quarta-feira, 24 de outubro de 2012

PUBLICO ALVO DAS C N S E






- Viúvas e Viúvos em geral
- Pessoas Sós – ou seja, solteiras (os) e as separadas (os) que continuam sós.
  Por pessoa só entende-se rigorosamente o seguinte:
a) solteiras/os – acima de 40/45 anos, mesmo que já tenham filho(s), fruto de um relacionamento ocasional, já rompido integralmente (e permanece só);
b) separadas/os ou divorciadas/os – que uma vez desfeito o casamento permanecem sozinhas, cuidando do lar, do trabalho, dos filhos, não vivendo situação de namoro, parceiros – etc.
Nota: o disposto acima aplica-se literalmente as viúvas/os, ou seja, as/os que vivem de fato essa situação de vida.
observações importantes:
* Pe. Flávio Cavalca assim definiu o público alvo do nosso movimento: “são aquelas pessoas que vivem, no momento, o chamado celibato não vocacionado”;
* as viúvas (os) equipistas podem prestar sua colaboração como coordenadores de grupo, não havendo necessidade de deixar sua equipe de base.
* podem, igualmente, pertencer a um grupo, mantendo seu vínculo com sua equipe de base enquanto isso lhe for conveniente.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A vida não consiste em acumular riquezas



O Evangelho de hoje se inicia com uma séria advertência: “Atenção! Tomai cuidado contra todo tipo de ganância, porque, mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens” (Lc 12,15)
Na realidade, Jesus usa em presente de infinitivo o verbo “exceder”. A tradução seria: “porque na realidade a vida de alguém não consiste em ter excesso de posses”. A vida não consiste em acumular riquezas. E, na continuação, Jesus explica o porquê desta afirmação que fará com que Paulo descreva a cobiça como uma forma de idolatria (cf. Cl 3,5).
No Evangelho, Jesus fala de um homem cujas terras produziram uma colheita copiosa: “Que farei, pois não tenho onde estocar semelhante riqueza?” Ele só pensou em si mesmo, para viver uma vida de descanso e prazer. Como diz o apóstolo Paulo em I Cor 15,32: “comamos e bebamos que amanhã morreremos”.
E com a finalidade que também propõe o livro do Sirácida: “encontrei descanso; agora comerei de meus bens” (11,19), aquele homem pensa em aumentar a capacidade de seus celeiros para ter uma vida fácil, sem preocupações, para descansar, comer, beber e gozar – como muitos fazem nos dias de hoje.
Uma solução mais fácil seria repartir o que não coubesse nos celeiros com os mais necessitados, ou vender a preço mais acessível o excedente. Seria uma maneira de ajudar a quem não tem e cumprir com o que Tobias recomendava a seu filho: “Dá esmola de tudo que te sobrar e não sejas avaro na esmola” (Tb 4,16).
Num caso de justiça Jesus é interpelado. Mas Jesus recusa ser juiz. A justiça, considerada do ponto de vista humano, é falha e deixa muito a desejar. No litígio, os homens enfrentam uma guerra que mata não os corpos mas a amizade e o amor. Por isso Jesus dirá: “Assume uma atitude conciliadora com o teu aniversário, enquanto estás no caminho, para não te acontecer que teu aniversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e assim, sejas lançado na prisão” (Mt 5, 25).
Porém, “a caridade não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade” (I Cor 13,5-6). De fato, todas as revoluções em nome da justiça, da igualdade e da liberdade têm sido extremamente cruentas e abundantes em mortes humanas. Muitas buscam a desforra e a vingança. Por isso, todas as encíclicas sociais terminam com a mesma advertência: a justiça deve ser temperada pela caridade que é a que tem a última palavra nas relações sociais.
Talvez não tenhamos em conta que num mundo tão injusto como o romano, de escravos e cidadãos diversamente classistas, Jesus nada disse a respeito. Porém, a ênfase evangélica está na justiça divina para a qual Lucas deixa a definitiva sentença, como o “Ai de vós, ricos, porque já tendes a vossa consolação!” (Lc 6,24).
O problema da desigualdade – para não dizer péssima distribuição das riquezas – tem como solução uma voluntária redistribuição das mesmas, de modo que os mais ricos enriqueçam os mais pobres com as riquezas que para eles sobram e para estes faltam. A chamada esmola deve ser considerada como uma necessidade voluntária de distribuição das riquezas.
Mais do que condenar os ricos, devemos pregar a pobreza voluntária, desterrando a ambição como programa humano e oferecendo a simplicidade e austeridade de vida como objetivo evangélico e ideal social.
Padre Bantu Mendonça
Cançâo Nova

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

PROPOSTA DO MOVIMENTO CNSE

A proposta do movimento é oferecer apoio espiritual, religioso e vivencial as viúvas/os e pessoas sós, através da prática da “entre ajuda mútua”, no sentido pleno da palavra, formando-se, para tanto, pequenos grupos, onde a preocupação básica será:

- louvar e servir a Deus, no estado de vida de viúvas/os e pessoas sós. - buscar insistentemente novos caminhos que levem (ou aproximem) a Cristo.
- renovar a confiança e a esperança de uma vida digna (no seu estado de vida) sob a proteção materna da senhora da esperança;. - testemunhar, em âmbito nacional, que se pode viver cristãmente as alegrias da vida, dom gratuito de deus.

 - incorporar no dia a dia a máxima do Pe. Caffarel que diz: “que deus esteja em sua casa e seja o primeiro a ser buscado, o primeiro a ser amado e o primeiro a ser servido”

 Fonte: BASEADO NO LIVRO: PROPOSTA DO MOVIMENTO – RESUMO DAS ORIENTAÇÕES GERAIS

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

* E nós nos satisfazemos como o mínimo... ou procuramos oferecer "algo mais"?





Nesse dias, enquanto preparava essa homilia,
ouvi a conversa de um paroquiano
pechinchando com a secretária sobre o dízimo...
Queria estar em dia... mas com o mínimo...
Creio que é a realidade de muitos cristãos:
foram educados numa religião do mínimo: confessar uma vez por ano,
comungar só pela páscoa, uma missa aos domingos...

E a Liturgia de hoje nos lembra que devemos escolher sempre o melhor,
desejar sempre ALGO MAIS:

A 1a Leitura, fala da escolha feita por SALOMÃO:  (Sb 7,7-11)

- Recém coroado, o jovem Rei vai ao templo oferecer um sacrifício a Deus.
- Deus, satisfeito, lhe diz: "Pede-me o que queres... e eu te darei..."
- Salomão: "Sou um adolescente... dai-me um coração sábio,
   capaz de julgar o vosso povo e discernir entre o Bem e o Mal..."
- O pedido agradou a Deus:
   "Já que não pediste nem vida longa, nem riquezas, nem a morte
    de teus inimigos, mas sim inteligência para governar meu povo...
   vou te dar o que pedes... e também o que não pediste..."

* Salomão escolheu a SABEDORIA como Bem maior,
   preferível ao poder e às riquezas...

A 2ª Leitura convida-nos a acolher a PALAVRA DE DEUS. (Hb 4,12-13)
"Ela é viva, eficaz e mais penetrante de qualquer espada de dois gumes".
Ela ajuda a discernir o bem e o mal e a fazer a escolha certa.

O Evangelho, narra a escolha do JOVEM RICO:  (Mc 10,17-30)

- Jesus está a caminho, ensinando aos discípulos as exigências do Reino
e as condições para integrar a comunidade messiânica.
- Um jovem ajoelha-se diante de Jesus e pergunta:
   "Que devo fazer para conseguir a vida eterna?"

- Inicialmente, Jesus lhe propõe os Mandamentos.

  O Jovem responde que já observa tudo isso... Ele quer algo mais...

  

- Então Jesus o olha com amor, porque de fato praticava... e "queria mais"...
  "Convida-o" a integrar a comunidade do Reino, apontando o caminho:
      . Desfazer-se dos bens terrenos;
      . Partilhar com os irmãos mais pobres.
      . Seguir Jesus no seu caminho de amor e entrega.

