Mostrando postagens com marcador alegria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alegria. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

10 anos da partida de Dona Nancy para a vida eterna.

Dona Nancy 
“Não existem dois caminhos para a vida eterna: um para todos e outro para os que recebem um chamado especial. Todos são chamados a seguir Jesus mais de perto, a responder da melhor forma possível aos dons de Deus, a ser perfeitos em sua situação de vida. De todos Cristo espera resposta generosa e entrega total. Não espera um amor qualquer, mas o máximo amor de que somos capazes”. (padre Flávio Cavalca de Castro – na meditação do dia 15 de agosto).


Queridos irmãos

No dia 15 de agosto completaremos 10 anos da partida de d. Nancy para a vida eterna.
O que dizer sobre essa mulher maravilhosa, valorosa e com tantos predicados? Pensamos que a reflexão feita pelo padre Flávio sobre o evangelho do dia retrata d. Nancy. Ela respondeu com muito amor, desapego e generosidade aos dons recebidos de Deus.
Entregou sua vida  (junto com seu marido, dr. Pedro) em favor dos irmãos e permitiu que milhares de pessoas fossem mais felizes e procurassem fazer o mesmo.

Por isso, só podemos louvar e bendizer a Deus por nos ter dado d. Nancy. Que ela, lá do céu, olhe pelas Comunidades Nossa Senhora da Esperança e que saibamos ser cada vez mais generosos, disponíveis e confiantes na bondade e misericórdia de Deus para seguirmos seu exemplo.

No próximo Voz da Esperança vocês terão oportunidade de ver um artigo sobre d. Nancy, escritos por Cleide e Valentim, que trabalharam com ela desde o início do Movimento e foram seus grande amigos e colaboradores.

Valentim, Dona Nancy e Cleide
No nosso site www.cnse.org.br já estamos com os Documentos Normativos atualizados, graças também à colaboração de Cleide e Valentim. Assim que entrarem no site verão a chamada. Não deixem de ler e avisar seus colegiados e coordenadores de grupo. É importante manter-se atualizado sempre.

Apesar de termos respondido a cada um dos relatórios que nos chegaram, gostaríamos de agradecer a todos pelo envio e também por termos percebido um grande avanço na forma de se comunicarem conosco. A caminhada do Movimento está se solidificando, com percalços, como todas as caminhadas, mas com o olhar fixo no Senhor. Ficamos felizes. Não completamente, porém, porque, por mais que tenhamos pedido, ficamos novamente sem receber alguns. E, desculpem o desabafo, nem ao menos uma palavra de explicação.

Finalmente, palavras do Papa Francisco para os Pais, neste domingo dedicado a eles: “Os pais devem saber ser pacientes. Às vezes, não há outra coisa a fazer que não seja esperar, rezar e esperar com paciência, doçura, magnanimidade, misericórdia. Um bom pai sabe esperar e sabe perdoar.” (audiência de 4 de fevereiro de 2015).
Que Deus abençoe todos os pais e suas famílias!

Um carinhoso abraço




                                               Silvia e Chico

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Papa: Jesus nos dá a verdadeira alegria, não a riqueza


Papa durante a homilia - OSS_ROM
23/05/2016 10:54
Cidade do Vaticano (RV) - “O cristão vive na alegria e no estupor graças à ressurreição de Jesus Cristo”, disse o Papa Francisco na missa celebrada na manhã desta segunda-feira, (23/05), na Casa Santa Marta. 
 
