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domingo, 1 de outubro de 2017

Maravilhoso encontro de grupos 2017

Alguns depoimentos:

 Realmente foi uma graça  poder participar de um momento tão especial e importante.Rever os amigos e partilhar as palestras e os momentos criativos são ferramentas para podermos crescer como comunidade e aperfeiçoar nossa evangelização. Obrigada a todos e todas que estiveram envolvidos nesse evento.Padre QUERINO e Irmã WILMA de modo especial. E amei conhecer a Igreja (linda) e a Vila Nova! Obrigada


 Bom dia amigos em Cristo. Foi maravilhoso partilhar parte do sábado com vocês das comunidades  CNSE,  durante o encontro foi possível em meio as dinâmicas conhecer um pouco mais algumas amigas de fé e de amor em Cristo. Obrigada ao Pe.Querino, irmã Wilma, Paulo e Carmen, que prepararam com tanto carinho esse Encontro maravilhoso. Obrigada ao casal Alexandre/Alana que sempre estão conosco apoiando. Obrigada as minhas irmãs das Comunidade Mãe Admirável e Comunidade São José , pelo cuidado e carinho na preparação do ambiente.Obrigada as Comunidades que vieram à nossa casa,  foi um prazer recebê-los aqui.Obrigada a Deus por fazer parte  dessa família CNSE. 🙏🙏🙏🙏🙂😃😍😘

O nosso retiro foi maravilhoso foi abençoado Agradeço toda equipe que Deus os abençoe.  GRATIDÃO e todos os grupos um beijo com todo o meu carinho 🙏🏼😘👏👏👏👍🏽👍🏽👍🏽


 Foi um dia muito especial e agradeço a Deus por ter permitido que  não chovesse e por ter pessoas tão maravilhosas para preparar tudo isso.
Parabéns ao grupo da São José. Vocês são uns amados

 Amei o encontro sempre é muito bom fomos bem recebidos muito bem organizado.que Deus abençoe o padre Querino , o Paulo a Carmem Lúcia . Muito obrigado a toda a equipe da Vila Nova Parabens
 E a minha querida irmã Wilma que Deus a abençoe!!




segunda-feira, 12 de junho de 2017

Nosso Retiro Espiritual 2017

      Foi com grande alegria que vivemos o nosso Retiro anual,  já programado e ansiosamente esperado em nossa agenda anual de eventos.O Retiro é um dos COMPROMISSOS exigidos pelo movimento das CNSE. 
Tanto a Irmã Wilma como o Padre Quirino tiveram palavras de extrema importância na nossa caminhada espiritual.
As refeições partilhadas, onde cada um(a) trouxe sua contribuição , foi linda!
               Obrigado pela sua presença!!

Padre Quirino e as Orientadoras Espitituais abençoando os presentes











quarta-feira, 15 de março de 2017

REUNIÃO PREPARATÓRIA E MOMENTOS DA REUNIÃO MENSAL

 Nenhuma reunião deve ocorrer de forma improvisada. 


 Por isso, a partir da 3ª. reunião e com antecedência de 5 a 8 dias da reunião formal, deve ocorrer a  reunião preparatória.

 Devem participar o coordenador, o animador do mês e sempre que possível o SCE ou orientador/a espiritual, para: 

- avaliação da reunião anterior 
- correções de rumo quando necessário 




SEQÜÊNCIA DA REUNIÃO MENSAL 


 - Acolhida – ambiente alegre e descontraído.
 - Momento da Oração – conduzido pelo SCE ou OE. Na ausência destes, pelo Coord.
            Ruptura – canto ou breves palavras do SCE ou OE (ou Mt. 18, 19-20).
            Invocação ao Espírito Santo
Texto de meditação (preferencialmente o texto constante do tema do mês) ou da liturgia do dia.
            Orações espontâneas – louvor e agradecimento.
            Intenções particulares
            Oferecimento das preces  (sce ou coordenador)
            Oração litúrgica (sce ou coord. - salmo ou oração)
 - Momento de co-participação  (conduzido pelo coordenador)
 - Momento do tema de estudos (troca de idéias)
 - Momento do lanche (refeição)
 - Avisos (noticias recebidas da coordenação regional ou local,   data da próxima reunião,    avaliação da reunião, benção final)






Fonte:
SUBSÍDIOS PARA:

INFORMAÇÃO / SESSÃO DE FORMAÇÃO / EACGs.

                 BASEADO NO LIVRO: PROPOSTA DO MOVIMENTO – RESUMO DAS
                                                        ORIENTAÇÕES GERAIS

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Hoje é um dia para pedir a graça e a docilidade ao Espírito Santo.

Papa: Reino de Deus cresce com a docilidade, não com organogramas

O Reino de Deus foi tema da homilia do Papa em 25/10/16 - OSS_ROM
25/10/2016 10:19
Cidade do Vaticano (RV) – Para que o Reino de Deus cresça, o Senhor requer a todos a docilidade. Esta foi a exortação que o Papa Francisco dirigiu aos fiéis na Missa matutina (25/10) na Casa Santa Marta.
 
Bem-aventurados aqueles que “caminham na Lei do Senhor”. O Papa iniciou a sua homilia destacando que a Lei não é somente para estudá-la, mas para “caminhá-la”. E acrescentou que a Lei “é para a vida, é para ajudar a fazer o Reino, a fazer a vida”. Hoje, disse ainda Francisco, o Senhor “nos diz que também o Reino está em caminho”:
“O que é o Reino de Deus? Eh, talvez o Reino de Deus seja uma estrutura bem feita, tudo em ordem, organogramas bem feitos, tudo.... e aquilo que não entra ali, não é o Reino de Deus. Não. Com o Reino de Deus acontece o mesmo que pode acontecer com a Lei: o ‘imobilismo’, a rigidez … A lei é para caminhá-la, o Reino de Deus está em caminho. Não é estático. E mais: o Reino de Deus ‘se faz’ todos os dias’”.
Jesus, retomou o Papa, fala em suas parábolas de “coisas da vida cotidiana”: o fermento que “não permanece fermento”, porque, no final, “se mistura com a farinha”, está portanto “em caminho e faz o pão”. E depois a semente que “não permanece semente” porque “morre e dá vida à árvore”. “Fermento e semente – observou Francisco – estão em caminho para fazer algo”, mas para fazer isto, “morrem”. “Não é um problema de pequenez, de pouca ou grande coisa. É um problema – destacou o Pontífice – de caminho, e no caminho acontece a transformação”.
Devemos ser dóceis ao Espírito Santo
Alguém que vê a Lei e não caminha, advertiu, tem uma atitude fixa, “uma atitude de rigidez”: 
“Qual é o comportamento que o Senhor nos pede para que o Reino de Deus cresça e seja pão para todos e habitação, também, para todos? A docilidade. O Reino de Deus cresce com a docilidade à força do Espírito Santo. A farinha deixa de ser farinha e se torna pão, porque é dócil à força do fermento, e o fermento se deixa amassar com a farinha... não sei, a farinha não tem sentimentos, mas deste deixar-se amassar se pode pensar que há algum sofrimento ali, não? E depois, se deixa assar. Mas, também o Reino... mas o Reino cresce assim, e ao final é alimento para todos”.
“A farinha é dócil ao fermento”, cresce e o Reino de Deus “é assim”. “O homem e a mulher dóceis ao Espírito Santo – afirmou o Papa – crescem e são dom para todos. Também a semente é dócil para ser fértil, e perde a sua entidade de semente e se torna outra coisa, muito maior: se transforma”. Assim é o Reino de Deus: “em caminho”. Em caminho “rumo à esperança”, “em caminho em direção à plenitude”.
Rigidez
O Reino de Deus, disse ainda, “se faz todos os dias, com a docilidade ao Espírito Santo, que é aquele que une o nosso pequeno fermento ou a pequena semente à força, e o transforma para fazer crescer”. Se, ao invés, não caminhamos, nos tornamos rígidos e “a rigidez nos faz órfãos, sem Pai”:
“O rígido tem somente patrões, não um pai. O Reino de Deus é como uma mãe que cresce e fecunda, doa a si mesma para que os filhos tenham comida e teto, de acordo com o exemplo do Senhor. Hoje é um dia para pedir a graça e a docilidade ao Espírito Santo. Muitas vezes somos dóceis aos nossos caprichos, aos nossos juízos. ‘Mas, eu faço o que quero...’...Assim o Reino não cresce, tampouco nós. Será a docilidade ao Espírito Santo que nos fará crescer e transformar como o fermento e a semente. Que o Senhor nos dê a todos a graça desta docilidade”.
(bf/rb)

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

10 anos da partida de Dona Nancy para a vida eterna.

Dona Nancy 
“Não existem dois caminhos para a vida eterna: um para todos e outro para os que recebem um chamado especial. Todos são chamados a seguir Jesus mais de perto, a responder da melhor forma possível aos dons de Deus, a ser perfeitos em sua situação de vida. De todos Cristo espera resposta generosa e entrega total. Não espera um amor qualquer, mas o máximo amor de que somos capazes”. (padre Flávio Cavalca de Castro – na meditação do dia 15 de agosto).


