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domingo, 29 de março de 2015

Aconteceu nosso EACG 2015 e MISSA DE REENCONTRO.


 Queridos Irmãos e Irmãs das CNSE,

                       Realizamos em 28/03/2015, na Capela de Santa Ana, nosso EACG 2015 e MISSA DE REENCONTRO.
                       Fomos muito bem recebidos pelo Padre Querino, responsável pela Capela e Paróquia do Divino Espírito Santo, e membros da comunidade local representados por Dona Mariazinha, Adelina e Graça.
                       O sentimento de Pertença, a Responsabilidade e a Dedicação e o Carinho das participantes pelo Movimento das CNSE  ficou evidenciado no esforço de superação para se fazerem presentes. Além dos compromissos familiares e paroquiais e as limitações de saúde, o local, pouco conhecido e distante, apresentava dificuldades para quem não fosse de carro e tivesse  que se valer do transporte público.
                       Felizmente,graças a ajuda 
dos " Padrinhos Caroneiros"das ENS: Mazzoti da Regina, Dilamar da Cida, Tomaz da Helena, Marcia do César, Tadeu da Beth e Wilmar da Luiza as covidadas foram chegando e, com muita alegria, formando uma comunidade de representantes dos grupos para o sucesso do EACG.
                       Iniciamos o Encontro com uma descontraída acolhida acompanhada de chimarrão, café, chá e bolachinhas e logo a seguir um momento Espiritualidade conduzido pela Irmã Wilma com orações,cantos e preces espontâneas. Após uma breve apresentação dos presentes, uma abordagem abrangente e esclarecedora sobre Vida de Comunidade brilhantemente conduzida pelo SCE Regional Padre Querino. Na continuidade o casal Coordenador Regional discorreu sobre as CNSE: Histórico, Carisma, Mística, Compromissos, os 4 momentos da Reunião Mensal,Contribuição, Estrutura do Movimento, Boletim, Conselheiro Espiritual, Responsabilidade na Coordenação, Agenda de eventos 2015.
                       Após o almoço comunitário, realizado num clima alegre e fraterno e regado com quitutes saborosos preparados com muito carinho, o casal Alana e Alexandre fizeram uma abordagem muito bem exemplificada sobre Regra de Vida. Na sequência realizamos uma atividade de grupos com questionamentos relacionados ao recompletamento dos grupos, reunião, vida de comunidade, Conselheiro/Orientadora Espiritual e propósitos para 2015, com a posterior partilha das conclusões em plenário.
                       Encerramos com a celebração da Missa de Reencontro, juntamente com a comunidade local, e com a participação das integrantes das CNSE na liturgia do Domingo de Ramos.
                       Nossos agradecimentos ao Padre Querino, a comunidade responsável pela Capela de Santa Ana representada pela Dona Mariazinha, a colaboração dos "Padrinhos Caroneiros" das ENS e a nossa equipe de apoio do Colegiado Regional: Irmã Wilma,Alana e Alexandre, Theresinha e Iderlei e Lídia e leo, que muito contribuíram para o sucesso do nosso Encontro.
Mazzoti da Regina
Tomaz da Helena
                      
  PARTICIPANTES:
                       Coordenadoras: Luiza, Lazarette, Ana Maria, Nilce, Neli, Eloi, Marina, Meri.
                       Vice-Coordenadoras: Vali, Tia Iara, Luiza, Ieda, Orphelia, Edelvira, Zuleica, Marlene,Terezinha,Joana.
                       Orientadoras Espirituais: Irmã Wilma, Irmã Amábile, Irmã Norma, Irmã Sandra.
                       Integrantes de Grupos: Ivone, Maria Aparecida, Evani, Neca, Aurea,Paulina,Terezinha,Terezinha de Jesus, Lya, Ivone, Maria, Bernedete, Iolina.

Com todas as bênçãos de Deus Pai todo poderoso, a proteção de Cristo e Maria, e a Luz  do Espírito Santo,


Carmen Lúcia e Paulo Rubens

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Francisco convidou a rezar por quem vive situações dramáticas e sofrem tanto e como Jesus na Cruz, que gritam: ‘Pai, por que me abandonaste?’


Papa Francisco: rezar com o coração, não com as ideais

2013-06-05 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Como todas as manhãs, o Papa celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta.
Em sua homilia, comentou a história de Tobit e Sara, da primeira leitura do dia, que vivem situações dramáticas. Tobit fica cego, colacando em risco a própria vida. Sara casa com sete homens que morrem na noite de núpcias. Eles se lamentam, mas não blafesmam:
“Lamentar-se diante de Deus não é um pecado. O Senhor ouve, escuta as nossas lamentações. Pensemos em Jó, que diz: ‘Maldito o dia em que vim ao mundo...’. Também Jeremias, no capítulo 20: ‘Maldito o dia…’. Lamentam-se inclusive com uma maldição, mas não ao Senhor, mas àquela situação.”
Isso é humano, disse o Papa. Há tantas situações trágicas, como crianças desnutridas, refugiados, doentes terminais. Mas a essas pessoas devemos pensar com a nossa carne, com o nosso coração; e não de maneira acadêmica, com as estatísticas, mas sim humana. Nesses casos, é preciso fazer o que diz Jesus, ou seja, rezar:

“Rezar por elas. Elas devem entrar no meu coração, devem ser uma inquietação para mim: o meu irmão sofre, a minha irmã sofre. Eis...o mistério da comunhão dos Santos: rezar ao Senhor. Rezar, permitam-me dizer, com a carne: que a nossa carne reze. Não com as ideias. Rezar com o coração”.