Comentando a Primeira Carta de São Pedro Apóstolo, o Pontífice sublinhou que não obstante as provações, nunca nos será tirada a alegria “daquilo que Deus fez em nós. Regenerou-nos em Cristo e nos deu a esperança”. 
A carteira de identidade do cristão é a alegria do Evangelho
“Podemos caminhar rumo àquela esperança que os primeiros cristãos representavam como uma âncora no céu. Aquela esperança que nos dá alegria”, disse Francisco, que acrescentou:
“O cristão é um homem e uma mulher da alegria, um homem e uma mulher com a alegria no coração. Não existe cristão sem alegria! Mas, Padre, eu já vi tanta coisa! Não são cristãos! Dizem que são, mas não são! Falta-lhes alguma coisa. A carteira de identidade do cristão é a alegria, a alegria do Evangelho, a alegria de ter sido escolhido por Jesus, salvo por Ele, regenerado por Jesus. A alegria daquela esperança que Jesus espera de nós, a alegria que, nas cruzes e nos sofrimentos desta vida, se expressa de outra maneira que é a paz, na certeza de que Jesus nos acompanha. Está conosco”.
“O cristão faz esta alegria crescer com a confiança em Deus. Deus se lembra sempre de sua aliança. O cristão sabe que Deus se lembra dele, que Deus o ama, que Deus o acompanha, que Deus o espera. Esta é a alegria”, disse ainda o Papa.
É um mal servir a riqueza, no final faz-nos tristes
Francisco, assim, dirigiu sua atenção para a passagem do Evangelho de hoje que narra o encontro de Jesus com o jovem rico. Um homem, disse, que “não foi capaz de abrir o coração à alegria e escolheu a tristeza”, “porque possuía muitos bens”:
“Era apegado aos bens! Jesus nos disse que não se pode servir a dois senhores: ou serve a Deus ou serve as riquezas. As riquezas não são ruins em si mesmas: mas servir a riqueza, esse é o mal. O pobre homem foi embora triste... “Ele franziu a testa e retirou-se triste”. Quando em nossas paróquias, nas nossas comunidades, em nossas instituições, encontramos pessoas que se dizem cristãs e querem ser cristãs, mas são tristes, algo está errado. E nós devemos ajudá-las a encontrar Jesus, a tirar essa tristeza, para que possa se alegrar com o Evangelho, possa ter essa alegria que é própria do Evangelho”.
Ele se concentrou sobre a “alegria e o estupor”. “O estupor bom – disse o Papa – diante da revelação, diante do amor de Deus, diante das emoções do Espírito Santo”.
O cristão “é um homem, uma mulher de estupor”. Uma palavra, destacou, que volta hoje no final, “quando Jesus explica aos Apóstolos que aquele jovem tão bom não conseguiu segui-lo, porque ficou preso às riquezas”.
Quem pode ser salvo, se perguntam então os Apóstolos? A eles, o Senhor responde: “Impossível aos homens”, mas “não a Deus!”. 
Não buscar a felicidade em coisas que, no final, nos entristecem
A alegria cristã, portanto, “o estupor da alegria, de ser salvos de viver presos às coisas, à mundanidade – as muitas mundanidades que nos afastam de Jesus – isso pode ser superado somente com a força de Deus, com a força do Espírito Santo”:
“Peçamos hoje ao Senhor que nos dê o estupor diante Dele, diante das muitas riquezas espirituais que nos deu; e com este estupor nos dê a alegria, a alegria da nossa vida e de viver com paz no coração as inúmeras dificuldades; e nos proteja da busca da felicidade em muitas coisas que, no final, nos entristecem: prometem muito, mas não nos darão nada! Lembrem-se bem: um cristão é um homem e uma mulher de alegria, de alegria no Senhor; um homem e uma mulher de estupor”.
(MJ/SP/BF)

sexta-feira, 22 de abril de 2016

"AMAR CONCRETAMENTE QUEM ESTÁ AO NOSSO LADO"


Com o amor não se fazem  planos ou projetos para o futuro, deve ser vivido agora, no presente.

Não posso e não devo pensar em amar idealmente, esperando uma oportunidade. O amor cristão, que é serviço,  se atua com o arregaçar das mangas, com as forças, com a mente e com a vontade no momento presente da vida.

Devo começar por quem está ao meu lado agora, nesse instante: em casa onde conheço os defeitos de todos é o primeiro desafio, depois, com cada próximo que encontre durante o dia.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

1º Encontro de Orientadoras Espirituais

 
da esquerda para a direita: Paulo; Irmã Wilma; Irmã Cléria, Irmã Hedi; Irmã Norma; Irmã Gema; Irmã Sandra.


Estimadas Irmãs e Irmãos das CNSE-RS.
               Realizamos na tarde de 20/10/2015 o nosso primeiro encontro reunindo as Orientadoras Espirituais das CNSE-RS. 

               Irmã Cléria, O.E do Grupo Nossa Senhora da Saúde, gentilmente se prontificou a nos receber na sua casa no Lar das Irmãs de Santa Catarina.
               Em uma tarde de um dia imprevisível quanto ao clima, iniciamos este momento, inédito mas muito necessário, cujo objetivos era de realizar uma integração das nossas queridas religiosas Orientadoras Espirituais.

