminhadas, mas com o olhar fixo no Senhor. Ficamos felizes. Não completamente, porém, porque, por mais que tenhamos pedido, ficamos novamente sem receber alguns. E, desculpem o desabafo, nem ao menos uma palavra de explicação.

Finalmente, palavras do Papa Francisco para os Pais, neste domingo dedicado a eles: “Os pais devem saber ser pacientes. Às vezes, não há outra coisa a fazer que não seja esperar, rezar e esperar com paciência, doçura, magnanimidade, misericórdia. Um bom pai sabe esperar e sabe perdoar.” (audiência de 4 de fevereiro de 2015).
Que Deus abençoe todos os pais e suas famílias!

Um carinhoso abraço




                                               Silvia e Chico

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

8º aniversário de falecimento de d. Nancy

Estimados Irmãos e irmãs das CNSE,

  repasso mensagem do nosso Casal Coordenador Nacional, Sílvia e Chico, sobre o aniversário de Dona Nancy, fundadora do Movimento das CNSE no Brasil.
  Pedimos as suas preces e orações pela alma de Dona Nancy e que ele continue intecedendo por nós junto a Jesus e Nossa Senhora.
  Rezemos: Senhora da Esperança, tua  alegria .......

Com carinho,

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Assunto: 8º aniversário de falecimento de d. Nancy



                                                                          Descrição: Descrição: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwb_jjs07jo56gtQAyCTUAv6Z6kpCnDA32tsIyRGSNf0SdvL-Kuf_ISJhnTjupWYLVCbl4nmzP_JvWQdPId6KqCsOYwomAX_TfBfzYi26H1sM6hSooghCnjuXeO1hEQ35-2OxZpXA7NXQY/s1600/nancyc.jpg
Queridos irmãos 
No dia 15 de agosto fará 8 anos que d. Nancy voltou para os braços do Pai.
Além das orações que certamente todos faremos, gostaríamos de partilhar com vocês algumas palavras que foram ditas por alguns de seus muitos amigos,  na Carta Mensal de novembro de 2006.
“ Dizem que a diferença entre idoso e velho é que o velho é aquele que não tem mais projetos para o futuro. D. Nancy nunca ficou velha. Em 2003, aos 94 anos, resolveu criar um novo Movimento para viúvos, viúvas e pessoas sós, que passou a ser chamado Comunidades Nossa Senhora da Esperança” ( Hélène e Peter Nadas)
“Ao ser perguntada, no programa SOS Família, na Rádio Aliança de Porto Alegre, até quando pretendia trabalhar pelo Reino de Deus, ela respondeu: ‘ Enquanto Deus me der forças’. E completou: ‘ Quando Ele abre uma porta, eu entro por ela’” ( Graça e Eduardo)
“ Percebemos nitidamente que, apesar de estar bem no Movimento das Equipes de Nossa Senhora e em sua equipe de base, sentia necessidade de mostrar para todos os que viviam o estado de vida da viuvez, a face amiga e amorosa de Cristo”. (Cleide e Valentim)
“Remontando a anos anteriores, depois que dr. Moncau, em 1982, voltou ao Pai, d. Nancy, para espanto de todos nós – ela que antes só acompanhava o marido- foi se revelando, aceitando uma palestra aqui, depois outra ali... e de repente a vimos não só falando, mas também escrevendo, habitada pelo desejo de dar a conhecer melhor não só o marido, mas os primórdios e depois a história do Movimento”.  (Monique e Gérard Duchêne)
“Esta era nossa mãe. O que se propunha a fazer, fazia.  A montanha ou a ‘penca’ de filhos não eram obstáculos, eram estímulos”. (filhos da d. Nancy)
“ D. Nancy não mostrava medo do futuro ou das coisas novas. Em reuniões, mais de uma vez, eram suas as propostas mais ousadas. Bem porque sabia manter fidelidade ao perene e inegociável.  Até os últimos meses pensava no futuro, continuava a lançar sementes, a despertar adesões a novas propostas, a incitar medrosos e acomodados” . (Padre Flávio Cavalca de Castro)
Para finalizar, e pedindo a Deus que tenhamos a coragem de seguir seu exemplo, transcrevemos as palavras de Hélène e Peter: “ sabemos que de onde ela está pensa em nós que estamos nas ENS e nas CNSE. Por isso, não nos sentimos realmente órfãos.  Nancy querida, roga por nós!”
Com carinho, nosso abraço
Silvia e Chico

terça-feira, 20 de agosto de 2013

DONA NANCY Esteve entre nós como mulher forte, lúcida, sábia.

Obrigado por tudo que semeaste neste mundo!
 Fundadora das CNSE, que a sete anos partiu para a casa do Pai.

DONA NANCY

Esteve entre nós como mulher forte, lúcida, sábia, pronta sempre a encarar o futuro. Foi assim que a pude conhecer mais de perto nos últimos anos.
A voz podia ser débil, incerta às vezes, mas as palavras transmitiam firmeza. Mesmo em situações em que gente mais jovem vacilava. Conhecia os objetivos, antevia os caminhos, apontava rumos. Tinha opiniões, que sabia defender, idéias claras de quem soubera cultivar o pensamento e o coração. Tinha opiniões, ou melhor, tinha certezas nascidas da escuta do Senhor.

A lucidez de Dona Nancy era tranquila, sem medo de ouvir idéias diferentes, capaz de as avaliar e integrar numa visão mais ampla. Até os últimos meses ainda fazia palestras muito bem concatenadas e ricas. E, ao ouvir, surpreendia, percebendo nas palavras, matizes que a outros escapavam. Foi como me surpreendeu ao ler, nas entrelinhas de uma palestra, uma idéia que eu não tivera a coragem de expor abertamente. Percebeu logo o sentido oculto, e tirou conclusões.
Era uma mulher sábia. Sabedoria amadurecida ao longo dos anos e de múltiplas experiências de vida. Sabia aconselhar, porque sabia compreender as pessoas. 
Tinha a sabedoria da vida, que lhe permitia rir de muitas seriedades e até de si mesma.
Sabedoria das conversas sérias ou descompromissadas, mas sempre marcadas pela fé e por uma visão cristã da vida, que nada tinha de estreita ou medrosa.
D. Nancy não mostrava medo do futuro, ou das coisas novas. Em reuniões, mais de uma vez, eram suas as propostas mais ousadas. Até os últimos meses pensava no futuro, continuava a lançar sementes, a despertar adesões a novas propostas, a incitar medrosos e acomodados.
Mulher forte, lúcida, sábia, aberta ao futuro. Essa a Dona Nancy que pude conhecer mais de perto. E admirar.
( Pe. Flávio Cavalca de Castro - CM nov/2006)




terça-feira, 18 de setembro de 2012

REFLEXÕES DE PEDRO MONCAU



LIMITAÇÕES

O que nos agita, nos deixa neste estado de ansiedade quase permanente, é querermos fazer mais do que podemos. Não nos resignamos, não nos conformamos com a nossa limitação.
Fazer bem, conscientemente, aquilo que devo fazer agora, aquilo que posso ou devo fazer no momento que passa.
Deus não me pedirá contas, senão daquilo que está ao alcance das minhas forças.
Preciso reconhecer que os meus braços são curtos, que meus pés são pesados e aderentes à terra.



 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

QUERER SER, NÃO APENAS PARECER





A nossa vida pode ser uma subida constante em que gradativamente nos superamos a nós mesmos e nos leva à visão de horizontes cada vez mais amplos e belos. Ou pode ser uma fuga do esforço da escalada, mas nos reduz à permanência nos baixios, sem horizontes, sem o ar puro dos cumes.
Olhe ao redor de si. Há os que constroem catedrais, há os que apenas constroem palhoças.
Tome firmemente em mãos o leme de seu barco.
Aponte o objetivo. Nem sempre vemos com nitidez o objetivo ainda distante, mas podemos apontar para imagens sucessivas. Aliás, qualquer etapa a ser percorrida é o resultado dos pequenos esforços de cada dia. E é a sucessão destes pequenos esforços que nos leva infalivelmente ao sucesso, se soubermos ser fiéis a nós mesmos. Isto requer paciência, constância, tenacidade. Mas cada vitória alcançada traz em seu bojo o prêmio proporcionado à batalha vencida. A sensação de crescer à custa do próprio esforço vale o esforço desprendido.
Possam estas palavras ajudar você a querer.
Querer ser, não apenas parecer.
(O Sentido de Uma Vida-Nancy Moncau)


PALAVRAS DE DONA NANCY


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

HOMENAGEM A NANCY CAJADO MONCAU

MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
“Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós”
“A semente que germina por si só – Uma convivência de fé e alegria”
Iniciadora no Brasil: Da. NANCY CAJADO MONCAU




 
RESPONSÁVEL PELO INÍCIO NO BRASIL DO MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA – CNSE
.



Hoje dia dedicado pelo Calendário Litúrgico da Igreja à Festa da Assunção de Nossa Senhora, comemora-se o sexto ano de falecimento da nossa querida e saudosa Da. Nancy Cajado Moncau, responsável pelo início no Brasil do Movimento COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA, para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós. Grande devota de Nossa Senhora, Da.Nancy sempre foi um sinal de sua presença no meio de nós. Elevemos, pois, nossas preces de agradecimento a Deus por tudo que ela representou em vida para esse projeto de trabalho em favor de um público muito especial e, ao mesmo tempo, roguemos a Deus para que ela esteja gozando as maravilhas do Reino Eterno, olhando carinhosamente pelos seus filhos espirituais aqui na terra.
Ave Maria, cheia de Graça, o Senhor é Convosco. . . . .


CLEIDE e VALENTIM
COORDENAÇÃO - CNSE - BRASIL


SOBRE DONA NANCY

Dona Nancy era uma mulher de fibra. Ao se decidir por uma coisa, não havia obstáculo que a fizesse desistir. Essa tenacidade era uma de suas marcas registradas. Quando assumia o compromisso de participar de um EACRE, de fazer palestra em algum setor, enfim, de dar um testemunho em qualquer encontro promovido pelo Movimento, nem a dor, cansaço, nem a doença eram capazes de fazê-la recuar. Tinha a profunda convicção de que não podia decepcionar as pessoas, de que não poderia faltar à palavra empenhada. Assim, não media os sacrifícios.
No porte franzino, e já arqueada pelo peso dos anos, escondia-se uma vitalidade de fazer inveja, e que vinha de um espírito decidido e inundado pela graça e força de Deus.
Estar com Dona Nancy era como ter à nossa disposição uma fonte de sabedoria. Seu pensamento estava sempre à frente: informava-se de tudo. Nada do que acontecia no mundo era-lhe indiferente: discutia sobre a questão dos transgênicos; interessava-se por computador, em tudo parecia querer descobrir o dedo de Deus traçando os rumos da história do homem.
Temos a certeza de que convivemos com uma mulher que buscava intensamente a santidade, vivenciada no concreto das coisas comuns do cotidiano. (Silvia e Chico CM nov. 2006)
COORDENAÇÃO  NACIONAL DAS CNSE

                  Tereza Pitarello Shoshima                 Cleide e Valentim Giansante                
                    famshoshima@gmail.com                 cleide.valentim@terra,.com.br                                                        
                            Fone: 11 – 4123-5903                               Fone: 11 – 2597-0373

 COORDENAÇÃO  REGIONAL RIO GRANDE DO SUL DAS CNSE

Carmem Lúcia e Paulo  - 51 9112-2274
Email: prdiassantos@gmail.com

Ilka Palmerim
Email: ilkapalmerim@gmail.com

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas!

     COMUNIDADES  NOSSA  SENHORA  DA  ESPERANÇA

Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós




Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas  (após a Comunhão)  -  3 à 5 minutos

 

1 – Meu Nome é . . . . . . . . . . . . . . ., sou  (casada ou Viúva/o, há 2, 10 , 12 ou .. anos) e pertenço a Comunidade Paroquial tal, desde. . . . . . . . ou à Paróquia tal . . . . . .