Mesmo pedindo para morrer, as orações de Tobit e Sara se dirigem ao Senhor, nos dão esperança porque foram de alguma maneira acolhidas por Deus, que cura Tobit e dá finalmente uma marido a Sara. “As orações sempre chegam à glória de Deus, sempre, quando vêm do coração”, afirmou.
Por fim, Francisco convidou a rezar por quem vive situações dramáticas e sofrem tanto e como Jesus na Cruz, que gritam: ‘Pai, por que me abandonaste?’. “Rezemos para que a nossa oração chegue e seja um pouco de esperança para todos nós.”
(BF)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Quem não é contra nós, está a nosso favor - Mc 9,38-40



João disse a Jesus: “Mestre, vimos alguém expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não andava conosco”. Jesus, porém, disse: “Não o proibais, pois ninguém que faz milagres em meu nome poderá logo depois falar mal de mim. Quem não é contra nós, está a nosso favor”.

1- Leitura (Verdade)

O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mc 9,38-40, e observo o diálogo entre os discípulos e Jesus.
Os discípulos estavam preocupados porque uma pessoa expulsava demônios em nome de Jesus e não era do seu grupo. Para eles isto era um abuso e devia ser proibido. A intolerância dos discípulos revelava o desejo de controlar a missão e evitar qualquer concorrência. Talvez considerassem a missão exclusividade deles e não admitissem a participação de outros. O Mestre expressa uma atitude de profunda tolerância para com o o homem exorcista. Era lógico: se o homem expulsou o demônio em nome de Jesus é porque tinha alguma comunhão com ele. Seria impossível que em seguida fosse falar mal do Mestre. Logo, podia livremente fazer o bem em nome de Jesus.

2- Meditação (Caminho)

O que o texto diz para mim, hoje? Qual palavra mais me toca o coração?
A postura de Jesus evitou que a comunidade se fechasse em si mesma, se transformando numa seita intolerante. Jesus fez uma orientação ecumênica. Os bispos também orientam para este diálogo: “Faz mais de quarenta anos que o Concílio Vaticano II reconheceu a ação do Espírito Santo no movimento pela unidade dos cristãos. Desde então, temos colhido muitos frutos. Neste campo, necessitamos de mais agentes de diálogo e melhor qualificados. É bom tornar mais conhecidas as declarações que a própria Igreja Católica tem subscrito no campo do ecumenismo desde o Concílio. Os diálogos bilaterais e multilaterais têm produzido bons frutos. Também é oportuno estudar o Diretório ecumênico e suas indicações em relação a catequese, a liturgia, a formação presbiteral e a pastoral. A mobilidade humana, característica do mundo atual, pode ser ocasião propícia para o diálogo ecumênico da vida.” (DAp 231).
Como me sinto neste movimento e diálogo ecumênico?
O meu Projeto de vida é o do Mestre Jesus Cristo?

Ir. Patrícia Silva, fsp 
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&id=4596

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Notícias da CNSE - Grupo Nossa Senhora da Medianeira

Estimados Irmãos e Irmãs em Cristo,

             

 É com muita alegria que noticiamos iniciativa do grupo Nossa Senhora da Medianeira. O grupo foi convidado pelo Padre Querino, pároco da Igreja Nossa Senhora da Medianeira, para serem os responsáveis pela liturgia das missas dos sábados, às 17:00 horas, dos meses tivessem 5 sábados. Posteriormente, reavaliaram e modificaram a data para todos os PRIMEIROS SÁBADOS do mês às 17:00 horas.
               O Grupo mobilizou-se através da Orientadora Espiritual, Irmã Wilma e das Coordenadoras Neli e Affonsina e realizaram sua primeira missa no dia 30.04 passado. A expectativa e ansiedade foram grandes pois estavam debutando e todas queriam dar o melhor de si para uma grande celebração.
                A missa foi muito bonita e a presença do grupo na liturgia foi testemunho de evangelização e de amor e deve ter tocado o coração de muitos sinalizando no "vede como se amam" a participarem das CNSE. Após a missa todas do grupo se encontraram para confraternizarem na casa da Affonsina.
                Louvemos e agradecemos ao Espírito Santo e a intercessão de Nossa Senhora pelo sopro de inspiração nos corações do Padre Querido e do Grupo Medianeira.
                O grupo lembra que todos são convidados a participarem desta Santa Missa.
                Nossos parabéns ao Padre Querino e ao Grupo Nossa Senhora da Medianeira.

Fraternalmente,

Paulo e Carmen Lúcia

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O cuidado com a celebração Eucarística

Seja fiel na criatividade observando os conceitos que dinamizam a liturgia!
POR PE. CARLOS GUSTAVO HAAS


Falar de criatividade é uma tarefa complexa e difícil. Afinal, até o Vaticano II, a liturgia viveu uma fase de 400 anos de “imobilismo”, onde nada podia mudar. E mudar, também não é fácil.
Apresento aqui alguns pontos que poderão ser aprofundados numa reflexão individual ou nas equipes de liturgia.


 1. “Ser criativos” em uma celebração

Pe Mauro SCE da CNSE RS

Quando queremos “ser criativos” em uma celebração, nossa primeira preocupação deve ser a participação mais plena, ativa e frutuosa da assembleia.  O grande motivo para “mudar” palavras, gestos, sinais e ritos não é o gosto da equipe de liturgia ou o que vimos em um show ou mesmo em uma missa transmitida pela TV, mas sim, a maior participação no culto a Deus, integrado em nossa vida atual.
Cito as palavras de Bento XVI na Exortação “Sacramentum Caritatis”, n. 38:  “O primeiro modo de favorecer a participação do povo de  Deus no rito sagrado é a condigna celebração do mesmo; a arte da celebração é a melhor condição para a participação ativa. A arte da celebração resulta da fiel obediência às normas litúrgicas na sua integridade, pois é precisamente esse modo de celebrar que, há dois mil anos, garante a vida de fé de todos os crentes, chamados a viver a celebração enquanto povo de Deus, ‘sacerdócio real , nação santa’” (cf. 1Pd 2,4-5.9).

2. Ser “criativo” é ser fiel
Temos então um segundo elemento: ser “criativo” é ser fiel.  Ser criativo não significa  “inventar”.         Não podemos confundir “criatividade” com “criativismo” – fazer algo diferente apenas por fazer diferente.  Gosto do que escreveu Bento XVI: “A liturgia, por sua natureza, possui uma tal variedade de níveis de comunicação que lhe permitem cativar o ser humano na sua totalidade. A simplicidade dos gestos e a sobriedade dos sinais, situados na ordem e nos momentos previstos, comunicam e cativam mais do que o artificialismo de adições inoportunas” (Sacramentum Caritatis, 40).


Paróquia Sagrado Coração de Jesus - POA - RS

 O povo logo percebe quando propomos algo que vem apenas de um gosto ou ideia pessoal, ou quando somos criativos a partir do rito, do momento celebrativo, do mistério que estamos vivenciando.
No Documento 43 da CNBB, Animação da Vida Litúrgica no Brasil, n. 170, lemos: “Por criatividade não se deve entender tirar como que do nada, expressões litúrgicas inéditas. Pelo contrário, a verdadeira criatividade é orgânica: está ligada aos ritos precedentes como o celebrante de hoje aos do passado”.

 4 cuidados que devemos ter
1. O “ativismo”: fazer na celebração um “desfile” de vários elementos, símbolos, gestos, ritos, sem silêncio, com movimentos em excesso.  É a tentação de querer fazer tudo em uma única celebração.
2. O “intelectualismo”: é quando queremos explicar tudo que acontece em uma celebração.  A celebração torna-se “cerebração”, poluída com comentários e mais comentários. 
3 .O “espontaneismo”: deixar tudo para última hora, improvisar os ritos e gestos, deixando que aconteça apenas com a boa-vontade  dos participantes. A verdadeira espontaneidade não é inventar um gesto.  Os gestos mais expressivos da nossa existência são aqueles que, desde a nossa infância, nós enchemos de experiência humana, como abraçar a mãe, juntar as mãos, todos os gestos da oração que, para nós foram o meio próprio de nos encontrarmos com Deus; é aí que nós somos mais espontâneos.  A verdadeira espontaneidade consiste em encher de novidade um gesto de sempre, pois os gestos e as palavras das pessoas não podem ser inventados até ao infinito.


4. O “fixismo”: repetir sempre a mesma coisa, caindo no formalismo e na rotina.  Acaba cansando a assembleia, pois se torna algo sem o espírito próprio para o qual foi criado.
 Enfim, para sermos criativos na liturgia, precisamos levar a sério tudo o que fazemos. A simples modificação de um gesto, sinal, atitude, acarreta uma profunda alteração do significado de muitas ações litúrgicas.
Zelar pela liturgia não significa “engessá-la”.  “Liturgia é uma ação ritual, cuja característica é a repetição e a fidelidade à Tradição: “Façam isto (e não outra coisa!) para celebrar a minha memória (…)”. Liturgia não se inventa, se vive. O jogador de futebol não muda as regras do jogo; a cantora não inventa uma nova música, ignorando ou modificando a partitura. Ambos exercem sua criatividade ao entrar de corpo e alma no jogo de futebol ou na música; e dessa entrega nasce uma interpretação sempre nova, atual, surpreendente, tocante. É desse tipo de zelo que a liturgia precisa: unindo conhecimento e respeito pelas regras com entrega total ao ‘jogo’, levando a uma vivência profunda” (Ione Buyst, Liturgia em Mutirão, Edições CNBB, pág. 222).

Pe. Carlos Gustavo Haas é Presbítero da Arquidiocese de Porto Alegre/RS, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB