sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Sinto-me de fato um "Seguidor de Cristo?"


Nesse mês dedicado à Bíblia, somos convidados a valorizar ainda mais a Palavra de Deus em nossa vida de cristãos.

O tema central das leituras bíblicas de hoje é:
- O Caminho escolhido por Cristo e
- O Caminho apontado por Cristo a seus seguidores...

A 1a leitura fala do "Servo de Javé" (Is 50,5-9)

- Os judeus tinham uma idéia triunfalista do Messias…
esperavam um grande rei, que iria devolver ao povo glórias perdidas...
um personagem importante, que iria resolver todos os problemas…
Nunca imaginaram um messias humilde e sofredor…
- Isaías apresenta um profeta anônimo, chamado por Deus
a testemunhar a Palavra da salvação e que, para cumprir essa missão,
enfrenta a perseguição, a tortura, a morte. Mas Ele confia no Senhor.
Por isso, mesmo quando acusado, tem certeza da vitória.

* Os primeiros cristãos viram neste "Servo Sofredor" a figura de Jesus.

No Evangelho, Jesus faz o 1º Anúncio da Paixão. (Mc 8,27-35)

O texto reflete a  mentalidade triunfalista dos judeus e dos apóstolos.
Tem três partes: A Confissão de Pedro, o Anúncio da Paixão
e o Convite de Jesus para seu Seguimento e as Condições…

Jesus está a CAMINHO de Jerusalém:

1) Uma pergunta: Quem é Jesus?
    - Para o Povo: É apenas um HOMEM,
      convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão,
      como os PROFETAS do Antigo Testamento.
    - Para o Grupo: É o MESSIAS libertador que Israel esperava...
      Pedro acerta na resposta... mas erra logo em seguida na prática...

2) O CAMINHO de Jesus:
  - Jesus explica aos discípulos que a sua Missão messiânica passa pela CRUZ.
  - Pedro reage e tenta afastar Jesus do Plano do Pai.
  - Jesus lhe responde: "Vai para trás de mim, Satanás..."

3) O CAMINHO dos discípulos: é semelhante...
- Deve RENUNCIAR a si mesmo, tomar a CRUZ e SEGUIR Jesus,
  no caminho do Amor, da entrega e do dom da Vida.
  Quem é capaz de dar a vida a Deus e aos irmãos, ganha a vida eterna...

* O texto nos ilustra a lógica dos homens (Pedro) e a lógica de Deus (Jesus).
- A lógica dos homens aposta no poder, no domínio, no êxito, dinheiro, fama...
- A lógica de Deus aposta na entrega da vida a Deus e aos irmãos,
  assumindo os valores do Reino e vivendo no amor, na partilha,
  no serviço, na solidariedade, na humildade, na simplicidade.
QUEM É JESUS?

+ O que "os homens" dizem de Jesus?

- Muitos vêem em Jesus um HOMEM bom, um MESTRE admirável,
  um grande LIDER REVOLUCIONÁRIO,
  preocupado em construir uma sociedade mais justa e fraterna.
  "Um homem" extraordinário... mas um HOMEM apenas.
+ Quem é Cristo para nós?

Aproxima-se a abertura do "Ano da Fé", anunciado por bento XVI
e a pergunta de Cristo aos discípulos no evangelho, é muito atual:
"Mas vós, quem dizeis que eu sou?"
Jesus não deseja que paremos naquilo que se diz dele,
mas que tenhamos um encontro pessoal com ele e o sigamos.
Assim a nossa resposta sobre sua identidade não será a projeção
da nossa inteligência, mas uma profissão de fé, que brota de um coração
e de uma mente iluminada pelo Espírito Santo, como aconteceu a Pedro.
Pode acontecer que o nosso pensamento sobre Cristo
não corresponda realmente à sua identidade,
assim como Pedro não queria ouvi-lo falar de sofrimento e de morte;
mas se aceitamos estar com ele, de ser seus discípulos,
aos poucos descobriremos o sentido profundo de suas palavras e de suas ações
e compreenderemos o seu amor infinito pela humanidade.