- Era o "algo mais" que lhe faltava para passar
  da vivência tradicional da religião, para uma vivência mais generosa.
  Mas o Jovem prefere a segurança da riqueza e recusa o "convite" de Jesus.
  Não tem coragem de dar um passo a mais... e RETIRA-SE TRISTE...

- Jesus comenta: "Como é difícil a um rico entrar no Reino de Deus!"

* A reação do Jovem rico evidencia um fato:
   A riqueza pode ser um obstáculo no caminho do Reino,
   quando ela se torna a nossa segurança e seguramos só para nós.
   O "caminho do Reino"dever ser um caminho a ser percorrido
   no amor, na solidariedade, no serviço, na partilha, na verdade,
   no dom da vida aos irmãos...

- E os apóstolos não perderam a oportunidade:  
  "E nós que deixamos tudo?"
- Jesus garante:
  "Vocês terão recompensa em bens e...  perseguições... e a vida eterna..."

Quem é esse Jovem do Evangelho?
Posso ser eu. Pode ser você... São muitas pessoas
que observam os Mandamentos e até "desejariam fazer mais"...
Mas quando Deus pede algo mais... elas se retiram tristes,
porque estão apegadas a muitas coisas,
que amarram o seu coração e impedem de dar esse passo a mais.
Estão satisfeitas apenas com o "mínimo" necessário...
* E nós nos satisfazemos como o mínimo...
   ou procuramos oferecer "algo mais"?

Cristo nos dirige ainda hoje o mesmo convite:
"Vai e vende TUDO... dá aos pobres... e depois me segue".

* Todos nós temos alguma coisa para vender...
Quais são as "riquezas", de que devemos nos desfazer para esse algo mais
e que tornam o nosso coração materializado e insensível às coisas de Deus.

- Será que Cristo nos olha "com amor" porque vê a nossa generosidade?
  ou  nós "nos afastamos tristes" porque não damos esse algo mais?

- Quantos pobres estão à espera de nossa oferta!...
  Pobres da palavra de Deus, de conforto, de entusiasmo, de orientação,
  educação... instrução religiosa...

E nesse mês de outubro, dedicado às missões, a Igreja nos lembra
que todos devemos nos sentir responsáveis pelas missões.
Devemos distribuir as riquezas espirituais e materiais que possuímos,
também aos que ainda vivem na miséria religiosa e social.

Cristo ainda HOJE continua a convidar:
"Vai e vende tudo o que tens... e dá aos pobres... e depois vem e segue-me..."
Ele continua nos "olhando com amor"...

Ele conta com cada um de nós!...

                                         Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 14.10.2012

sábado, 6 de outubro de 2012

Você tem “visto” os milagres de Deus na sua vida?

"- Ai de você, cidade de Corazim! Ai de você, cidade de Betsaida! Porque, se os milagres que foram feitos em vocês tivessem sido feitos nas cidades de Tiro e de Sidom, os seus moradores já teriam abandonado os seus pecados há muito tempo. E, para mostrarem que estavam arrependidos, teriam se assentado no chão, vestidos com roupa feita de pano grosseiro, e teriam jogado cinzas na cabeça. No Dia do Juízo, Deus terá mais pena de Tiro e de Sidom do que de vocês, Corazim e Betsaida! E você, cidade de Cafarnaum, acha que vai subir até o céu? Pois será jogada no mundo dos mortos!
Então disse aos discípulos:
- Quem ouve vocês está me ouvindo; quem rejeita vocês está me rejeitando; e quem me rejeita está rejeitando aquele que me enviou.
" 
MEDITAÇÃO - JULGAR(O que diz o texto para mim?)
 
Meditação: 
 
Jesus recriminava o povo das cidades aonde Ele realizava os milagres. Diante de tantos prodígios que Ele operava nem por isso, eles abriam os olhos e mudavam de atitude. Não se convertiam, não progrediam espiritualmente e davam contra testemunho para as outras cidades.

Corazim, Betsaida, Cafarnaum somos cada um de nós que vemos de perto os milagres do Senhor na nossa vida, mas continuamos os mesmos. Por causa da nossa dureza de coração não conseguimos ser instrumentos de Deus para os que nos “escutam” falar em Seu Nome.

Propomo-nos a edificar o reino de Deus aqui na terra, falamos em Seu Nome, mas não agimos conforme pregamos. Se, falamos, mas não agimos, estamos contribuindo para que Jesus seja rejeitado tendo em vista as nossas más ações diante dos homens.

Pensamos que estamos indo para o céu, mas na verdade estamos sendo atirados ao inferno que é a ausência da presença de Deus.
 
O mundo precisa de testemunhas fiéis de Jesus para ser restaurado e nós jogamos fora o tempo precioso em que estamos vivendo.

Mais uma vez as leituras de hoje nos remetem ao arrependimento dos nossos pecados. Por isso, somos chamados (as) por meio dessa liturgia a repensar as nossas ações e a nos comprometermos com uma mudança nas nossas atitudes.

A fé remove montanhas e o testemunho da nossa fé irá transmudar o nosso coração e a vida do povo de Deus.

A sua pregação tem sido eficaz diante dos homens? Você fala e vive o que fala? Você tem sido instrumento de atração ou de rejeição das pessoas para Jesus? Você tem certeza de que vai para o céu? Você tem “visto” os milagres de Deus na sua vida?
 
FONTE: CNSE DF

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

ESPÍRITO DE ORAÇÃO




 
por do sol no lago Guaíba
O evangelho é Jesus que fala. E, diante de Jesus, atitude de adoração. Lê-se lentamente com atenção de espírito e coração. Aceita-se não compreender tudo, mas reza-se para entendê-lo bem.

De um certo modo, o leitor se acha diante do livro sagrado como diante da Hóstia, escutando Jesus que lhe fala:
-na Hóstia, sob as espécies de pão e de vinho.
-no Evangelho, a palavra escrita de Jesus.

Se a leitura sugere oração, juntar as mãos inclinar a fronte e adorar!
Se sugere máximas, regra de vida para uso próprio, tomar um lápis e anotá-las.
Devo compreender as palavras de Jesus, não como palavras longínquas, ditas há muito tempo, num lugar distante. Palavras eternas, elas são ditas hoje a outros mas também a mim.

 É Jesus que está aí, substituindo-se ao livro e que me fala:"reforma teu coração".
Tempo para orar: bem antes do dia amanhecer, num lugar solitário. A oração precedendo o movimento, o ruído, o dia exterior, para nela encontrar a luz interior. O contato com Deus antes do contato com as coisas. A união à Vida, antes que a vida me absorva. 
Dar assim, com Deus, o primeiro impulso do dia.

(Quando a Palavra se torna Vida – Nancy Moncau)

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

ESTAR À ESCUTA


Escutar a Palavra de Deus é passar à ação. Seguir as inspirações de Deus e da consciência. Não permitir que a Palavra que toca o nosso coração, aí morra sem eco.

Estar à escuta, tranquilamente, humildemente e dizer muitas vezes:
Senhor, que queres que eu faça?

Como os discípulos de Emaús: quando leio, medito, estudo a Palavra de Deus, não devo contar com as minhas luzes, mas pedir a Cristo sua presença junto a mim; pedir-lhe que como aos discípulos de Emaús, ele mesmo me esclareça.

A leitura do texto faz adivinhar a atenção, o enlevo dos dois discípulos. Tem-se a impressão de que eles bebiam as Palavras de Jesus: "nosso coração ardia dentro de nós, enquanto ele falava". É esta a atitude que nos cabe. Ao iniciar uma leitura, o Evangelho ou outro tema de meditação, devo recolher-me, colocar-me na presença de Cristo, e com ele ao meu lado, iniciar a caminhada: a leitura, a reflexão e ouvi-lo.

Cristo virá sempre e nos esclarecerá e nos desvendará a Palavra de Deus e os seus ensinamentos.

(do livro: Quando a Palavra se torna Vida - Nancy Moncau)



terça-feira, 18 de setembro de 2012

REFLEXÕES DE PEDRO MONCAU



LIMITAÇÕES

O que nos agita, nos deixa neste estado de ansiedade quase permanente, é querermos fazer mais do que podemos. Não nos resignamos, não nos conformamos com a nossa limitação.
Fazer bem, conscientemente, aquilo que devo fazer agora, aquilo que posso ou devo fazer no momento que passa.
Deus não me pedirá contas, senão daquilo que está ao alcance das minhas forças.
Preciso reconhecer que os meus braços são curtos, que meus pés são pesados e aderentes à terra.



 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Sinto-me de fato um "Seguidor de Cristo?"


Nesse mês dedicado à Bíblia, somos convidados a valorizar ainda mais a Palavra de Deus em nossa vida de cristãos.

O tema central das leituras bíblicas de hoje é:
- O Caminho escolhido por Cristo e
- O Caminho apontado por Cristo a seus seguidores...

A 1a leitura fala do "Servo de Javé" (Is 50,5-9)

- Os judeus tinham uma idéia triunfalista do Messias…
esperavam um grande rei, que iria devolver ao povo glórias perdidas...
um personagem importante, que iria resolver todos os problemas…
Nunca imaginaram um messias humilde e sofredor…
- Isaías apresenta um profeta anônimo, chamado por Deus
a testemunhar a Palavra da salvação e que, para cumprir essa missão,
enfrenta a perseguição, a tortura, a morte. Mas Ele confia no Senhor.
Por isso, mesmo quando acusado, tem certeza da vitória.

* Os primeiros cristãos viram neste "Servo Sofredor" a figura de Jesus.

No Evangelho, Jesus faz o 1º Anúncio da Paixão. (Mc 8,27-35)

O texto reflete a  mentalidade triunfalista dos judeus e dos apóstolos.
Tem três partes: A Confissão de Pedro, o Anúncio da Paixão
e o Convite de Jesus para seu Seguimento e as Condições…

Jesus está a CAMINHO de Jerusalém:

1) Uma pergunta: Quem é Jesus?
    - Para o Povo: É apenas um HOMEM,
      convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão,
      como os PROFETAS do Antigo Testamento.
    - Para o Grupo: É o MESSIAS libertador que Israel esperava...
      Pedro acerta na resposta... mas erra logo em seguida na prática...

2) O CAMINHO de Jesus:
  - Jesus explica aos discípulos que a sua Missão messiânica passa pela CRUZ.
  - Pedro reage e tenta afastar Jesus do Plano do Pai.
  - Jesus lhe responde: "Vai para trás de mim, Satanás..."

3) O CAMINHO dos discípulos: é semelhante...
- Deve RENUNCIAR a si mesmo, tomar a CRUZ e SEGUIR Jesus,
  no caminho do Amor, da entrega e do dom da Vida.
  Quem é capaz de dar a vida a Deus e aos irmãos, ganha a vida eterna...

* O texto nos ilustra a lógica dos homens (Pedro) e a lógica de Deus (Jesus).
- A lógica dos homens aposta no poder, no domínio, no êxito, dinheiro, fama...
- A lógica de Deus aposta na entrega da vida a Deus e aos irmãos,
  assumindo os valores do Reino e vivendo no amor, na partilha,
  no serviço, na solidariedade, na humildade, na simplicidade.
QUEM É JESUS?

+ O que "os homens" dizem de Jesus?

- Muitos vêem em Jesus um HOMEM bom, um MESTRE admirável,
  um grande LIDER REVOLUCIONÁRIO,
  preocupado em construir uma sociedade mais justa e fraterna.
  "Um homem" extraordinário... mas um HOMEM apenas.
+ Quem é Cristo para nós?

Aproxima-se a abertura do "Ano da Fé", anunciado por bento XVI
e a pergunta de Cristo aos discípulos no evangelho, é muito atual:
"Mas vós, quem dizeis que eu sou?"
Jesus não deseja que paremos naquilo que se diz dele,
mas que tenhamos um encontro pessoal com ele e o sigamos.
Assim a nossa resposta sobre sua identidade não será a projeção
da nossa inteligência, mas uma profissão de fé, que brota de um coração
e de uma mente iluminada pelo Espírito Santo, como aconteceu a Pedro.
Pode acontecer que o nosso pensamento sobre Cristo
não corresponda realmente à sua identidade,
assim como Pedro não queria ouvi-lo falar de sofrimento e de morte;
mas se aceitamos estar com ele, de ser seus discípulos,
aos poucos descobriremos o sentido profundo de suas palavras e de suas ações
e compreenderemos o seu amor infinito pela humanidade.

+ Cristo continua a convidar discípulos para segui-lo...
E as condições são ainda hoje as mesmas: Renúncia e Cruz...
Sem a Cruz, é impossível entender quem é Jesus e o que significa segui-lo.
Na 2ª Leitura Tiago lembra que o seguimento de Jesus se realiza com gestos concretos de amor, de partilha, de serviço e de solidariedade. (Tg 2.14-18)

Que tipo de Cristo imaginamos?
Um Cristo fácil, ou um Cristo difícil? Uma Religião sem cruz…
sem desafios, sem canseiras, grandiosa, milagreira,
ou comprometida, solidária?

O que significa a Cruz em nossa vida? 
Uma desgraça… Ou uma oportunidade de libertação e de salvação?
- Qual a nossa atitude diante da cruz?
  Tomamos a cruz com tranqüila e humilde aceitação?
  Ou tentamos, como Pedro, fugir do sofrimento?
  Ou carregamos a contragosto e até revoltados?
- Renunciamos a nós mesmo em favor dos outros?
  Ou talvez somos nós uma CRUZ  para os outros ?

Nós carregamos a cruz toda vez que sacrificamos a nós mesmos
para praticar o bem e fazer alguém feliz.

- Sinto-me de fato um "Seguidor de Cristo?"

                                             Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 16.09.2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

QUERER SER, NÃO APENAS PARECER





A nossa vida pode ser uma subida constante em que gradativamente nos superamos a nós mesmos e nos leva à visão de horizontes cada vez mais amplos e belos. Ou pode ser uma fuga do esforço da escalada, mas nos reduz à permanência nos baixios, sem horizontes, sem o ar puro dos cumes.
Olhe ao redor de si. Há os que constroem catedrais, há os que apenas constroem palhoças.
Tome firmemente em mãos o leme de seu barco.
Aponte o objetivo. Nem sempre vemos com nitidez o objetivo ainda distante, mas podemos apontar para imagens sucessivas. Aliás, qualquer etapa a ser percorrida é o resultado dos pequenos esforços de cada dia. E é a sucessão destes pequenos esforços que nos leva infalivelmente ao sucesso, se soubermos ser fiéis a nós mesmos. Isto requer paciência, constância, tenacidade. Mas cada vitória alcançada traz em seu bojo o prêmio proporcionado à batalha vencida. A sensação de crescer à custa do próprio esforço vale o esforço desprendido.
Possam estas palavras ajudar você a querer.
Querer ser, não apenas parecer.
(O Sentido de Uma Vida-Nancy Moncau)


PALAVRAS DE DONA NANCY


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Realizamos a primeira reunião do grupo Cristo Operário.



Renato(coordenador do grupo); Estela(orientadora espiritual); Padre Baixinho(conselheiro espiritual); Édina Toldo; Jane Maria; Maria Araceli de Oliveira(Celinha); Gessi Salazar; Iolanda Silva, Lurdes Mattos da Silva e o Sr.Anjaídes(Jaide).
Missa na Capela Cristo Operário, celebrada pelo Padre Baixinho.
                 A reunião hoje, primeiro de setembro, foi um sucesso e contou com a presença de 8 integrantes. A próxima reunião está prevista para o dia 06/10 as 14:30h na capela Cristo Operário. Outros paroquianos foram convidados e o grupo deverá ser consolidado com 9 ou 10 integrantes. Este é o primeiro grupo que possui 2 homens: Renato que será o Coordenador do Grupo e o Sr.Anjaídes ou Jaide , como é chamado pelos amigos. O Sr.Jaide é pai do João Carlos e sogro da Estela, casal atuante e sempre presentes nas liturgias das missas e eventos da comunidade. A Estela será a Orientadora Espiritual do grupo e irá auxiliar o Padre Baixinho Conselheiro Espiritual.

       Louvemos a Deus e demos Graças pela criação do  9 grupo de Porto Alegre.

Obs: o outro homem que integra grupo é o Sr. Jairo,da CNSE Nossa Sra.do Rosário, mas na função de DIÁCONO Orientador Espiritual.
Missa na Capela Cristo Operário, celebrada pelo Padre Baixinho.
 
         

 
Fraternal Abraço,
 
Paulo, da Carmen Lúcia

sábado, 1 de setembro de 2012

É com muita alegria que comunicamos a criação de um novo grupos das Comunidades Nossa Senhora da Esperança.

Estimados Irmãos e Irmãs em Cristo das CNSE e ENS, é com muita alegria que comunicamos a criação de um novo grupo das Comunidades Nossa Senhora da Esperança.
Integrantes do Grupo São Vicente de Paulo.Da esquerda para a direita:Marlise, Maria Glaci, Ondelina(Onda), Themis, Gladis(coordenadora),Hélio da Judith,Isabel, Ivone (coordenadora), Ilse, Beatriz.Padre Werner(Conselheiro) teve que se ausentar para preparar a Adoração ao Santíssimo.
               O primeiro contato para formação deste grupo aconteceu há mais de 2 anos em um retiro das ENS. Foi nesta oportunidade que fiz contato com a Judite do Hélio, casal antigo das ENS das Graças, Setor A.Solicitei a Judite que encaminhasse um contato na paróquia dela e encaminhasse junto ao pároco uma oportunidade para apresentarmos o movimento.Não conversamos mais, mas a semente caiu em terra fértil e, há 2 meses passados a Judite fez contato para conversarmos com o Padre Werner, pároco da comunidade São Vicente de Paulo.
Integrantes do grupo da Capela Cristo Operário.
               Apresentamos o movimento ao CPP que gostou muito e programamos uma data para apresentação aos paroquianos.
Padre Werner, ou como é chamado "Padre Baixinho" ficou entusiasmado, pois já em outras oportunidades havia sido Conselheiro Espiritual das ENS.Como em agosto, mês das vocações, a paróquia estava aberta a participação dos leigos fui convidado a falar sobre as CNSE , dia 25 nas missas das 17:00h na capela Cristo Operário e ás 19:00h na Igreja , dia 26 nas missas das 09:00h e 19:00h na Igreja.
Integrantes do grupo da Capela Cristo Operário.
Paróquia São Vicente de Paulo
              Dia 25 estive bem acompanhado com as queridas irmãs ILKA e Irmã Wilma e dia 26 fui somente este irmão que vos escreve.Nossa comunicação foi muito boa e conseguimos encaminhar 2 grupos, 1 na Igreja e 1 na Capela.Padre Werner, muito entusiasmado, agendou a primeira reunião do grupo da Igreja para o dia 31.08 (sexta) e o o grupo da Capela para 01.09(sábado).
              Pois hoje, dia 31.08, realizamos o primeiro encontro e foi um sucesso.Tivemos a presença de 09 integrantes mas o grupo deverá contar com mais integrantes que não puderam comparecer nesta reunião.Amanhã, as 15:h teremos a primeira reunião do Grupo da Capela que será chamado CNSE Cristo Operário.
               
Ilka, Irmã Wilma, Padre Werner, Judith, do Hélio(ENS) e este que vos escreve.
 
          
             Como sempre, pedimos as orações de todos para que o Espírito Santo nos ilumine e que Maria nos acompanha na caminhada.
Fraternal abraço,
Paulo, da Carmen Lúcia