2 – Quero, rapidamente, dar algumas informações sobre um novo Movimento que surgiu na nossa Igreja, já aprovado pelos Senhores Bispos, inclusive o nosso Arcebispo, Dom .................., e que é voltado, exclusivamente, para as Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós.

3 – Trata-se das “Comunidades Nossa Senhora da Esperança”, que funciona com pequenos grupos de 08 à 10 pessoas, e com a orientação espiritual de um Sacerdote ou de uma Religiosa (uma Freira) de qualquer Congregação ou Ordem Religiosa.

4 – Esse novo Movimento, que começou a funcionar, no Brasil, em 2004, foi idealizado por uma Senhora que estava, na época, com 93 anos de idade -  Da. Nancy Moncau – viúva há 23 anos, responsável, também, pela chegada ao Brasil, em 1950, das Equipes de Nossa Senhora, que tem como público alvo exclusivamente  casais cristãos.

5 - Seguindo a mesma linha metodológica das Equipes, que é um Movimento vitorioso e existente no mundo inteiro, as Comunidades Nossa Senhora da Esperança, para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós, têm por finalidade auxiliar quem vive esse estado de vida,  tanto na parte espiritual e religiosa, como na ajuda mútua e na amizade fraterna.

6 – Pessoa Só é aquela que nunca se casou (solteira) ou então a que se casou, mas uma vez rompido o casamento, resolveu permanecer só, assumindo, sozinha, todas as responsabilidades do lar, do trabalho - etc.

7 – Nessa proposta de convivência em pequenos grupos ou pequenas comunidades cristãs, pretende-se, basicamente, o seguinte:
           
1º:  Louvar e servir a Deus no Estado de vida de Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós;
2º: Buscar insistentemente novos caminhos que levem a Cristo;
3º: Renovar a confiança e esperança de uma vida digna, sob a proteção materna de Nossa Senhora da Esperança
8 – Já existem mais de 150 grupos em pleno funcionamento em diversas localidades de todo o Brasil. Aqui em nossa Arquidiocese já existem XX Grupos e nossa meta é fazer a sua expansão e para tento estamos hoje nessa Paróquia, para darmos todas as explicações para aquelas ou aqueles que se interessarem.
9 – Trata de um Movimento muito interessante, bem estruturado, com uma Equipe Dirigente Nacional e que possui proposta de trabalho adequado para as Viúvas e Viúvos em geral, bem como as pessoas sós.
10 –Estaremos lá atrás, na saída da Igreja, para prestar outros esclarecimentos para quem quiser conhecer mais detalhes desse Movimento. Obrigado  Pe. tal,  por essa oportunidade.

FONTE: site nacional das CNSE http://www.cnse.org.br/

terça-feira, 15 de maio de 2012

Matrimônio e Eucaristia



          Creio que a graça que o Espírito Santo nos concede na comunhão, ultrapassa a morte e se estende a uma união profunda de duas almas, que viveram juntas na terra, que ainda se procuram uma à outra e que podem continuar a crescer, não na união terrena, é verdade, mas numa outra dimensão que é a união a Deus e ao próximo.

         Sinto-me unida a Pedro, procurando compreendê-lo melhor através de seus escritos e de minhas lembranças e sinto Deus presente nessa união entre nossas almas, na união com o próximo, esse próximo que amamos juntos e juntos servimos.

          Sei que de onde ele está, pensa também nesse próximo, nas Equipes e, particularmente, nos que nos são mais próximos. Sob este aspecto, não me sinto viúva, porque nossa união permanece em Deus e nos outros, e a comunhão nos aproxima, nos une suavemente, pacificamente, no mais profundo de nosso ser.

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Nota: Alocução proferida pela Da. Nancy, no final da  Missa do
           2º aniversário de morte  de seu marido,  Pedro Moncau Jr.