+ Cristo continua a convidar discípulos para segui-lo...
E as condições são ainda hoje as mesmas: Renúncia e Cruz...
Sem a Cruz, é impossível entender quem é Jesus e o que significa segui-lo.
Na 2ª Leitura Tiago lembra que o seguimento de Jesus se realiza com gestos concretos de amor, de partilha, de serviço e de solidariedade. (Tg 2.14-18)

Que tipo de Cristo imaginamos?
Um Cristo fácil, ou um Cristo difícil? Uma Religião sem cruz…
sem desafios, sem canseiras, grandiosa, milagreira,
ou comprometida, solidária?

O que significa a Cruz em nossa vida? 
Uma desgraça… Ou uma oportunidade de libertação e de salvação?
- Qual a nossa atitude diante da cruz?
  Tomamos a cruz com tranqüila e humilde aceitação?
  Ou tentamos, como Pedro, fugir do sofrimento?
  Ou carregamos a contragosto e até revoltados?
- Renunciamos a nós mesmo em favor dos outros?
  Ou talvez somos nós uma CRUZ  para os outros ?

Nós carregamos a cruz toda vez que sacrificamos a nós mesmos
para praticar o bem e fazer alguém feliz.

- Sinto-me de fato um "Seguidor de Cristo?"

                                             Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 16.09.2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

QUERER SER, NÃO APENAS PARECER





A nossa vida pode ser uma subida constante em que gradativamente nos superamos a nós mesmos e nos leva à visão de horizontes cada vez mais amplos e belos. Ou pode ser uma fuga do esforço da escalada, mas nos reduz à permanência nos baixios, sem horizontes, sem o ar puro dos cumes.
Olhe ao redor de si. Há os que constroem catedrais, há os que apenas constroem palhoças.
Tome firmemente em mãos o leme de seu barco.
Aponte o objetivo. Nem sempre vemos com nitidez o objetivo ainda distante, mas podemos apontar para imagens sucessivas. Aliás, qualquer etapa a ser percorrida é o resultado dos pequenos esforços de cada dia. E é a sucessão destes pequenos esforços que nos leva infalivelmente ao sucesso, se soubermos ser fiéis a nós mesmos. Isto requer paciência, constância, tenacidade. Mas cada vitória alcançada traz em seu bojo o prêmio proporcionado à batalha vencida. A sensação de crescer à custa do próprio esforço vale o esforço desprendido.
Possam estas palavras ajudar você a querer.
Querer ser, não apenas parecer.
(O Sentido de Uma Vida-Nancy Moncau)


PALAVRAS DE DONA NANCY


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Realizamos a primeira reunião do grupo Cristo Operário.



Renato(coordenador do grupo); Estela(orientadora espiritual); Padre Baixinho(conselheiro espiritual); Édina Toldo; Jane Maria; Maria Araceli de Oliveira(Celinha); Gessi Salazar; Iolanda Silva, Lurdes Mattos da Silva e o Sr.Anjaídes(Jaide).
Missa na Capela Cristo Operário, celebrada pelo Padre Baixinho.
                 A reunião hoje, primeiro de setembro, foi um sucesso e contou com a presença de 8 integrantes. A próxima reunião está prevista para o dia 06/10 as 14:30h na capela Cristo Operário. Outros paroquianos foram convidados e o grupo deverá ser consolidado com 9 ou 10 integrantes. Este é o primeiro grupo que possui 2 homens: Renato que será o Coordenador do Grupo e o Sr.Anjaídes ou Jaide , como é chamado pelos amigos. O Sr.Jaide é pai do João Carlos e sogro da Estela, casal atuante e sempre presentes nas liturgias das missas e eventos da comunidade. A Estela será a Orientadora Espiritual do grupo e irá auxiliar o Padre Baixinho Conselheiro Espiritual.

       Louvemos a Deus e demos Graças pela criação do  9 grupo de Porto Alegre.

Obs: o outro homem que integra grupo é o Sr. Jairo,da CNSE Nossa Sra.do Rosário, mas na função de DIÁCONO Orientador Espiritual.
Missa na Capela Cristo Operário, celebrada pelo Padre Baixinho.
 
         

 
Fraternal Abraço,
 
Paulo, da Carmen Lúcia

sábado, 1 de setembro de 2012

É com muita alegria que comunicamos a criação de um novo grupos das Comunidades Nossa Senhora da Esperança.