               Iniciamos com uma espiritualidade preparada pela Irmã Cléria, seguida de apresentações com uma breve coparticipação sobre a vida religiosa. Posteriormente, conversamos e esclarecemos dúvidas sobre as atribuições do Conselheiro/Orientador Espiritual, situação das CNSE no Brasil, os grupos no RS, comunicação e preparativos sobre o Encontro Final de Ano que será realizado em 05/12/2015 (local a ser confirmado). Também solicitamos e todas aceitaram em participar da equipe de liturgia sob a coordenação da Irmã Wilma.

               Estiveram presentes: Paulo da Carmen Lúcia(Coordenador Regional); Irmã Wilma(Colegiado Regional e N.Sra.Medianeira), Irmã Cléria(N.Sra.Saúde), Irmã Norma(Santa Ana), Irmã Sandra(São Carlos), Irmã Hedi(N.Sra.Conceição),Irmã Gema(São José). Nossas queridas Irmãs Amábile(N.Sra.Mãe Admirável) e Irmã Rita(S.Vicente Mártir) não puderam comparecer em virtude de outros compromissos inadiáveis anteriormente assumidos.

               Encerramos com a Oração de Nossa Senhora da Esperança e compromissados em agendar para o próximo ano um novo encontro com as Orientadoras e  Conselheiros Espirituais.

               Nossos agradecimentos à Irmã Cléria pela gentil acolhida na sua residência.

Com carinho,

Carmen Lúcia e Paulo

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

"Onde há VIDA COMUNITÁRIA, há ALEGRIA"

   Estimados Irmãos e Irmã
​s​
 em Cristo,



                    "Onde há VIDA COMUNITÁRIA, há ALEGRIA" - Estas palavras proferidas pelo Santo Papa Francisco serviram de tema para o Retiro anual das CNSE-RS conduzido pelo Conselheiro Espiritual Regional Padre Querino, dia 03/10/2015, nas dependências do Instituto Santa Luzia - Porto Alegre(RS).

                    A alegria do encontro de irmãos na presença de Cristo e Maria para um momento de reflexão e oração era tudo o que todos queriam e nem foi percebido o dia fechado que prometia frio e chuva. O acolhimento fraterno da equipe de trabalho com um carinhoso abraço foi se irradiando a todos que iam chegando para um delicioso café
​;​
 chá
​;​
 chimarrão e bolachinhas de boas-vindas.

                   A Espiritualidade
​,​
 preparada e conduzida pela Irmã Wilma
​,​
 
​inspirada na​
 Oração do
​s​
 5 Dedos
​,​
 de autoria do Papa Francisco
​, retomou as atividades para um momento de oração e meditação​
. Logo a seguir Padre Querino iniciou uma reflexão destacando entre tantos assuntos: "Arrume seu armário interior";"Cardeal François Van Thuan";"5 pães e 2 peixes: é o que tenho para dar(Jo 6, 1ss)"; e o
​s​
 surpreendente
​s​
 divinos "Defeitos de Jesus". Padre Querino com seu carisma, bom-humor e riqueza dos assuntos escolhidos cativou a atenção e escuta e abri
​ndo o​
 coração das presentes para uma profunda e participativa partilha com a manifestação de belos e emocionantes depoimentos de fé e vida.
                   Após a celebração da Santa Missa na bela capela do local que nos acolhia  nos dirigimos a sala preparada para a refeição onde degustamos variados e deliciosos pratos doces e salgados carinhosamente preparados.Nosso almoço foi um momento marcado pela alegria do reencontro da grande comunidade das comunidades das CNSE-RS. 

                   À tarde,  após a continuidade do momento de reflexão realizamos o terço Mariano itinerante pelas dependências do local com  a participação das integrantes nas invocações das preces e orações. Após o lanche da tarde nos despedimos na certeza de voltarmos aos nossos lares reabastecidos e com Cristo e Maria em nossos corações.
                   Nossos agradecimentos aos 5
​6​
 integrantes dos grupos e convidadas que se fizeram presentes, inclu
​ido​
 4 religiosas Orientadoras Espirituais, à equipe de trabalho, Padre Querino, Irmã Wilma, Ogledes, Alexandre da Alana que muito contribuíram para o sucesso do nosso retiro e crescimento espiritual.

