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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Encontro Anual de Coordenadores(as) de Grupos (EACG) de 2016.

  
 Estimados Irmãos e Irmãs das CNSE.
                   As CNSE do RS realizaram dia 02/04/2016, nas dependências do Centro de Pastoral de Porto Alegre, o Encontro Anual de Coordenadores(as) de Grupos (EACG) de 2016.
                   Estiveram presentes as Coordenadoras de grupos, vice-coordenadoras e orientadoras Espirituais da maioria dos 12 grupos das CNSE existentes em Porto Alegre.
                   O Encontro iniciou às 8:00h com a recepção das convidadas que puderam saborear um café com bolachinhas. Logo a seguir tivemos um momento de Espiritualidade sobre a Misericórdia preparada pela Irmã Wilma. A animação ficou por conta dos cantos ao som do violão da jovem Deize que já é presença indispensável nos Encontros das CNSE. 
                   Neste primeiro momento foi apresentado o Ponto de Unidade de 2016 - O Esforço de Oração, muito bem abordado pelo Padre Querino, onde através da Leitura Orante nos ensinou como realizar a Escuta da Palavra e a Meditação.Em sequência, Alana e Alexandre apresentaram o assunto Regra de Vida completando, assim. as três partes do Esforço de Oração e Ponto de unidade.
                  Após o intervalo, os Regionais Carmen Lúcia e Paulo Rubens abordaram os assuntos sobre Responsabilidade, Coordenadoras de Grupos, O.E e C.E, Contribuição, Comunicação e relembraram fundamentos das CNSE.
                  Antes do almoço foi celebrada a Santa Missa pelo Padre Querino  e, após, uma refeição comunitária preparadas pelas participantes.Rezamos a oração de Nossa Senhora da Esperança e na despedida o envio abençoado para a missão junto às nossas Comunidades.
                  Nossos agradecimentos a todas as presentes, Coordenadoras de Grupos, Vices, Orientadoras Espirituais Irmãs Amábile, Hedi e Rita, à Equipe de Trabalho: Padre Querino, Jovem Deize, Alana e Alexandre, Lídia e Leo e Irmã Wilma que, mesmo em missão na cidade de Marabá(PA), colaborou na preparação da Espiritualidade.

Com carinho,

Carmen Lúcia e Paulo

CRR CNSE-RS

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Retiro 2014 CNSE RS

 
 Estimados Irmãos e Irmãs das CNSE-RS,

              É com grande expectativa e alegria que aguardamos todas(os) para o nosso retiro dia 27.09.2014.
              Pregador: Padre Querino.
              Local: Comunidade Emaús (Casa das Irmãs do Amor Divino) - Rua João Salomoni 912 - Vila Nova.
                         Referência: seguir sempre pela terceira perimetral-Cavalhada até passar pela avenida Otto Niemayer.
Continuando pela cavalhada após passar a Otto Niemayer acessar a esquerda no segundo 
                         acesso logo passar o instituto Santa Luzia(Neste trevo de acesso a João Salomoni existe um posto de gasolina do outro lado da rua cavalhada).
O local tem um muro grande e fica à esquerda logo que 
                         passar um condomínio residencial.
              Horário: Início 8:30h (impreterivelmente)  Término: 16:00h (após a missa).
              Almoço: COMUNITÁRIO - cada grupo combina levar salgados,doces e bebidas.
              Custo: Contribuição espontânea entre R$ 5 e R$ 10,00, conforme o número de participantes.
              Levar o caderno/agenda do movimento para anotações.
              Não esqueçam de confirmar presença.
              Convidadas serão bem-vindas desde que pertençam ao público-alvo das CNSE.
              Ficamos à disposição.

Com carinho,

Carmen Lúcia e Paulo Rubens

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

PARTICIPAÇÃO DA MULHER NA IGREJA DE ONTEM E DE HOJE




Valentim , Dona Nancy e Cleide



Embora pareça estranho, a mulher, desde a Igreja primitiva, sempre foi participativa na vida da Igreja e não apenas aquela que se pedia para ficar calada e com a cabeça coberta. Serve de exemplo Lidia, que disse a Paulo e aos seus seguidores que “se me considerais fiel ao Senhor, vinde hospedar-se em minha casa” (At 16,15). E eles, segundo consta, aceitaram o convite. A casa dessa mulher e de muitas outras foram centros de reuniões e de atividades diversas da jovem comunidade cristã. Lídia talvez fosse uma senhora viúva e sua casa era um centro de acolhida para aqueles que estavam encarregados pelo próprio Cristo de levar a boa nova até os confins da terra.
           O Apóstolo Paulo, aparentemente, tornou insignificante o papel da mulher, quer na sua vida normal, como no serviço na Igreja.
   
Na tradição paulina, se lido apenas textos isolados, à mulher está reservada a tarefa de cuidar da casa, educar os filhos e ser obediente ao marido. Na verdade não era apenas isso, eis que eram verdadeiras testemunhas da Palavra de Deus e autênticas “catequistas”, por serem experientes e prudentes, não só em relação à Palavra de Deus, mas também no aconselhamento e cuidados com as recém casadas, para que fossem zelosas e amorosas no seu papel de mãe e esposa. De certa forma poder-se-ia dizer que isso já era um “indício” da Pastoral Familiar dos dias de hoje. A vida cristã, desde o seu início, colocava fim a todas as discriminações, tanto no plano social, como no religioso e no cultural. Não seria tarefa, fácil, como não é ainda hoje, extirpar-se de vez esse ranço que vem desde os tempos de antanho. 

No aspecto religioso, tanto homens como mulheres eram destinatários da mensagem salvífica de Deus. Paulo certamente não concordava com o conceito discriminatório contido na oração judaica que dizia: “Bendito és tu, rei do universo, que não me fizeste nascer pagão, nem escravo, nem mulher”. Antes, dizia: “Fomos todos batizados num só espírito, para ser um só corpo, judeus e gregos, escravos e livres”. Por “livres” entende-se, inquestionavelmente, homens e mulheres, assim como o mandamento de amor de Jesus não pode ser considerado apenas destinado aos homens. Paulo era um missionário itinerante, judeu de nascimento, talvez solteiro ou mesmo viúvo. Era profundo conhecedor dos costumes, leis e princípios predominantes na época, dentre eles, obviamente, os que discriminavam a mulher. 

Como bom cristão, considerava que a Igreja era uma realidade espiritual, em torno da qual se juntavam homens e mulheres em nome de Jesus Cristo. A submissão feminina, numa leitura compatível com a Igreja pós Concilio Vaticano II, pode ser entendida como uma alusão as santas mulheres da Bíblia, cujo exemplo maior é Sara, sempre respeitosa e obediente ao marido Abraão, premiada por Deus com um filho em idade avançada. Fica claro, para quem quiser enxergar, que a lógica dos homens, nada tem a ver com a lógica de Deus. Vale muito neste particular que Maria, a mãe de Jesus, aprendeu a amar segundo essa lógica, seguindo o Filho no seu ministério, não como mãe, mas sim como mulher envolvida e participante no plano de salvação de Deus. Sabemos que os usos e costumes levam séculos para serem modificados. 
CNSE Porto Alegre

Com as coisas ligadas a nossa Igreja, guardiã das verdades doutrinárias, talvez levem um tempo ainda maior. Qual a realidade de hoje? Vemos mulheres extremamente ativas nos serviços eclesiais, movimentos, associações, ministérios e pastorais diversas. Dedicam-se a obras sociais, atendimento a enfermos, são Ministras da Eucaristia, catequistas, participam da liturgia, do canto, da acolhida, ensinam artesanato, dão aulas de alfabetização, organizam atividades, aconselham, coordenam trabalhos específicos e tantas outras coisas. Além, é claro, de não descuidarem dos filhos, maridos, netos, vizinhos, amigos - etc. É natural que em razão dos mistérios da própria vida, essas valorosas mulheres sejam marcadas por angustias, sofrimentos, desilusões, dores, como no caso da morte do cônjuge ou da separação como mal menor em razão de uma vida a dois sofrida, angustiante e insuportável. 
Existem também aquelas que, por um segredinho de Deus, não constituíram famílias e permanecem solteiras. Todas, porém, são bravas e guerreiras e sabem que o Senhor está perto delas para animar, fortalecer e impulsionar. Exemplo vivo disso percebe-se nas integrantes do Movimento Comunidades Nossa Senhora da Esperança”, que tem por objetivo dar apoio espiritual, religioso e vivencial tanto as Viúvas, como as Separadas e Solteiras que caminham sós. Para não discriminar ninguém, o Movimento aceita, também, homens que vivem a mesma realidade. Essas bravas mulheres são como aquelas frutas que jamais teriam o sabor que tem, caso não desabrochassem e vivessem como cachos de sustentação e apoio mútuo. Juntas ou em grupos, tudo fica mais fácil, inclusive para orar, agradecer e louvar o Senhor da Messe.

Cleide e Valentim Giansante
                                               e-mail: cleide.valentim@terra.com.br

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Cleide e Valentim fizeram parte da Equipe de trabalho montado pela Dona Nancy C. Moncau, viúva equipista, para iniciar no Brasil o Movimento “Comunidades Nossa Senhora da Esperança”, que tem por objetivo dar apoio espiritual e religioso as Viúvas/os e Pessoas Sós, ou seja, as solteiras e separadas que permanecem sozinhas. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dia de Formação e alegria das CNSE RS

No sábado dia 2 de Junho, estivemos reunidos no Seminário NSa de Guadalupe da congregação Missionários de São Carlos, para aprofundar o estudo do livro " CNSE proposta do Movimento resumo das orientações gerais".
Inciamos com a acolhida do nosso SCE Pe Mauro  e da OE Ir. Nilza, cantamos vem Espírito Santo, para nos iluminar; rezamos a oração a NSa da Esperança e cantamos o hino a NSa da Esperança.
O Paulo da Carmem Lucia (CRR) afirmou que todos estamos aprendendo. E trabalhar com viúvas(os) e pessoas sós é uma novidade. Devemos basear nossa ação na entre ajuda e acolhida. Precisamos na medida do possível notícias dos grupos em andamento para publicarmos no nosso BLOG.
 Todos os coordenadores apresentaram uma parte do livro, na sua maneira, o que foi um grande aprendizado e aprofundamento sobre as CNSE!



No meio da tarde, fomos agraciados com chuva leve, como uma benção de Nsa da Esperança, pois nosso estado sofre com uma estiagem prolongada.



Finalizamos o encontro com uma missa celebrada pelo padre Mauro, que nos motivou a nos deixar levar pelo Espírito Santo na caminhada da vida e do movimento das CNSE!