Estimados Irmãos e Irmãs em Cristo das CNSE e ENS, é com muita alegria que comunicamos a criação de um novo grupo das Comunidades Nossa Senhora da Esperança.
Integrantes do Grupo São Vicente de Paulo.Da esquerda para a direita:Marlise, Maria Glaci, Ondelina(Onda), Themis, Gladis(coordenadora),Hélio da Judith,Isabel, Ivone (coordenadora), Ilse, Beatriz.Padre Werner(Conselheiro) teve que se ausentar para preparar a Adoração ao Santíssimo.
               O primeiro contato para formação deste grupo aconteceu há mais de 2 anos em um retiro das ENS. Foi nesta oportunidade que fiz contato com a Judite do Hélio, casal antigo das ENS das Graças, Setor A.Solicitei a Judite que encaminhasse um contato na paróquia dela e encaminhasse junto ao pároco uma oportunidade para apresentarmos o movimento.Não conversamos mais, mas a semente caiu em terra fértil e, há 2 meses passados a Judite fez contato para conversarmos com o Padre Werner, pároco da comunidade São Vicente de Paulo.
Integrantes do grupo da Capela Cristo Operário.
               Apresentamos o movimento ao CPP que gostou muito e programamos uma data para apresentação aos paroquianos.
Padre Werner, ou como é chamado "Padre Baixinho" ficou entusiasmado, pois já em outras oportunidades havia sido Conselheiro Espiritual das ENS.Como em agosto, mês das vocações, a paróquia estava aberta a participação dos leigos fui convidado a falar sobre as CNSE , dia 25 nas missas das 17:00h na capela Cristo Operário e ás 19:00h na Igreja , dia 26 nas missas das 09:00h e 19:00h na Igreja.
Integrantes do grupo da Capela Cristo Operário.
Paróquia São Vicente de Paulo
              Dia 25 estive bem acompanhado com as queridas irmãs ILKA e Irmã Wilma e dia 26 fui somente este irmão que vos escreve.Nossa comunicação foi muito boa e conseguimos encaminhar 2 grupos, 1 na Igreja e 1 na Capela.Padre Werner, muito entusiasmado, agendou a primeira reunião do grupo da Igreja para o dia 31.08 (sexta) e o o grupo da Capela para 01.09(sábado).
              Pois hoje, dia 31.08, realizamos o primeiro encontro e foi um sucesso.Tivemos a presença de 09 integrantes mas o grupo deverá contar com mais integrantes que não puderam comparecer nesta reunião.Amanhã, as 15:h teremos a primeira reunião do Grupo da Capela que será chamado CNSE Cristo Operário.
               
Ilka, Irmã Wilma, Padre Werner, Judith, do Hélio(ENS) e este que vos escreve.
 
          
             Como sempre, pedimos as orações de todos para que o Espírito Santo nos ilumine e que Maria nos acompanha na caminhada.
Fraternal abraço,
Paulo, da Carmen Lúcia

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Aniversário do Padre Mauro!

Neca, Dona Iara, Padre Mauro, Irmã Nilza e Geneci

Dona Iara e Alana
Amigos(as) e equipistas, encontraram-se no domingo dia 26,  após a missa das 19 horas , na paróquia São josé,  no bairro Vila Nova em Porto Alegre. 

O motivo do encontro era o aniversário do Padre Mauro , SCE de 3 equipes no setor F e Conselheiro Espitual do colegiado das CNSE RS. 

Foi um momento muito alegre, onde demos graças a DEUS pela vida deste sacerdote. 
Que no ano passado teve sérios problemas de saúde.





A Dona Iara fez um bolo maravilhoso e que muitos repetiram a fatia.
Aproveitamos a oportunidade para presentear Dona Iara com um lenço das CNSE. Atualmente ela está coordenando o segundo grupo de nossa paróquia.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Comunicar é dom precioso!



Pe. Zezinho, scj

Há seres humanos que nasceram sem esse dom, ou ele veio tão pequeno que mal conseguem sobreviver. Outros o perderam pelo caminho. Os olhos, a boca, as mãos, os ouvidos não ajudam! Enquanto isso, outros falam demais, cantam baixarias, abusam do poder de comunicar qualquer coisa e de qualquer jeito.

A indústria da comunicação é maravilhosa. Enche o planeta de possibilidades. Mas não poucas vezes é seletiva, injusta, errática, sem rumo e sem projeto educativo: Semeia de qualquer jeito, em qualquer solo e qualquer tipo de semente. Por isso produz veneno para as mentes e para a alma.