Queridos irmãos

No dia 15 de agosto completaremos 10 anos da partida de d. Nancy para a vida eterna.
O que dizer sobre essa mulher maravilhosa, valorosa e com tantos predicados? Pensamos que a reflexão feita pelo padre Flávio sobre o evangelho do dia retrata d. Nancy. Ela respondeu com muito amor, desapego e generosidade aos dons recebidos de Deus.
Entregou sua vida  (junto com seu marido, dr. Pedro) em favor dos irmãos e permitiu que milhares de pessoas fossem mais felizes e procurassem fazer o mesmo.

Por isso, só podemos louvar e bendizer a Deus por nos ter dado d. Nancy. Que ela, lá do céu, olhe pelas Comunidades Nossa Senhora da Esperança e que saibamos ser cada vez mais generosos, disponíveis e confiantes na bondade e misericórdia de Deus para seguirmos seu exemplo.

No próximo Voz da Esperança vocês terão oportunidade de ver um artigo sobre d. Nancy, escritos por Cleide e Valentim, que trabalharam com ela desde o início do Movimento e foram seus grande amigos e colaboradores.

Valentim, Dona Nancy e Cleide
No nosso site www.cnse.org.br já estamos com os Documentos Normativos atualizados, graças também à colaboração de Cleide e Valentim. Assim que entrarem no site verão a chamada. Não deixem de ler e avisar seus colegiados e coordenadores de grupo. É importante manter-se atualizado sempre.

Apesar de termos respondido a cada um dos relatórios que nos chegaram, gostaríamos de agradecer a todos pelo envio e também por termos percebido um grande avanço na forma de se comunicarem conosco. A caminhada do Movimento está se solidificando, com percalços, como todas as caminhadas, mas com o olhar fixo no Senhor. Ficamos felizes. Não completamente, porém, porque, por mais que tenhamos pedido, ficamos novamente sem receber alguns. E, desculpem o desabafo, nem ao menos uma palavra de explicação.

Finalmente, palavras do Papa Francisco para os Pais, neste domingo dedicado a eles: “Os pais devem saber ser pacientes. Às vezes, não há outra coisa a fazer que não seja esperar, rezar e esperar com paciência, doçura, magnanimidade, misericórdia. Um bom pai sabe esperar e sabe perdoar.” (audiência de 4 de fevereiro de 2015).
Que Deus abençoe todos os pais e suas famílias!

Um carinhoso abraço




                                               Silvia e Chico

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Papa: Jesus nos dá a verdadeira alegria, não a riqueza


Papa durante a homilia - OSS_ROM
23/05/2016 10:54
Cidade do Vaticano (RV) - “O cristão vive na alegria e no estupor graças à ressurreição de Jesus Cristo”, disse o Papa Francisco na missa celebrada na manhã desta segunda-feira, (23/05), na Casa Santa Marta. 
 
Comentando a Primeira Carta de São Pedro Apóstolo, o Pontífice sublinhou que não obstante as provações, nunca nos será tirada a alegria “daquilo que Deus fez em nós. Regenerou-nos em Cristo e nos deu a esperança”. 
A carteira de identidade do cristão é a alegria do Evangelho
“Podemos caminhar rumo àquela esperança que os primeiros cristãos representavam como uma âncora no céu. Aquela esperança que nos dá alegria”, disse Francisco, que acrescentou:
“O cristão é um homem e uma mulher da alegria, um homem e uma mulher com a alegria no coração. Não existe cristão sem alegria! Mas, Padre, eu já vi tanta coisa! Não são cristãos! Dizem que são, mas não são! Falta-lhes alguma coisa. A carteira de identidade do cristão é a alegria, a alegria do Evangelho, a alegria de ter sido escolhido por Jesus, salvo por Ele, regenerado por Jesus. A alegria daquela esperança que Jesus espera de nós, a alegria que, nas cruzes e nos sofrimentos desta vida, se expressa de outra maneira que é a paz, na certeza de que Jesus nos acompanha. Está conosco”.
“O cristão faz esta alegria crescer com a confiança em Deus. Deus se lembra sempre de sua aliança. O cristão sabe que Deus se lembra dele, que Deus o ama, que Deus o acompanha, que Deus o espera. Esta é a alegria”, disse ainda o Papa.
É um mal servir a riqueza, no final faz-nos tristes
Francisco, assim, dirigiu sua atenção para a passagem do Evangelho de hoje que narra o encontro de Jesus com o jovem rico. Um homem, disse, que “não foi capaz de abrir o coração à alegria e escolheu a tristeza”, “porque possuía muitos bens”:
“Era apegado aos bens! Jesus nos disse que não se pode servir a dois senhores: ou serve a Deus ou serve as riquezas. As riquezas não são ruins em si mesmas: mas servir a riqueza, esse é o mal. O pobre homem foi embora triste... “Ele franziu a testa e retirou-se triste”. Quando em nossas paróquias, nas nossas comunidades, em nossas instituições, encontramos pessoas que se dizem cristãs e querem ser cristãs, mas são tristes, algo está errado. E nós devemos ajudá-las a encontrar Jesus, a tirar essa tristeza, para que possa se alegrar com o Evangelho, possa ter essa alegria que é própria do Evangelho”.
Ele se concentrou sobre a “alegria e o estupor”. “O estupor bom – disse o Papa – diante da revelação, diante do amor de Deus, diante das emoções do Espírito Santo”.
O cristão “é um homem, uma mulher de estupor”. Uma palavra, destacou, que volta hoje no final, “quando Jesus explica aos Apóstolos que aquele jovem tão bom não conseguiu segui-lo, porque ficou preso às riquezas”.
Quem pode ser salvo, se perguntam então os Apóstolos? A eles, o Senhor responde: “Impossível aos homens”, mas “não a Deus!”. 
Não buscar a felicidade em coisas que, no final, nos entristecem
A alegria cristã, portanto, “o estupor da alegria, de ser salvos de viver presos às coisas, à mundanidade – as muitas mundanidades que nos afastam de Jesus – isso pode ser superado somente com a força de Deus, com a força do Espírito Santo”:
“Peçamos hoje ao Senhor que nos dê o estupor diante Dele, diante das muitas riquezas espirituais que nos deu; e com este estupor nos dê a alegria, a alegria da nossa vida e de viver com paz no coração as inúmeras dificuldades; e nos proteja da busca da felicidade em muitas coisas que, no final, nos entristecem: prometem muito, mas não nos darão nada! Lembrem-se bem: um cristão é um homem e uma mulher de alegria, de alegria no Senhor; um homem e uma mulher de estupor”.
(MJ/SP/BF)

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Francisco: Deus não conhece a palavra “descartar”


Francisco abençoa os fiéis durante a passagem com o papamóvel - OSS_ROM
04/05/2016 11:13
Cidade do Vaticano (RV) – “Deus não conhece a atual ‘cultura do descarte’, isso não pertence a Ele”. Esta foi a reflexão do Papa Francisco durante a Audiência geral desta quarta-feira, (04/05), na Praça São Pedro.
 
Ao interpretar a parábola da ovelha perdida, o Pontífice reiterou que devemos refletir sobre ela com mais frequência e fez uma advertência aos cristãos: “não devemos ficar fechados, senão teremos cheiro de mofo. Devemos sair”.
Jesus se utiliza da parábola para a compreensão de todos sobre a Sua proximidade dos pecadores, que não deve ser motivo de escândalo. “Ao contrário” – sublinhou o Papa – deve “provocar em todos uma séria reflexão de como vivemos a nossa fé”.
O estilo de Deus
“O ensinamento que Jesus nos quer transmitir é que nenhuma ovelha pode se desgarrar. O Senhor não pode se resignar ao fato que mesmo uma só pessoa possa se perder. O agir de Deus é aquele de quem vai em busca dos filhos perdidos para depois festejar e rejubilar o reencontro junto com todos”, disse o Pontífice.
O critério de Jesus não se mede pelo peso que 99 ovelhas têm na balança contra uma só. “Estejamos todos conscientes: a misericórdia para com os pecadores é o estilo com o qual Deus age, e à tal misericórdia Ele é absolutamente fiel: nada nem ninguém poderá desviá-Lo da sua vontade de salvação”, afirmou Francisco.
Deus nos aguarda onde Ele está
“Deus não conhece a nossa atual ‘cultura do descarte’, isso não pertence a Ele. Deus não descarta nenhuma pessoa, ama todos, vai em busca de todos, todos, um por um, ele não conhece esta palavra ‘descartar’ as pessoas porque é Todo amor e Todo misericórdia”.
Para encontrar Cristo, devemos estar conscientes de que seu rebanho está sempre em caminho: não é proprietário do Senhor, e não pode se iludir em aprisiona-Lo em nossos esquemas e estratégias.
“O pastor será encontrado lá onde está a ovelha perdida. Portanto, o Senhor deve ser buscado lá onde Ele quer nos encontrar, não onde nós pretendemos encontrá-Lo”, discerniu o Papa.
Cristãos com cheiro de mofo
Francisco falou ainda de lugares vazios, de alguém que foi embora e deixou a comunidade cristã. “Às vezes, isso é desencorajante e leva a pensar que seja uma perda inevitável. É então que corremos o perigo de nos fecharmos dentro do redil, onde não haverá cheiro de ovelhas, mas de mofo. Nós cristãos não devemos estar fechados senão teremos cheiro de mofo. Devemos sair”, exortou o Papa.
“Isto devemos entender bem – concluiu Francisco – para Deus ninguém está definitivamente perdido. Nunca, até o último momento, Deus nos procura. Pensem ao bom ladrão...”.
(rb)