Mostrando postagens com marcador DEUS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DEUS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

As 10 Virtudes Marianas

Fonte: http://www.santacarona.com/2016/05/20/1149/
 
Nesse mês de Maio quero dedicar as colunas à Maria. Semana passada eu falei sobre Nossa Senhora de Fátima e hoje quero que aprofundemos nas virtudes da Santa Mãe de Deus, citadas no Tratado da Verdadeira Devoção, por São Luís Maria G. de Monfort, fazendo uma comparação com nossa vida.
A primeira virtude é a humildade profunda. Maria é humilde, tão humilde que Ela fala no Magnificat ” Pois Ele viu a pequenez de sua serva”. Muitos poderiam pensar que isso é um ato de orgulho, mas Maria não disse isso para se exaltar, mas para glorificar a Deus, pois a sua humildade é tanta que Ela sabe que é Deus quem age, que é por causa Dele que Ela é humilde. Ela é humilde pois se faz serva de Deus, se rejeita a condição de servidão, por amor. Quantas vezes nós somos orgulhosos e desprezamos Deus? Quantas vezes somos prepotentes de achar que o bem que fazemos, fazemos por nós mesmos e não com a graça do Pai? Quantas vezes nos achamos superiores aos outros? Maria humilde serva, ajuda-nos a sermos humildes.
A segunda virtude é a contínua oração. Maria sempre estava rezando. As vezes pensamos que rezar é somente recitar orações prontas. Maria rezava ao olhar o céu, rezava lavando um jarro de barro, rezava sorrindo, rezava cantando, ou chorando. A oração é um diálogo com Deus, Maria sabia bem disso, por isso sua oração era contínua. Assim como Ela, também nós devemos ter esse diálogo constante com Deus, pois Ele deve ser nosso melhor amigo, para quem queiramos contar tudo.
A terceira virtude é a obediência cega ” Eis aqui a serva do Senhor faça-se em mim segundo a Tua palavra”. Maria é de uma obediência sem igual. Em tudo Ela obedece a Deus, mesmo sofrendo Ela entrega o Filho. Por obediência ela chora calada, por obediência Ela vai visitar Isabel, por obediência Ela assume a maternidade e se faz Mãe de Jesus e nossa. Enquanto isso, nós somos filhos rebeldes, que pensamos na obediência como forma de aprisionamento, alienação. Maria era obediente por amor, nós somos obedientes quando convém.
A quarta virtude é a fé viva. Maria é de uma fé inabalável, mesmo quando Ela não entendia “Guardava todas essas coisas em seu coração”. Ela acreditou na promessa de Deus e mesmo sem conhecer homem nenhum, teve fé que seria Mãe. Ela teve fé na ressurreição, Ela teve fé que Jesus faria o milagre, mesmo não sendo a hora. A fé de Maria não é uma fé morta como muitas vezes é a nossa, que nas dificuldades e problemas enfraquece, a fé Dela é viva, pois Maria confia em Deus acima de tudo.
A quinta virtude é a mortificação universal. Maria mortificou-se com as acusações quando apareceu grávida, mortificou-se ao ter que dar a luz em um estábulo, mortificou-se ao ir visitar Isabel grávida, mortificou-se na vida rotineira, e sua maior mortificação foi a de ter que ver Jesus morrer e não poder fazer nada. Ela mortificava-se todos os dias por nós, pelos pecados do mundo. Se em Fátima Ela pedia penitências e aquelas crianças chegavam a amarrar uma corda na cintura pelas almas, imagine o que Maria sofreu por nós. Ela nos ensina que a mortificação nos modela para a santidade.
A sexta virtude é a pureza divina. Maria é toda pura, Imaculada Conceição, sem  mancha do pecado. Seu olhar é puro, seu vestir, suas atitudes, tudo contempla a pureza de ser filha de Deus. Maria exala o perfume da castidade. Como temos que aprender com Ela a sermos puros. Tantas almas se perdem, por cometerem faltas contra o sexto mandamento. A pureza no vestir, hoje vemos tantas modas, saias e bermudas curtas, roupas sensuais, que mostram o corpo e se esquecem da alma. Músicas, filmes, séries  que banalizam o sexo, em que mostra que ser virgem é uma piada. Mãe nos ajude a sermos puros de corpo, alma e coração.
A sétima virtude é a caridade ardente. Maria ama, ama a Deus primeiramente e assim ama o próximo, por isso Ela está sempre disposta a servir, a interceder por nós. Caridade não é só dar de comer, ou dar esmola aos pobres, caridade é  fazer tudo pelo próximo, em Deus, por amor a Ele. A caridade é a expressão sólida do amor. Como dizia Santa Teresinha do Menino Jesus, o nosso amor não deve traduzir-se somente por palavras, ele tem que ser concreto, isso é a caridade ardente de Maria.
A oitava virtude é a paciência heroica. Maria foi paciente até o fim. Ela teve de ser paciente com São José, com os discípulos certamente, com os soldados, conosco. Ser paciente até o extremo, pois ela acredita em nós mesmos, até nos mais “cabeças duras”. Nós somos tão apressados, desatentos, não sabemos esperar em Deus, não sabemos ser pacientes com nossos irmãos. Queremos do nosso jeito, na nossa hora. Maria ajude-nos a sermos pacientes.
A nona virtude é a doçura angélica. Quanta doçura Maria traz. Sua voz, seus gestos, Ela é uma mulher doce, que não se exalta, que é calam, traz paz. Ela adoça a vida daqueles que a amam. E nós somos amargor na vida dos outros, só trazemos notícias ruins, falamos com rudeza, somos mal educados. Até quando vamos ser tão azedos? Até quando vamos ficar só reclamando? Maria minha doce Mãe nos ajude a sermos doces filhos.
A décima virtude é a sabedoria divina. Maria é a sede da Sabedoria, Ela é a esposa do Espírito Santo. Sua sabedoria é de encantar. Ela se faz a sábia mais sábia, pois não se vangloria de sua sapiência, mas fazendo-se pequena, Ela mostra que não devemos menosprezar ninguém, independente de sermos mais sábios ou não.
Com todas essas dez virtudes Maria é a flor mais bela do jardim de Deus. Quer imitá-la, comece conhecendo suas virtudes. Agora que já conhece, viva as virtudes marianas, que não são virtudes de papel, ou de nome, mas sim virtudes de vida, é para viver. Que nesse mês aprendamos a seguir os passos de Maria!
Mulher menina, estudante de química, fãzona de Santa Teresinha

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Francisco: Deus não conhece a palavra “descartar”


Francisco abençoa os fiéis durante a passagem com o papamóvel - OSS_ROM
04/05/2016 11:13
Cidade do Vaticano (RV) – “Deus não conhece a atual ‘cultura do descarte’, isso não pertence a Ele”. Esta foi a reflexão do Papa Francisco durante a Audiência geral desta quarta-feira, (04/05), na Praça São Pedro.
 
Ao interpretar a parábola da ovelha perdida, o Pontífice reiterou que devemos refletir sobre ela com mais frequência e fez uma advertência aos cristãos: “não devemos ficar fechados, senão teremos cheiro de mofo. Devemos sair”.
Jesus se utiliza da parábola para a compreensão de todos sobre a Sua proximidade dos pecadores, que não deve ser motivo de escândalo. “Ao contrário” – sublinhou o Papa – deve “provocar em todos uma séria reflexão de como vivemos a nossa fé”.
O estilo de Deus
“O ensinamento que Jesus nos quer transmitir é que nenhuma ovelha pode se desgarrar. O Senhor não pode se resignar ao fato que mesmo uma só pessoa possa se perder. O agir de Deus é aquele de quem vai em busca dos filhos perdidos para depois festejar e rejubilar o reencontro junto com todos”, disse o Pontífice.
O critério de Jesus não se mede pelo peso que 99 ovelhas têm na balança contra uma só. “Estejamos todos conscientes: a misericórdia para com os pecadores é o estilo com o qual Deus age, e à tal misericórdia Ele é absolutamente fiel: nada nem ninguém poderá desviá-Lo da sua vontade de salvação”, afirmou Francisco.
Deus nos aguarda onde Ele está
“Deus não conhece a nossa atual ‘cultura do descarte’, isso não pertence a Ele. Deus não descarta nenhuma pessoa, ama todos, vai em busca de todos, todos, um por um, ele não conhece esta palavra ‘descartar’ as pessoas porque é Todo amor e Todo misericórdia”.
Para encontrar Cristo, devemos estar conscientes de que seu rebanho está sempre em caminho: não é proprietário do Senhor, e não pode se iludir em aprisiona-Lo em nossos esquemas e estratégias.
“O pastor será encontrado lá onde está a ovelha perdida. Portanto, o Senhor deve ser buscado lá onde Ele quer nos encontrar, não onde nós pretendemos encontrá-Lo”, discerniu o Papa.
Cristãos com cheiro de mofo
Francisco falou ainda de lugares vazios, de alguém que foi embora e deixou a comunidade cristã. “Às vezes, isso é desencorajante e leva a pensar que seja uma perda inevitável. É então que corremos o perigo de nos fecharmos dentro do redil, onde não haverá cheiro de ovelhas, mas de mofo. Nós cristãos não devemos estar fechados senão teremos cheiro de mofo. Devemos sair”, exortou o Papa.
“Isto devemos entender bem – concluiu Francisco – para Deus ninguém está definitivamente perdido. Nunca, até o último momento, Deus nos procura. Pensem ao bom ladrão...”.
(rb)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

- A ORAÇÃO EM NOSSA VIDA DIÁRIA

  


A oração é essencialmente um diálogo da pessoa humana com Deus, e se dá de modo muito diferente de um diálogo ou uma conversa com um amigo ou pessoa conhecida. Não podemos escutar Deus do mesmo modo que escutamos um amigo, pois, Deus não nos dá respostas assim tão claras como acontece numa conversa entre pessoas. Daí porque muitas vezes nossa oração se transforma  num monólogo.
No nosso estado de viuvez e de pessoas sós, a oração, face aos percalços da vida sozinha, muitas vezes tende a nos conduzir a uma parede vazia, sendo difícil até encontrar uma palavrinha para poder iniciá-la. Não são poucas as ocasiões que acabamos por desistir.
Quando, porém, nos convencemos de que Deus é aquele que nos ama, nós, viúvas(os) e pessoas sós, como contrapartida, somos capazes de dar tudo para ficar com Ele. Precisamos, mais do que ninguém, saber o que Deus quer, para melhor podermos acolhê-lo. E quanto mais estivermos em oração, mais aprenderemos que a sua bondade é sempre maior do que podemos imaginar, mesmo com todos os espinhos do nosso estado de vida.
Caracteriza-se, dessa forma, um verdadeiro encontro com Deus e nesse instante Ele se aproxima e permanece conosco. E nós, com Ele. E esse encontro com Deus acontece não pelos nossos méritos, mas pelo dom da graça de Deus. Como pecadoras(es) nos sentimos aceitas(os) e, por conseguinte, aceitamos melhor a nós mesmas(os).
Na Bíblia e na História Sagrada, essa descoberta ou essa graça é vivida nas peregrinações. Daí porque o Pe. Caffarel, um homem de oração, insistia tanto nas peregrinações e também nos retiros espirituais, que chegavam a durar até uma semana. Essas autênticas caminhadas pelo deserto, conforme testemunho de quem já fez, são fascinantes, embora, às vezes, árduas. Um dia com Deus vale mais do que mil.
Fazer uma peregrinação não significa, necessariamente, fazer uma viagem à Lourdes ou a Fátima ou a outro lugar santo distante. Basta sair um dia de nossas casas e fazer uma visita a um Santuário que nos seja próximo e acessível. Na cidade de São Paulo e, mesmo nas cidades do seu entorno, temos várias opções para isso.
Viver com Jesus, para nós, viúvas(os) e pessoas sós, e chegar a viver em plenitude com a Trindade, na mais perfeita união entre nós mesmas(os) e com Deus, é a nossa suprema aspiração, e seria, conseqüentemente, a nossa maior felicidade. Temos que convir que as orações e devoções que aprendemos ao longo de nossas vidas são importantes, mas não bastam.  Nosso desafio, no atual estágio de nossas vidas, seria chegar a uma oração que é vida.
São João , em 1Jo 5, 14-15, diz que “Nós temos confiança no Senhor e o que pedimos, já é nosso”. Portanto, se quisermos pedir, precisamos, para sermos coerentes com a nossa fé,  antes cumprir a vontade de Deus. Isso não se faz de uma só vez, mas ao longo de nossa existência. Temos que pedir, contritamente, que Ele nos abra os olhos e o coração.
Temos uma variedade imensa de dons e na nossa comunhão fraterna, nesses grupos de Viúvas(os) e Pessoas Sós que nos reúnem, poderemos nos estimular, reciprocamente, para buscarmos de maneira mais eficaz a nossa própria santificação. Seremos instrumentos umas(uns) das outras(os) nessa busca do Reino de Deus. Precisamos, fraternalmente e, a partir da nossa vivência com Deus, abrir os nossos corações de maneira espontânea, sabendo dar, receber, pedir e, no Senhor, recusar. 
Fonte:

M A N U A L   D E   C O O R D E N A Ç Ã O   DA


1ª.   F A S E

sábado, 5 de maio de 2012

Sucesso no encontro de informação das CNSE




Realizou-se no domingo a tarde dia 29 de abril, um encontro de informação sobre as CNSE, na Paróquia São José da Vila Nova, em Porto Alegre.
A organização coube a Comunidade Mãe Admirável, que já tem 3 anos de caminhada. A orientadora espiritual desta comunidade Irmã Nilza disse: " Deus não quer as pessoas sós, deus nos ama  e quer que as pessoas sós formem comunidade para viver o amor de Deus."


Em seguida o Paulo da Carmem Lucia ( casal coordenador regional), explanou sobre o movimento CNSE. A Igreja oferece muitos movimentos e pastorais, para jovens, casais, etc.. Porem para viúvas(os) e pessoas sós, temos muito poucas opções.
Em seguida perguntou a cada um que estava presente para conhecer o movimento, o que procura?
Dentre as respostas, citaram: paz, amizade, mais fé, evangelizar, conhecer novas pessoas. Uma participante disse que após ter ficado viúva parece que foi esquecida pela Igreja.





 


Além do nosso pároco Padre Pedro, estiveram presentes, Padres Mauro (SCCR) e o vigário paroquial Padre Francisco. No total eramos 24 pessoas, sendo os interessados 9 viúvas, 1 viúvo e uma Religiosa Irmã Maria, da paróquia Santa Cruz (localizada na vizinhança).
Foi marcado novo encontro dia 19 de Maio as 15.30 hs, no mesmo local e o convite continua aberto a novos ou novas interessadas.


Obrigado a o Senhor e a NSa da Esperança por este proveitoso encontro.