Procuram-se comunicadores que saibam como, a quem e o que semear.

www.padrezezinhoscj.com
Comentários para: online@paulinas.com.b

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Reunião do colegiado regional CNSE RS




No sábado dia 11 de agosto, realizamos reunião do colegiado, na residência do casal Carmem Lucia e Paulo. Avaliamos a programação dos eventos do corrente ano e já planejamos as atividades de 2013.
Tivemos a ilustre presença da nossa amiga Ilka, que relatou estar muito feliz no retorno ao convívio do colegiado e que devemos seguir em frente.
Paulo; Carmem Lucia, Padre Mauro e a querida Ilka.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

HOMENAGEM A NANCY CAJADO MONCAU

MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
“Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós”
“A semente que germina por si só – Uma convivência de fé e alegria”
Iniciadora no Brasil: Da. NANCY CAJADO MONCAU




 
RESPONSÁVEL PELO INÍCIO NO BRASIL DO MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA – CNSE
.



Hoje dia dedicado pelo Calendário Litúrgico da Igreja à Festa da Assunção de Nossa Senhora, comemora-se o sexto ano de falecimento da nossa querida e saudosa Da. Nancy Cajado Moncau, responsável pelo início no Brasil do Movimento COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA, para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós. Grande devota de Nossa Senhora, Da.Nancy sempre foi um sinal de sua presença no meio de nós. Elevemos, pois, nossas preces de agradecimento a Deus por tudo que ela representou em vida para esse projeto de trabalho em favor de um público muito especial e, ao mesmo tempo, roguemos a Deus para que ela esteja gozando as maravilhas do Reino Eterno, olhando carinhosamente pelos seus filhos espirituais aqui na terra.
Ave Maria, cheia de Graça, o Senhor é Convosco. . . . .


CLEIDE e VALENTIM
COORDENAÇÃO - CNSE - BRASIL


SOBRE DONA NANCY

Dona Nancy era uma mulher de fibra. Ao se decidir por uma coisa, não havia obstáculo que a fizesse desistir. Essa tenacidade era uma de suas marcas registradas. Quando assumia o compromisso de participar de um EACRE, de fazer palestra em algum setor, enfim, de dar um testemunho em qualquer encontro promovido pelo Movimento, nem a dor, cansaço, nem a doença eram capazes de fazê-la recuar. Tinha a profunda convicção de que não podia decepcionar as pessoas, de que não poderia faltar à palavra empenhada. Assim, não media os sacrifícios.
No porte franzino, e já arqueada pelo peso dos anos, escondia-se uma vitalidade de fazer inveja, e que vinha de um espírito decidido e inundado pela graça e força de Deus.
Estar com Dona Nancy era como ter à nossa disposição uma fonte de sabedoria. Seu pensamento estava sempre à frente: informava-se de tudo. Nada do que acontecia no mundo era-lhe indiferente: discutia sobre a questão dos transgênicos; interessava-se por computador, em tudo parecia querer descobrir o dedo de Deus traçando os rumos da história do homem.
Temos a certeza de que convivemos com uma mulher que buscava intensamente a santidade, vivenciada no concreto das coisas comuns do cotidiano. (Silvia e Chico CM nov. 2006)
COORDENAÇÃO  NACIONAL DAS CNSE

                  Tereza Pitarello Shoshima                 Cleide e Valentim Giansante                
                    famshoshima@gmail.com                 cleide.valentim@terra,.com.br                                                        
                            Fone: 11 – 4123-5903                               Fone: 11 – 2597-0373

 COORDENAÇÃO  REGIONAL RIO GRANDE DO SUL DAS CNSE

Carmem Lúcia e Paulo  - 51 9112-2274
Email: prdiassantos@gmail.com

Ilka Palmerim
Email: ilkapalmerim@gmail.com

sábado, 11 de agosto de 2012

CNSE e ENS parabenizam Padre Mauro



Na tarde de 5 de agosto, as CNSE e ENS das Graças, Imaculada Conceição e Lourdes, parabenizaram o padre Mauro pelo dia do sacerdote.
Padre Mauro é sacerdote conselheiro destas três equipes do setor F e conselheiro da coordenação regional RS das CNSE.
 Rezamos o terço da misericórdia e após confraternizamos com os presentes, na casa EMAÚS.
Este local pertence a congregação filhas do amor divino e localiza-se no bairro Vila Nova.


O local é ótimo para encontros e retiros!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas!

     COMUNIDADES  NOSSA  SENHORA  DA  ESPERANÇA

Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós




Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas  (após a Comunhão)  -  3 à 5 minutos

 

1 – Meu Nome é . . . . . . . . . . . . . . ., sou  (casada ou Viúva/o, há 2, 10 , 12 ou .. anos) e pertenço a Comunidade Paroquial tal, desde. . . . . . . . ou à Paróquia tal . . . . . .

2 – Quero, rapidamente, dar algumas informações sobre um novo Movimento que surgiu na nossa Igreja, já aprovado pelos Senhores Bispos, inclusive o nosso Arcebispo, Dom .................., e que é voltado, exclusivamente, para as Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós.

3 – Trata-se das “Comunidades Nossa Senhora da Esperança”, que funciona com pequenos grupos de 08 à 10 pessoas, e com a orientação espiritual de um Sacerdote ou de uma Religiosa (uma Freira) de qualquer Congregação ou Ordem Religiosa.

4 – Esse novo Movimento, que começou a funcionar, no Brasil, em 2004, foi idealizado por uma Senhora que estava, na época, com 93 anos de idade -  Da. Nancy Moncau – viúva há 23 anos, responsável, também, pela chegada ao Brasil, em 1950, das Equipes de Nossa Senhora, que tem como público alvo exclusivamente  casais cristãos.

5 - Seguindo a mesma linha metodológica das Equipes, que é um Movimento vitorioso e existente no mundo inteiro, as Comunidades Nossa Senhora da Esperança, para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós, têm por finalidade auxiliar quem vive esse estado de vida,  tanto na parte espiritual e religiosa, como na ajuda mútua e na amizade fraterna.

6 – Pessoa Só é aquela que nunca se casou (solteira) ou então a que se casou, mas uma vez rompido o casamento, resolveu permanecer só, assumindo, sozinha, todas as responsabilidades do lar, do trabalho - etc.

7 – Nessa proposta de convivência em pequenos grupos ou pequenas comunidades cristãs, pretende-se, basicamente, o seguinte:
           
1º:  Louvar e servir a Deus no Estado de vida de Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós;
2º: Buscar insistentemente novos caminhos que levem a Cristo;
3º: Renovar a confiança e esperança de uma vida digna, sob a proteção materna de Nossa Senhora da Esperança
8 – Já existem mais de 150 grupos em pleno funcionamento em diversas localidades de todo o Brasil. Aqui em nossa Arquidiocese já existem XX Grupos e nossa meta é fazer a sua expansão e para tento estamos hoje nessa Paróquia, para darmos todas as explicações para aquelas ou aqueles que se interessarem.
9 – Trata de um Movimento muito interessante, bem estruturado, com uma Equipe Dirigente Nacional e que possui proposta de trabalho adequado para as Viúvas e Viúvos em geral, bem como as pessoas sós.
10 –Estaremos lá atrás, na saída da Igreja, para prestar outros esclarecimentos para quem quiser conhecer mais detalhes desse Movimento. Obrigado  Pe. tal,  por essa oportunidade.

FONTE: site nacional das CNSE http://www.cnse.org.br/

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O cuidado com a celebração Eucarística

Seja fiel na criatividade observando os conceitos que dinamizam a liturgia!
POR PE. CARLOS GUSTAVO HAAS


Falar de criatividade é uma tarefa complexa e difícil. Afinal, até o Vaticano II, a liturgia viveu uma fase de 400 anos de “imobilismo”, onde nada podia mudar. E mudar, também não é fácil.
Apresento aqui alguns pontos que poderão ser aprofundados numa reflexão individual ou nas equipes de liturgia.