                  Nosso especial agradecimento as Irmãs Vicentinas,na pessoa da Irmã Salete, que gentilmente nos disponibilizaram as dependências do Instituto Santa Luzia para a realização do evento, e à jovem Deise, atuante na Paróquia do Divino Espírito Santo, pela disponibilidade em animar nosso retiro entoando cânticos com sua bela voz acompanhada de violão.
​                  Finalizando, Louvemos e bendigamos Deus Pai, Filho e Espírito Santo e a intercessão e proteção da Mãe Maria, Apóstolos, Anjos e todos os Santos.Amém.​

Com carinho,

Carmen Lúcia e Paulo 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Seja muito bem-vinda às CNSE, Irmã Gema!

Exibindo Grupo São José - Irmã Gema_2015-07-28-22-53-49.png
 Irmã Gema; Irmã Terezinha; Edelvira e Ogledes.
Estimados Irmãos e Irmãs das CNSE-RS,


            Seja muito bem-vinda às CNSE, Irmã Gema! No dia de hoje estivemos em visita a Irmã Gema, nova OE do Grupo São José da Vila Nova.Irmã Gema pertence a Congregação das Irmãs de São José - Chamberi, desde 17.05.1961, e reside nas casa das Congregação na rua Cachoeira, no bairro Nonoai.Juntamente coma Irmã Hedi, OE do Grupo Conceição, a Irmã Gema é a segunda OE das Irmãs de São José que integram o nosso Movimento!

            Como o grupo estava sem Orientadora Espiritual, Edelvira, sabedora da presença das Irmãs na vizinhança da sua residência, tomou a iniciativa e, juntamente com a Ogledes, agendaram uma visita para formalizarem o convite! Após falarem um pouco sobre as CNSE e o Grupo, o convite foi logo aceito pela Irmã que gostou muito e se identificou com a proposta do Movimento.
Exibindo Grupo S José 2015-04-23 21.24.42.png            No encontro de hoje tivemos a satisfação de conhecê-la pessoalmente e repassarmos mais algumas informações sobre as CNSE. Fomos muito recebidos por todas as moradoras da casa e na oportunidade saboreamos um delicioso suco preparado pela Irmã Terezinha.Nossos agradecimentos às queridas Irmãs de São José.

Com carinho, Carmem Lúcia e Paulo

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Sigamos o caminho dos magos: Meditação sobre o Evangelho da Epifania

Imagem
Experimentemos percorrer o caminho dos magos como se fosse uma crónica da alma. 
O primeiro passo está em Isaías: «Levanta a cabeça e vê». Saber sair dos esquemas, saber correr atrás de um sonho, de uma intuição do coração, olhando mais além.
O segundo passo: caminhar. Para encontrar o Senhor é preciso viajar, com a inteligência e com o coração. É preciso procurar, de livro em livro, mas sobretudo de pessoa em pessoa. Então estaremos vivos.
O terceiro passo: procurar juntos. Os magos (não «três», mas «alguns», segundo o Evangelho) são um pequeno grupo que olha na mesma direção, fixam o céu e os olhos das criaturas, atentos às estrelas e atentos uns aos outros.
O quatro passo: não ter medo dos erros. O caminho dos magos está cheio de enganos: chegam à cidade errada; falam da Criança com o homicida das crianças; perdem a estrela, procuram um rei e encontram um bebé, não no trono mas entre os braços da mãe.
E no entanto não se rendem aos seus erros, têm a infinita paciência de recomeçar, até que, ao verem a estrela, experimentam uma enorme alegria. Deus seduz sempre porque fala a linguagem da alegria.
http://www.snpcultura.org/sigamos_o_caminho_dos_magos_meditacao_sobre_evangelho_epifania.html

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

“A alegria de sair para buscar os irmãos e as irmãs que estão distantes: esta é a alegria da Igreja, evidenciou Francisco. Ali a Igreja se torna mãe, se torna fecunda”

◊  
 

Cidade do Vaticano (RV) - "A alegria da Igreja é ser mãe, procurar as ovelhas perdidas”, disse o Papa na missa matutina desta terça-feira, 09, na Casa Santa Marta. O Papa reiterou que a Igreja não precisa ter um organograma perfeito se for triste e fechada, se não for mãe. E convidou os cristãos a serem “alegres” com a consolação da ternura de Jesus. 

Francisco iniciou sua homilia citando a primeira leitura, quando o Profeta Isaías fala do fim da tribulação de Israel depois do exílio na Babilônia: “O povo precisa de consolação; a presença do Senhor consola”. Uma consolação que existe também na tribulação! “Todavia, advertiu Francisco, nós fugimos da consolação, não confiamos, ficamos acomodados em nossas coisas, em nossas faltas, em nossos pecados”.  
Francisco destaca que “a maior consolação é a da misericórdia e do perdão”. Dirigindo o pensamento ao final do XVI capítulo de Ezequiel, quando após “a lista dos muitos pecados do povo”, diz: “Mas eu não te abandono; eu te darei mais; esta será a minha vingança: o consolo e o perdão”, “assim é o nosso Deus”. 
Por isso, reafirmou: “è bom repetir: deixem-se consolar pelo Senhor, é o único que nos pode consolar”. A este ponto, o Pontífice refletiu sobre o Evangelho do dia, extraído de Mateus, que fala da parábula da ovelha perdida: 

“Eu me pergunto qual seja a consolação da Igreja. Assim como uma pessoa se consola quando sente a misericórdia e o perdão do Senhor, a Igreja faz festa, fica feliz quando sai de si mesma. No Evangelho, aquele pastor que sai, vai em busca da ovelha perdida, podia fazer as contas de um bom comerciante: com 99, não é um problema perder uma; o balanço… Perdas, ganhos… Mas tudo bem, pode ser assim. Mas não, tem um coração de pastor, sai para buscá-la até que a encontra e a festeja, fica feliz”.

“A alegria de sair para buscar os irmãos e as irmãs que estão distantes: esta é a alegria da Igreja, evidenciou Francisco. Ali a Igreja se torna mãe, se torna fecunda”:

“Quando a Igreja não faz isso, quando a Igreja para em si mesma, se fecha em si mesma, talvez bem organizada, um organograma perfeito, tudo no lugar, tudo limpo, mas falta alegria, falta festa, falta paz, e assim se torna uma Igreja desanimada, ansiosa, triste, uma Igreja que parece mais uma solteirona do que uma mãe, e essa Igreja não serve, é uma Igreja de museu. A alegria da Igreja é parir; a alegria da Igreja é sair de si mesma para dar vida; a alegria da Igreja é ir em busca daquelas ovelhas que estão perdidas; a alegria da Igreja é justamente aquela ternura do pastor, a ternura da mãe”.
O fim do trecho de Isaías, explicou, “retoma esta imagem: como pastor ele apascenta o rebanho, e com o seu braço o reúne”. Esta é a alegria da Igreja, disse o Papa, “sair de si mesma e se tornar fecunda”:

“O Senhor nos dê a graça de trabalhar, de ser cristãos alegres na fecundidade da mãe Igreja e nos proteja de cair na atitude desses cristãos tristes, impacientes, desanimados, ansiosos, que têm tudo perfeito na Igreja, mas não têm ‘filhos’. Que o Senhor nos console com a consolação de uma Igreja mãe que sai de si mesma e nos console com a consolação da ternura de Jesus e de sua misericórdia no perdão dos nossos pecados”.   
(CM/BF)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Papa: "Palavra de Deus deve ser 'ouvida' e praticada"


◊    

Cidade do Vaticano (RV) – “A vida cristã é simples: ouvir a Palavra de Deus e a por em prática; não se limitar a ‘ler’ o Evangelho, mas questionar-se sobre como suas palavras falam à nossa vida”. Este foi o ponto central da homilia do Papa Francisco, na missa da manhã desta terça-feira, 23, na Casa Santa Marta. 

As palavras que Jesus dizia pareciam novas, tocavam o coração. Muitos colhiam ‘a força da salvação’ que elas anunciavam. Por isso, as multidões acompanhavam Jesus. Muitos, no entanto, o seguiam somente por ‘conveniência’, sem pureza de coração, apenas pela vontade de ‘parecer bons’. 

“Em dois mil anos – admitiu o Papa – este cenário não mudou muito. Ainda hoje, muitos escutam Jesus como os nove leprosos do Evangelho que, felizes por terem readquirido saúde, se esqueceram de Jesus, que a tinha lhes dado". 

"Mas Jesus continuava a falar às pessoas e a amar o povo, ao ponto que disse ‘Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem as palavras de Deus e as põem em prática’. Estas são as duas condições para seguir Jesus; esta é a vida cristã, nada mais. É simples”.

Para ouvir a Palavra de Deus é suficiente abrir a Bíblia, o Evangelho. Mas estas páginas não devem ser lidas, mas ouvidas. “Ouvir a Palavra de Deus – repetiu o Papa – é ler e se perguntar: ‘O que ela diz ao meu coração? O que Deus está me dizendo, com estas palavras? E a nossa vida vai mudando”. 


“Cada vez que fazemos isso - abrimos o Evangelho, lemos uma passagem e nos perguntamos: 'Com isso Deus fala para mim, me diz alguma coisa? E se diz alguma coisa, o que Ele me diz?’ – isso é escutar a Palavra de Deus, escutá-la com os ouvidos e escutá-la com o coração. Abrir o coração à Palavra de Deus. Os inimigos de Jesus ouviam a palavra de Jesus, mas estavam perto dele para encontrar um erro, fazer com que deslizasse, e que perdesse a autoridade. Mas nunca se perguntavam: “O que Deus está dizendo para mim nesta Palavra?’ E Deus não fala só para todos: sim, fala a todos, mas fala a cada um de nós. O Evangelho foi escrito para cada um de nós”.

Claro, prossegue o Papa Francisco, colocar em prática o que se ouviu “não é fácil”, porque “é mais fácil viver tranquilamente sem se preocupar com as exigências da Palavra de Deus”. Pistas concretas para fazê-lo, recorda, são os Mandamentos, as Bem-aventuranças. Contando sempre, acrescenta, com a ajuda de Jesus, também quando o nosso coração escuta, mas faz de conta que não entende. Ele, conclui o Papa, “é misericordioso e perdoa todos”, “espera todos porque é paciente”:

“Jesus recebe todos, também aqueles que vão para ouvir a Palavra de Deus e depois o traem. Pensemos em Judas. 'Amigo, lhe diz, naquele momento em que Judas o trai. O Senhor sempre semeia a sua Palavra, somente pede um coração aberto para ouvi-la e boa vontade para colocá-la em prática. Por esta razão, então a oração de hoje, seja a do Salmo: “Guia-me Senhor no caminho de seus mandamentos’, isto é, no caminho da sua Palavra, e para que eu possa aprender com a sua guia a colocá-la em prática”. (CM-SP)

quinta-feira, 27 de março de 2014

EACG e MISSA de Reencontro

 Estimados Irmãos e Irmãs das CNSE,


             
Dia 22.03.2014 realizamos o nosso EACG - Encontro Anual de Coordenadores de Grupos e Missa de Reencontro 2014, nas dependências da Paróquia Nossa Senhora da Medianeira.
             O Encontro contou com a presença das Coordenadoras, Vice-Coordenadoras e Orientadoras Espirituais dos grupos das CNSE em Porto Alegre que trouxeram flores lindas e perfumadas para Nossa Senhora da Esperança.
             A acolhida inicial foi realizada pelos integrantes do colegiado liderada pelo novo Conselheiro Espiritual Regional das CNSE-RS, Padre Querino, que nos recebia nas dependências da sua paróquia.
             Iniciamos o Encontro com um momento de Espiritualidade conduzido pelo Padre Querino e Irmã Wilma rememorando o tema do nosso Retiro 2013 sobre a Transfiguração, ainda muito presente no coração de todos.
             Após a apresentação dos representantes dos grupos e dos membros do colegiado, seguiram-se as palestras sobre: Responsabilidade na Coordenação de Grupo ( Eunice e Milton); Histórico e Estrutura das CNSE (Carmen e Paulo); Comunicação (Alana e Alexandre) e encerrando os trabalhos da manhã um saboroso almoço regado a lasanhas e outros quitutes. 
             A tarde, após o almoço, Irmã Rita abrilhantou o Encontro com momentos de Espiritualidade através de dinâmicas de grupos o que animou a todos para a continuidade dos trabalhos. Em seguida continuamos com as palestras sobre: O Conselheiro/Orientadora Espiritual (Irmã Wilma); e os 4 momentos da Reunião de Grupo: Momento de Oração (Irmã Wilma); Momento de Coparticipação (Therezinha do Iderlei);Momento do Tema(Therezinha do Iderlei) e Momento do Lanche/Refeição(Carmen e Paulo).
             Após rezarmos a oração da Nossa Senhora da Esperança encerramos o Encontro com uma bela Missa de Reencontro, celebrada pelo Padre Querino, e que contou a presença de integrantes de todos os grupos(foto) e membros da comunidade.

Com carinho,

Carmen Lúcia e Paulo Rubens
CRR CNSE-RS

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Maravilhoso Dia de Reflexão 2013



Estimados Irmãos e Irmãs,

                Realizamos dia 23.11.2013 nosso Retiro anual ou Dia de Reflexão. Estiveram presentes,  entre integrantes de grupos e equipe de trabalho, 70 pessoas. Fomos muito bem recebidos pela Irmãs do Amor Divino da Comunidade Emaús representadas pela Irmãs Nilza e Delci. Nossa querida irmã Nilza, embora fragilizada por problemas de saúde, participou do evento até quando foi possível superar as dificuldades.
                O Retiro começou com um marcante momento de espiritualidade vivenciado pela realização de um terço meditado itinerante pelas belas dependências da casa que nos acolheu.
                O Tema escolhido para o Retiro foi sobre a "Transfiguração" e  muito bem apresentado pelo Padre Hermes, da Paróquia São José da Vila Nova e Conselheiro Espiritual de equipe das ENS. A Missa foi campal e celebrada pelo Padre Querino, da Paróquia Medianeira e Conselheiro de Grupo das CNSE.
                A refeição, muito saborosa, foi preparada com muito carinho pelo sempre disponível casal das ENS Rosânia e Adão e pelos pais do Alexandre da Alana, Elsa e Alziro. Contamos também com a ajuda  dos "Padrinhos" da carona, integrantes das ENS RS I: Mazzotti da Regina; Leo da Lídia e Maria de Lourdes e Estefano que gentilmente colocaram-se à disposição para transportar as participantes do evento.
                Foi um dia abençoado marcado pela oração, reflexão e a alegria do encontro dos grupos das CNSE-RS.
                Continuemos em oração pelo restabelecimento da saúde da Irmã Nilza e que ela em breve possa continuar sua missão  e  retornar ao pleno convívio conosco.

Com carinho,

CNSE-RS Colegiado Regional

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O mundo vive carente de alegria. Alegrai-vos no Senhor






O mundo vive carente de alegria.

Na exortação apostólica "A ALEGRIA DO EVANGELHO",
o Papa Francisco nos lembra que "a alegria do Evangelho
 enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus.
Os que se deixam salvar por Ele são libertados do pecado,
da tristeza, do vazio interior, do isolamento.
Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria". (Francisco)

As Leituras bíblicas são um convite muito forte para a ALEGRIA,
porque o Senhor, que esperamos, já está conosco e
com ele preparamos o Advento do seu Reino.
Por isso, o 3º domingo do Advento é chamado "Domingo da alegria".

A 1ª Leitura é um Hino à ALEGRIA. (Is 35,1-6a.10)

O profeta deseja despertar e fortalecer a esperança dos exilados.
O povo atravessava um dos piores períodos de sua história:
Jerusalém e o templo destruídos, o povo deportado na Babilônia.
Mesmo assim, o profeta prevê a ALEGRIA dos tempos messiânicos:
fala do deserto que vai florir, da tristeza que vai dar lugar à alegria,
Ele libertará os cegos, os coxos, os mudos de suas doenças...
* São SINAIS que indicam a chegada de um mundo novo,
onde não haverá mais lugar para a doença, a dor e o pranto..

Na 2ª Leitura, Tiago convida à espera com PACIÊNCIA. (Tg 5,7-10)

No Evangelho, Jesus mostra que o mundo novo anunciado pelo Profeta
já chegou. O texto tem 3 partes: (Mt 11,2-11)

1. A PERGUNTA de João Batista:
João Batista estava preso... por Herodes... por reprovar o seu comportamento...
No cárcere, ouve falar das obras de Cristo, tão diferente do que se esperava:
Ele anunciara um juiz severo que castigaria os pecadores...
Ao invés, defronta-se com alguém que se aproxima dos pecadores.
Perplexo, envia a Jesus dois discípulos com uma pergunta bem concreta:
   "És tu aquele que há de vir, ou devemos esperar por outro"?

2. A RESPOSTA de Jesus:
Jesus responde apontando seis sinais concretos de libertação,
já anunciados por Isaías há muito tempo:
   "Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo:
    cegos... paralíticos... leprosos... surdos... mortos... pobres evangelizados..."
    E acrescenta:  "Feliz quem não se escandalizar de mim..."
* Jesus mostra a João que as suas obras comprovam a era messiânica,
   mas sob a forma de atos de salvação, não de violência e castigo.
3. O TESTEMUNHO de Jesus sobre João:
- João Batista não é um CANIÇO que verga conforme o vento:
  não é um pregador oportunista que se adapta conforme a situação.
- Não é um CORRUPTO que vive na fortuna e no luxo...
- É muito mais que um PROFETA... "É o maior dos nascidos de mulher".
= Mas, com surpresa, acrescenta:
   "No entanto, o menor no Reino dos céus é maior do que ele".

* Os que já pertencem ao Reino transcendem àqueles
   que o precederam e prepararam.
   Declaração implícita da superioridade do Novo sobre o Antigo Testamento;
   da Igreja sobre a Sinagoga; da Lei de Cristo sobre a Lei de Moisés.

+ A Ação libertadora de Deus deve continuar na História
    através de gestos concretos dos seguidores de Cristo.

A resposta de Jesus a João Batista foi clara:
"Ide contar a João o que estais OUVINDO e VENDO..."
Pelos "sinais", que podiam ver e ouvir, Jesus comprovava
a presença salvadora e libertadora de Deus no meio dos homens.
Para perpetuar no mundo a ação salvadora e libertadora de Deus,
os "Sinais", que Jesus realizava então,
devem continuar acontecendo agora, através dos seus seguidores.
- Em nossa vida e nossas comunidades há gestos de salvação e libertação
que são sinais que o Reino de Deus já chegou?

- Os "surdos", fechados num mundo sem comunicação e sem diálogo,
encontram em nós a Palavra viva de Deus
que os desperta para a comunhão e para o amor?
- Os "cegos", encerrados nas trevas do egoísmo ou da violência,
encontram em nós o desafio que Deus lhes apresenta de abrir os olhos à luz?
- Os "coxos", privados de movimento e de liberdade,
escondidos atrás das grades em que a sociedade os encerra,
encontram em nós a Boa Nova da liberdade?
- Os "pobres", sem voz nem dignidade, sentem em nós o amor de Deus?
   * O que significa hoje recuperar a vista aos cegos, a capacidade
      de andar aos coxos, a audição aos surdos, a ressurreição aos mortos?
        
+ A Liturgia de hoje é um convite forte à alegria:
   "Alegrai-vos sempre no Senhor, de novo vos digo:
    alegrai-vos: o Senhor está perto". (Ant de Entrada)

A Boa Nova trazida no Natal é mensagem de alegria... Gabriel na anunciação... Isabel na visitação... Maria no Magnificat... os Anjos aos pastores...


A ALEGRIA é uma característica de nossas Comunidades?
Somos semeadores de alegria ou motivo de dor e tristeza?


                                            Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 15.12.2013
 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A paz e a alegria são o sinal da presença de Deus na Igreja!



Homilia na Santa Marta: paz e alegria são sinais da presença de Deus na Igreja
◊   Cidade do Vaticano (RV) – A paz e a alegria são o sinal da presença de Deus na Igreja: foi o que disse o Papa Francisco na missa desta manhã, na Casa Santa Marta, comentando as leituras do dia.

Os discípulos estavam entusiasmados, faziam programas, projetos para o futuro sobre a organização da Igreja nascente, discutiam quem fosse o mais importante. Mas Jesus – explica o Papa – os surpreende, transferindo o centro da discussão para as crianças: “Quem entre vós é o menor de todos, este é o maior”:

“O futuro de um povo está justamente aqui, nos idosos e nas crianças. Um povo que não cuida deles não tem futuro, porque não terá memória e não terá promessa! E quanto é comum deixá-los de lado. As crianças são tranquilizadas com uma bala, com um brinquedo. E os idosos são impedidos de falar, ignorando seus conselhos …”.

E os discípulos, destacou o Papa, não entendiam:

“Eu entendo que os discípulos queriam a eficácia, queriam que a Igreja prosseguisse sem problemas. E isso pode se tornar uma tentação para a Igreja: a Igreja do funcionalismo! A Igreja bem organizada! Tudo no lugar, mas sem memória e sem promessa! Esta Igreja, assim, não funcionará: será a Igreja da luta pelo poder, do ciúme entre os batizados e tantas outras coisas quando faltam memória e promessa”.

Portanto, a “vitalidade da Igreja” não está nos documentos e nas reuniões “para planejar e fazer bem as coisas”: trata-se de realidade necessárias, mas não são “o sinal da presença de Deus”:

“O sinal da presença de Deus é este, como disse o Senhor: ‘Velhos e velhas se sentarão nas praças de Jerusalém, cada um com sua bengala na mão por sua longevidade. E as praças da cidade estarão repletas de meninos e meninas brincando. Brincadeira nos faz pensar em alegria: é a alegria do Senhor. E esses idosos, sentados com a bengala na mão, tranquilos, nos fazem pensar na paz. Paz e alegria: este é o ar da Igreja!”.

(BF)