 1. “Ser criativos” em uma celebração

Pe Mauro SCE da CNSE RS

Quando queremos “ser criativos” em uma celebração, nossa primeira preocupação deve ser a participação mais plena, ativa e frutuosa da assembleia.  O grande motivo para “mudar” palavras, gestos, sinais e ritos não é o gosto da equipe de liturgia ou o que vimos em um show ou mesmo em uma missa transmitida pela TV, mas sim, a maior participação no culto a Deus, integrado em nossa vida atual.
Cito as palavras de Bento XVI na Exortação “Sacramentum Caritatis”, n. 38:  “O primeiro modo de favorecer a participação do povo de  Deus no rito sagrado é a condigna celebração do mesmo; a arte da celebração é a melhor condição para a participação ativa. A arte da celebração resulta da fiel obediência às normas litúrgicas na sua integridade, pois é precisamente esse modo de celebrar que, há dois mil anos, garante a vida de fé de todos os crentes, chamados a viver a celebração enquanto povo de Deus, ‘sacerdócio real , nação santa’” (cf. 1Pd 2,4-5.9).

2. Ser “criativo” é ser fiel
Temos então um segundo elemento: ser “criativo” é ser fiel.  Ser criativo não significa  “inventar”.         Não podemos confundir “criatividade” com “criativismo” – fazer algo diferente apenas por fazer diferente.  Gosto do que escreveu Bento XVI: “A liturgia, por sua natureza, possui uma tal variedade de níveis de comunicação que lhe permitem cativar o ser humano na sua totalidade. A simplicidade dos gestos e a sobriedade dos sinais, situados na ordem e nos momentos previstos, comunicam e cativam mais do que o artificialismo de adições inoportunas” (Sacramentum Caritatis, 40).


Paróquia Sagrado Coração de Jesus - POA - RS

 O povo logo percebe quando propomos algo que vem apenas de um gosto ou ideia pessoal, ou quando somos criativos a partir do rito, do momento celebrativo, do mistério que estamos vivenciando.
No Documento 43 da CNBB, Animação da Vida Litúrgica no Brasil, n. 170, lemos: “Por criatividade não se deve entender tirar como que do nada, expressões litúrgicas inéditas. Pelo contrário, a verdadeira criatividade é orgânica: está ligada aos ritos precedentes como o celebrante de hoje aos do passado”.

 4 cuidados que devemos ter
1. O “ativismo”: fazer na celebração um “desfile” de vários elementos, símbolos, gestos, ritos, sem silêncio, com movimentos em excesso.  É a tentação de querer fazer tudo em uma única celebração.
2. O “intelectualismo”: é quando queremos explicar tudo que acontece em uma celebração.  A celebração torna-se “cerebração”, poluída com comentários e mais comentários. 
3 .O “espontaneismo”: deixar tudo para última hora, improvisar os ritos e gestos, deixando que aconteça apenas com a boa-vontade  dos participantes. A verdadeira espontaneidade não é inventar um gesto.  Os gestos mais expressivos da nossa existência são aqueles que, desde a nossa infância, nós enchemos de experiência humana, como abraçar a mãe, juntar as mãos, todos os gestos da oração que, para nós foram o meio próprio de nos encontrarmos com Deus; é aí que nós somos mais espontâneos.  A verdadeira espontaneidade consiste em encher de novidade um gesto de sempre, pois os gestos e as palavras das pessoas não podem ser inventados até ao infinito.


4. O “fixismo”: repetir sempre a mesma coisa, caindo no formalismo e na rotina.  Acaba cansando a assembleia, pois se torna algo sem o espírito próprio para o qual foi criado.
 Enfim, para sermos criativos na liturgia, precisamos levar a sério tudo o que fazemos. A simples modificação de um gesto, sinal, atitude, acarreta uma profunda alteração do significado de muitas ações litúrgicas.
Zelar pela liturgia não significa “engessá-la”.  “Liturgia é uma ação ritual, cuja característica é a repetição e a fidelidade à Tradição: “Façam isto (e não outra coisa!) para celebrar a minha memória (…)”. Liturgia não se inventa, se vive. O jogador de futebol não muda as regras do jogo; a cantora não inventa uma nova música, ignorando ou modificando a partitura. Ambos exercem sua criatividade ao entrar de corpo e alma no jogo de futebol ou na música; e dessa entrega nasce uma interpretação sempre nova, atual, surpreendente, tocante. É desse tipo de zelo que a liturgia precisa: unindo conhecimento e respeito pelas regras com entrega total ao ‘jogo’, levando a uma vivência profunda” (Ione Buyst, Liturgia em Mutirão, Edições CNBB, pág. 222).

Pe. Carlos Gustavo Haas é Presbítero da Arquidiocese de Porto Alegre/RS, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB