segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Realizamos a primeira reunião do grupo Cristo Operário.



Renato(coordenador do grupo); Estela(orientadora espiritual); Padre Baixinho(conselheiro espiritual); Édina Toldo; Jane Maria; Maria Araceli de Oliveira(Celinha); Gessi Salazar; Iolanda Silva, Lurdes Mattos da Silva e o Sr.Anjaídes(Jaide).
Missa na Capela Cristo Operário, celebrada pelo Padre Baixinho.
                 A reunião hoje, primeiro de setembro, foi um sucesso e contou com a presença de 8 integrantes. A próxima reunião está prevista para o dia 06/10 as 14:30h na capela Cristo Operário. Outros paroquianos foram convidados e o grupo deverá ser consolidado com 9 ou 10 integrantes. Este é o primeiro grupo que possui 2 homens: Renato que será o Coordenador do Grupo e o Sr.Anjaídes ou Jaide , como é chamado pelos amigos. O Sr.Jaide é pai do João Carlos e sogro da Estela, casal atuante e sempre presentes nas liturgias das missas e eventos da comunidade. A Estela será a Orientadora Espiritual do grupo e irá auxiliar o Padre Baixinho Conselheiro Espiritual.

       Louvemos a Deus e demos Graças pela criação do  9 grupo de Porto Alegre.

Obs: o outro homem que integra grupo é o Sr. Jairo,da CNSE Nossa Sra.do Rosário, mas na função de DIÁCONO Orientador Espiritual.
Missa na Capela Cristo Operário, celebrada pelo Padre Baixinho.
 
         

 
Fraternal Abraço,
 
Paulo, da Carmen Lúcia

sábado, 1 de setembro de 2012

É com muita alegria que comunicamos a criação de um novo grupos das Comunidades Nossa Senhora da Esperança.

Estimados Irmãos e Irmãs em Cristo das CNSE e ENS, é com muita alegria que comunicamos a criação de um novo grupo das Comunidades Nossa Senhora da Esperança.
Integrantes do Grupo São Vicente de Paulo.Da esquerda para a direita:Marlise, Maria Glaci, Ondelina(Onda), Themis, Gladis(coordenadora),Hélio da Judith,Isabel, Ivone (coordenadora), Ilse, Beatriz.Padre Werner(Conselheiro) teve que se ausentar para preparar a Adoração ao Santíssimo.
               O primeiro contato para formação deste grupo aconteceu há mais de 2 anos em um retiro das ENS. Foi nesta oportunidade que fiz contato com a Judite do Hélio, casal antigo das ENS das Graças, Setor A.Solicitei a Judite que encaminhasse um contato na paróquia dela e encaminhasse junto ao pároco uma oportunidade para apresentarmos o movimento.Não conversamos mais, mas a semente caiu em terra fértil e, há 2 meses passados a Judite fez contato para conversarmos com o Padre Werner, pároco da comunidade São Vicente de Paulo.
Integrantes do grupo da Capela Cristo Operário.
               Apresentamos o movimento ao CPP que gostou muito e programamos uma data para apresentação aos paroquianos.
Padre Werner, ou como é chamado "Padre Baixinho" ficou entusiasmado, pois já em outras oportunidades havia sido Conselheiro Espiritual das ENS.Como em agosto, mês das vocações, a paróquia estava aberta a participação dos leigos fui convidado a falar sobre as CNSE , dia 25 nas missas das 17:00h na capela Cristo Operário e ás 19:00h na Igreja , dia 26 nas missas das 09:00h e 19:00h na Igreja.
Integrantes do grupo da Capela Cristo Operário.
Paróquia São Vicente de Paulo
              Dia 25 estive bem acompanhado com as queridas irmãs ILKA e Irmã Wilma e dia 26 fui somente este irmão que vos escreve.Nossa comunicação foi muito boa e conseguimos encaminhar 2 grupos, 1 na Igreja e 1 na Capela.Padre Werner, muito entusiasmado, agendou a primeira reunião do grupo da Igreja para o dia 31.08 (sexta) e o o grupo da Capela para 01.09(sábado).
              Pois hoje, dia 31.08, realizamos o primeiro encontro e foi um sucesso.Tivemos a presença de 09 integrantes mas o grupo deverá contar com mais integrantes que não puderam comparecer nesta reunião.Amanhã, as 15:h teremos a primeira reunião do Grupo da Capela que será chamado CNSE Cristo Operário.
               
Ilka, Irmã Wilma, Padre Werner, Judith, do Hélio(ENS) e este que vos escreve.
 
          
             Como sempre, pedimos as orações de todos para que o Espírito Santo nos ilumine e que Maria nos acompanha na caminhada.
Fraternal abraço,
Paulo, da Carmen Lúcia

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Aniversário do Padre Mauro!

Neca, Dona Iara, Padre Mauro, Irmã Nilza e Geneci

Dona Iara e Alana
Amigos(as) e equipistas, encontraram-se no domingo dia 26,  após a missa das 19 horas , na paróquia São josé,  no bairro Vila Nova em Porto Alegre. 

O motivo do encontro era o aniversário do Padre Mauro , SCE de 3 equipes no setor F e Conselheiro Espitual do colegiado das CNSE RS. 

Foi um momento muito alegre, onde demos graças a DEUS pela vida deste sacerdote. 
Que no ano passado teve sérios problemas de saúde.





A Dona Iara fez um bolo maravilhoso e que muitos repetiram a fatia.
Aproveitamos a oportunidade para presentear Dona Iara com um lenço das CNSE. Atualmente ela está coordenando o segundo grupo de nossa paróquia.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Comunicar é dom precioso!



Pe. Zezinho, scj

Há seres humanos que nasceram sem esse dom, ou ele veio tão pequeno que mal conseguem sobreviver. Outros o perderam pelo caminho. Os olhos, a boca, as mãos, os ouvidos não ajudam! Enquanto isso, outros falam demais, cantam baixarias, abusam do poder de comunicar qualquer coisa e de qualquer jeito.

A indústria da comunicação é maravilhosa. Enche o planeta de possibilidades. Mas não poucas vezes é seletiva, injusta, errática, sem rumo e sem projeto educativo: Semeia de qualquer jeito, em qualquer solo e qualquer tipo de semente. Por isso produz veneno para as mentes e para a alma.

Procuram-se comunicadores que saibam como, a quem e o que semear.

www.padrezezinhoscj.com
Comentários para: online@paulinas.com.b

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Reunião do colegiado regional CNSE RS




No sábado dia 11 de agosto, realizamos reunião do colegiado, na residência do casal Carmem Lucia e Paulo. Avaliamos a programação dos eventos do corrente ano e já planejamos as atividades de 2013.
Tivemos a ilustre presença da nossa amiga Ilka, que relatou estar muito feliz no retorno ao convívio do colegiado e que devemos seguir em frente.
Paulo; Carmem Lucia, Padre Mauro e a querida Ilka.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

HOMENAGEM A NANCY CAJADO MONCAU

MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
“Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós”
“A semente que germina por si só – Uma convivência de fé e alegria”
Iniciadora no Brasil: Da. NANCY CAJADO MONCAU




 
RESPONSÁVEL PELO INÍCIO NO BRASIL DO MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA – CNSE
.



Hoje dia dedicado pelo Calendário Litúrgico da Igreja à Festa da Assunção de Nossa Senhora, comemora-se o sexto ano de falecimento da nossa querida e saudosa Da. Nancy Cajado Moncau, responsável pelo início no Brasil do Movimento COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA, para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós. Grande devota de Nossa Senhora, Da.Nancy sempre foi um sinal de sua presença no meio de nós. Elevemos, pois, nossas preces de agradecimento a Deus por tudo que ela representou em vida para esse projeto de trabalho em favor de um público muito especial e, ao mesmo tempo, roguemos a Deus para que ela esteja gozando as maravilhas do Reino Eterno, olhando carinhosamente pelos seus filhos espirituais aqui na terra.
Ave Maria, cheia de Graça, o Senhor é Convosco. . . . .


CLEIDE e VALENTIM
COORDENAÇÃO - CNSE - BRASIL


SOBRE DONA NANCY

Dona Nancy era uma mulher de fibra. Ao se decidir por uma coisa, não havia obstáculo que a fizesse desistir. Essa tenacidade era uma de suas marcas registradas. Quando assumia o compromisso de participar de um EACRE, de fazer palestra em algum setor, enfim, de dar um testemunho em qualquer encontro promovido pelo Movimento, nem a dor, cansaço, nem a doença eram capazes de fazê-la recuar. Tinha a profunda convicção de que não podia decepcionar as pessoas, de que não poderia faltar à palavra empenhada. Assim, não media os sacrifícios.
No porte franzino, e já arqueada pelo peso dos anos, escondia-se uma vitalidade de fazer inveja, e que vinha de um espírito decidido e inundado pela graça e força de Deus.
Estar com Dona Nancy era como ter à nossa disposição uma fonte de sabedoria. Seu pensamento estava sempre à frente: informava-se de tudo. Nada do que acontecia no mundo era-lhe indiferente: discutia sobre a questão dos transgênicos; interessava-se por computador, em tudo parecia querer descobrir o dedo de Deus traçando os rumos da história do homem.
Temos a certeza de que convivemos com uma mulher que buscava intensamente a santidade, vivenciada no concreto das coisas comuns do cotidiano. (Silvia e Chico CM nov. 2006)
COORDENAÇÃO  NACIONAL DAS CNSE

                  Tereza Pitarello Shoshima                 Cleide e Valentim Giansante                
                    famshoshima@gmail.com                 cleide.valentim@terra,.com.br                                                        
                            Fone: 11 – 4123-5903                               Fone: 11 – 2597-0373

 COORDENAÇÃO  REGIONAL RIO GRANDE DO SUL DAS CNSE

Carmem Lúcia e Paulo  - 51 9112-2274
Email: prdiassantos@gmail.com

Ilka Palmerim
Email: ilkapalmerim@gmail.com

sábado, 11 de agosto de 2012

CNSE e ENS parabenizam Padre Mauro



Na tarde de 5 de agosto, as CNSE e ENS das Graças, Imaculada Conceição e Lourdes, parabenizaram o padre Mauro pelo dia do sacerdote.
Padre Mauro é sacerdote conselheiro destas três equipes do setor F e conselheiro da coordenação regional RS das CNSE.
 Rezamos o terço da misericórdia e após confraternizamos com os presentes, na casa EMAÚS.
Este local pertence a congregação filhas do amor divino e localiza-se no bairro Vila Nova.


O local é ótimo para encontros e retiros!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas!

     COMUNIDADES  NOSSA  SENHORA  DA  ESPERANÇA

Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós




Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas  (após a Comunhão)  -  3 à 5 minutos

 

1 – Meu Nome é . . . . . . . . . . . . . . ., sou  (casada ou Viúva/o, há 2, 10 , 12 ou .. anos) e pertenço a Comunidade Paroquial tal, desde. . . . . . . . ou à Paróquia tal . . . . . .

2 – Quero, rapidamente, dar algumas informações sobre um novo Movimento que surgiu na nossa Igreja, já aprovado pelos Senhores Bispos, inclusive o nosso Arcebispo, Dom .................., e que é voltado, exclusivamente, para as Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós.

3 – Trata-se das “Comunidades Nossa Senhora da Esperança”, que funciona com pequenos grupos de 08 à 10 pessoas, e com a orientação espiritual de um Sacerdote ou de uma Religiosa (uma Freira) de qualquer Congregação ou Ordem Religiosa.

4 – Esse novo Movimento, que começou a funcionar, no Brasil, em 2004, foi idealizado por uma Senhora que estava, na época, com 93 anos de idade -  Da. Nancy Moncau – viúva há 23 anos, responsável, também, pela chegada ao Brasil, em 1950, das Equipes de Nossa Senhora, que tem como público alvo exclusivamente  casais cristãos.

5 - Seguindo a mesma linha metodológica das Equipes, que é um Movimento vitorioso e existente no mundo inteiro, as Comunidades Nossa Senhora da Esperança, para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós, têm por finalidade auxiliar quem vive esse estado de vida,  tanto na parte espiritual e religiosa, como na ajuda mútua e na amizade fraterna.

6 – Pessoa Só é aquela que nunca se casou (solteira) ou então a que se casou, mas uma vez rompido o casamento, resolveu permanecer só, assumindo, sozinha, todas as responsabilidades do lar, do trabalho - etc.

7 – Nessa proposta de convivência em pequenos grupos ou pequenas comunidades cristãs, pretende-se, basicamente, o seguinte:
           
1º:  Louvar e servir a Deus no Estado de vida de Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós;
2º: Buscar insistentemente novos caminhos que levem a Cristo;
3º: Renovar a confiança e esperança de uma vida digna, sob a proteção materna de Nossa Senhora da Esperança
8 – Já existem mais de 150 grupos em pleno funcionamento em diversas localidades de todo o Brasil. Aqui em nossa Arquidiocese já existem XX Grupos e nossa meta é fazer a sua expansão e para tento estamos hoje nessa Paróquia, para darmos todas as explicações para aquelas ou aqueles que se interessarem.
9 – Trata de um Movimento muito interessante, bem estruturado, com uma Equipe Dirigente Nacional e que possui proposta de trabalho adequado para as Viúvas e Viúvos em geral, bem como as pessoas sós.
10 –Estaremos lá atrás, na saída da Igreja, para prestar outros esclarecimentos para quem quiser conhecer mais detalhes desse Movimento. Obrigado  Pe. tal,  por essa oportunidade.

FONTE: site nacional das CNSE http://www.cnse.org.br/

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O cuidado com a celebração Eucarística

Seja fiel na criatividade observando os conceitos que dinamizam a liturgia!
POR PE. CARLOS GUSTAVO HAAS


Falar de criatividade é uma tarefa complexa e difícil. Afinal, até o Vaticano II, a liturgia viveu uma fase de 400 anos de “imobilismo”, onde nada podia mudar. E mudar, também não é fácil.
Apresento aqui alguns pontos que poderão ser aprofundados numa reflexão individual ou nas equipes de liturgia.


 1. “Ser criativos” em uma celebração

Pe Mauro SCE da CNSE RS

Quando queremos “ser criativos” em uma celebração, nossa primeira preocupação deve ser a participação mais plena, ativa e frutuosa da assembleia.  O grande motivo para “mudar” palavras, gestos, sinais e ritos não é o gosto da equipe de liturgia ou o que vimos em um show ou mesmo em uma missa transmitida pela TV, mas sim, a maior participação no culto a Deus, integrado em nossa vida atual.
Cito as palavras de Bento XVI na Exortação “Sacramentum Caritatis”, n. 38:  “O primeiro modo de favorecer a participação do povo de  Deus no rito sagrado é a condigna celebração do mesmo; a arte da celebração é a melhor condição para a participação ativa. A arte da celebração resulta da fiel obediência às normas litúrgicas na sua integridade, pois é precisamente esse modo de celebrar que, há dois mil anos, garante a vida de fé de todos os crentes, chamados a viver a celebração enquanto povo de Deus, ‘sacerdócio real , nação santa’” (cf. 1Pd 2,4-5.9).

2. Ser “criativo” é ser fiel
Temos então um segundo elemento: ser “criativo” é ser fiel.  Ser criativo não significa  “inventar”.         Não podemos confundir “criatividade” com “criativismo” – fazer algo diferente apenas por fazer diferente.  Gosto do que escreveu Bento XVI: “A liturgia, por sua natureza, possui uma tal variedade de níveis de comunicação que lhe permitem cativar o ser humano na sua totalidade. A simplicidade dos gestos e a sobriedade dos sinais, situados na ordem e nos momentos previstos, comunicam e cativam mais do que o artificialismo de adições inoportunas” (Sacramentum Caritatis, 40).


Paróquia Sagrado Coração de Jesus - POA - RS

 O povo logo percebe quando propomos algo que vem apenas de um gosto ou ideia pessoal, ou quando somos criativos a partir do rito, do momento celebrativo, do mistério que estamos vivenciando.
No Documento 43 da CNBB, Animação da Vida Litúrgica no Brasil, n. 170, lemos: “Por criatividade não se deve entender tirar como que do nada, expressões litúrgicas inéditas. Pelo contrário, a verdadeira criatividade é orgânica: está ligada aos ritos precedentes como o celebrante de hoje aos do passado”.

 4 cuidados que devemos ter
1. O “ativismo”: fazer na celebração um “desfile” de vários elementos, símbolos, gestos, ritos, sem silêncio, com movimentos em excesso.  É a tentação de querer fazer tudo em uma única celebração.
2. O “intelectualismo”: é quando queremos explicar tudo que acontece em uma celebração.  A celebração torna-se “cerebração”, poluída com comentários e mais comentários. 
3 .O “espontaneismo”: deixar tudo para última hora, improvisar os ritos e gestos, deixando que aconteça apenas com a boa-vontade  dos participantes. A verdadeira espontaneidade não é inventar um gesto.  Os gestos mais expressivos da nossa existência são aqueles que, desde a nossa infância, nós enchemos de experiência humana, como abraçar a mãe, juntar as mãos, todos os gestos da oração que, para nós foram o meio próprio de nos encontrarmos com Deus; é aí que nós somos mais espontâneos.  A verdadeira espontaneidade consiste em encher de novidade um gesto de sempre, pois os gestos e as palavras das pessoas não podem ser inventados até ao infinito.


4. O “fixismo”: repetir sempre a mesma coisa, caindo no formalismo e na rotina.  Acaba cansando a assembleia, pois se torna algo sem o espírito próprio para o qual foi criado.
 Enfim, para sermos criativos na liturgia, precisamos levar a sério tudo o que fazemos. A simples modificação de um gesto, sinal, atitude, acarreta uma profunda alteração do significado de muitas ações litúrgicas.
Zelar pela liturgia não significa “engessá-la”.  “Liturgia é uma ação ritual, cuja característica é a repetição e a fidelidade à Tradição: “Façam isto (e não outra coisa!) para celebrar a minha memória (…)”. Liturgia não se inventa, se vive. O jogador de futebol não muda as regras do jogo; a cantora não inventa uma nova música, ignorando ou modificando a partitura. Ambos exercem sua criatividade ao entrar de corpo e alma no jogo de futebol ou na música; e dessa entrega nasce uma interpretação sempre nova, atual, surpreendente, tocante. É desse tipo de zelo que a liturgia precisa: unindo conhecimento e respeito pelas regras com entrega total ao ‘jogo’, levando a uma vivência profunda” (Ione Buyst, Liturgia em Mutirão, Edições CNBB, pág. 222).

Pe. Carlos Gustavo Haas é Presbítero da Arquidiocese de Porto Alegre/RS, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB

sexta-feira, 27 de julho de 2012

CNSE no XI Encontro Internacional das ENS

Foi muito marcante a presença das CNSE no encontro! O Estande estava sempre com visitantes e amigos das CNSE de várias partes do Brasil. Nossos queridos Cleide e Valentim, mais a Teresa, simpáticos como sempre, perseverantes na divulgação deste movimento idealizado por Dona Nancy.
Encontramos o Xisto (CNSE DF) e o Ivan (CNSE SP), grandes divulgadores do movimento em seus estados. Um prazer conhecer pessoalmente estes irmãos em cristo!
O encontro internacional foi maravilhoso e certamente produzirá muitos frutos!
Paz de Jesus e a proteção de NSa da Esperança.
alexandre e alana

sexta-feira, 20 de julho de 2012

PALAVRAS PROFERIDAS PELA DONA NANCY



Fiquei viúva em 1982 e viajava muito pelo Brasil dando palestras e participando de reuniões. De vez em quando alguém me perguntava por que a senhora não organiza grupos de viúvas? Passaram-se os anos até que Deus me fez compreender que era chegada a hora de mudar de atividade. Fiz várias consultas e formei um Grupo de trabalho composto por pessoas conhecidas e surgiu daí o Movimento hoje conhecido como CNSE, para viúvas e viúvos em geral, mais tarde estendido também as pessoas sós, ou seja as solteiras e as separadas que permaneciam sós.


Nota: Contribui muito para que ela tomasse essa decisão a morte de seu filho que morava em Salvador – BH e que recebeu por parte dos equipistas de lá muito apoio no decorrer de sua doença. Sua nora, viúva, que estava encantada com as Equipes de Nossa Senhora, fez com que ela entendesse que era chegada a hora de fazer alguma coisa em favor das viúvas em geral. Posteriormente e ainda na fase de estudos do novo Movimento, foram agregadas também as solteiras já com certa idade (acima 40/45 anos), bem como as separadas/divorciadas que, por opção, resolveram permanecer sós.
Mesmo sem nenhuma intenção, o Movimento das CNSE está inserido, por um segredo do Espírito Santo, nas diretrizes gerais da CNBB sobre a Pastoral Familiar – Documento 79 –capítulo 7 – Situações especiais.
Para os equipistas, portanto, é um serviço ou apostolado previsto nas prioridades do Movimento (Pastoral Familiar).
SEDE SOCIAL E SECRETARIA
Rua Oriente, 500 – 2º andar.
03016-000 – São Paulo – SP.
Fones: 2292-8166 – R. 215
Link: Comunidades Nossa Senhora da Esperança

COORDENAÇÃO  NACIONAL DAS CNSE

                  Tereza Pitarello Shoshima                 Cleide e Valentim Giansante                
                    famshoshima@gmail.com                 cleide.valentim@terra,.com.br                                                        
                            Fone: 11 – 4123-5903                               Fone: 11 – 2597-0373

 COORDENAÇÃO  REGIONAL RIO GRANDE DO SUL DAS CNSE

Carmem Lúcia e Paulo
Email: prdiassantos@gmail.com

Ilka Palmerim
Email: ilkapalmerim@gmail.com
 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Site Nacional das CNSE



Caros amigos

Mostra-me os teus caminhos, Javé, ensina-me as tuas veredas (Sl. 25/24)

Informamos que entrou no ar esta tarde o Site das Comunidades Nossa Senhora da Esperança, cujo domínio é: www.cnse.org.br
Para que isso se tornasse realidade, contamos com o apoio logístico e financeiro das Equipes de Nossa Senhora, a quem somos gratos, especialmente ao Casal Cida e Raimundo Nonato, CR da SRB.
Estamos no momento (Jul/12) com 184 grupos espalhados por diversas localidades do País.  
Divulguem esse Site, por gentileza, junto aos membros dessa Coordenadoria regional, inclusive os Coordenadores de Grupos.

Fraternalmente

Tereza P. Shoshima  /  Cleide e Valentim Giansante

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A EUCARISTIA E VIDA EUCARÍSTICA



É quase certo que a maioria que vive o estado de viuvez e também as pessoas sós, têm, como prática habitual, participar diariamente da Celebração da Eucaristia. Outras(os), porém, por motivos vários, participam apenas da chamada Missa de Preceito, ou seja, a Dominical. Importante, tanto no primeiro caso como no segundo, é que tenhamos plena consciência que existem laços que ligam a Eucaristia que participamos  à vida que levamos.
A palavra Eucaristia significa, como sabemos, “ação de graças”. Logo, participar da Eucaristia e viver eucaristicamente, expressa nossa gratidão a esse favor ou dádiva preciosa de Deus. Nossa vida, com toda a sua beleza e preciosidade, está intimamente associada à sua fragilidade e mortalidade. Não é por outra razão que a Missa começa com uma súplica de perdão a Deus.
A Palavra de Deus que ouvimos na Eucaristia faz com que sejamos parte da grande história da nossa salvação. A qualidade sacramental dessa palavra torna Deus presente não só como uma presença pessoal e íntima, mas também como uma presença que nos oferece um lugar no seu Reino. Nossas vidas de simples viúvas(os) e de pessoas sós, são, na verdade, vidas sagradas e que desempenham um papel fundamental na realização das promessas de Deus.
A presença de Jesus é reconfortante. Ele é o Bom Pastor que conhece intimamente e ama a cada uma(um) de nós. Por isso não se nega a ficar do nosso lado, como aconteceu com os discípulos de Emaús, entrando na casa deles e ceando com eles. E estando com eles à mesa, tomou o pão, rezou, partiu-o e lhes deu. Esse pão da vida (alimento da vida) é a essência do nosso viver.
Importante é recordar para nós, viúvas/os e pessoas sós, que a Eucaristia é um gesto humano simples, porém, o mais divino que possa ser imaginado. É a verdade de Jesus. Tão humano e, no entanto, tão divino. Tão familiar, todavia tão misterioso. Tão próximo, contudo tão revelador. 
Jesus é Deus para nós, ou seja, Deus conosco ou Deus dentro de nós. Na Eucaristia Jesus é tudo. O pão não é simplesmente um sinal do seu desejo em transformar-se no nosso alimento. O vinho não é meramente um sinal da sua vontade de ser nossa bebida. O pão e o vinho transformam-se em seu corpo e sangue durante a oferenda. Deus se faz totalmente presente em nós em Jesus. É alimento para nós agora, no momento da celebração eucarística, exatamente onde estamos reunidos ao redor da mesa. Deus se dá a nós. É o mistério da Encarnação, que acontece na “comunhão”.
A palavra “comunhão” expressa toda a verdade que, em e através de Jesus Cristo, Deus deseja não só instruir-nos e ensinar-nos, como também tornar-se um conosco. Deus deseja estar plenamente unido a nós, viúvas/os e pessoas sós, para que possamos estar unidas/os de maneira duradoura a Ele.
A Eucaristia é, como se vê, fonte e força criadora de comunhão, porque nos une com o próprio Cristo. Para sermos fieis a essa união, necessitamos de unidade e caridade. Sem amor, sem caridade, estaremos distantes dos desígnios de Deus. Vivemos tempos repletos de violências, guerras, terrorismo, injustiças sociais e tantas coisas mais. Deus bem que poderia nos interrogar face a essa falta de amor: “criei vocês, dei-lhes todo o meu amor, onde estão vocês, onde está sua resposta, onde está a sua caridade?”.
Deus não quer outra coisa que não seja “comunhão” e toda a história do relacionamento de Deus conosco é uma história de uma comunhão mais profunda, na qual Ele busca caminhos sempre novos para comungar intimamente conosco. 

Fonte: Manual dos coordenadores

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Recado da Comunicação - CNSE-DF

XI ENCONTRO INTERNACIONAL DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA




"Vai, e também tu, faze o mesmo." (Lc 10,37)

Queridos Irmãos Equipistas.

Paz e Bem!

Faltam apenas 10 dias para o início do nosso Encontro.

Queremos, desde já, dar as nossas boas vindas a todos vocês que vão participar desse evento tão especial e desejar àqueles que residem fora uma feliz estada em Brasília.

Esperamos conhecer e/ou rever nossos irmãos virtuais e desde já, nos colocamos à sua inteira disposição.

Mesmo residentes em Brasília, ficaremos hospedados no Hotel Mercure Brasília Lider, onde também estaremos auxiliando na acolhida daqueles que ali se hospedarão.

Durante o Encontro, nos momentos destinados aos almoços e reuniões, contamos com a presença de vocês no stand destinado às Comunidades Nossa Senhora da Esperança - CNSE, onde estaremos, juntamente com outras irmãs e outros irmãos de várias Regiões, divulgando e prestando maiores esclarecimentos sobre este maravilhoso Movimento criado por D. Nancy Moncau. Lembramos que: atuar junto às CNSE também significa "Ousar o Evangelho".

Então, até 21 de julho... Esperamos por vocês.

Abraços em Cristo de
Dalila e Xisto
Equipe 02 - NossaSenhora das Vitórias
Setor B - RCO-I - Brasília, DF

Enviado por: "antonioxistonet@gmail.com

Qua, 11 de Jul de 2012 12:29 am

Comunicação - CNSE-DF

sábado, 7 de julho de 2012

A aeromoça


Como tratamos nosso próximo? As pessoas especiais?
Bom final de semana e fiquem com a coluna do padre Zezinho no jonal correio riograndense. 
Boa leitura!
alexandre e alana

Pe. Zezinho


Um senhor gordo, de cerca de 140 kg, ainda sem sentar-se, esperava providências na entrada do avião. Assim que as portas fecharam uma jovem aeromoça perguntou aos presentes: - Alguém magro está sentado perto de algum assento vazio? Uma mocinha se apresentou e mudou de lugar com o senhor gordo que não cabia na própria poltrona.

O senhor pôde então acomodar-se em duas poltronas. Agradecido, contou a ela que não recebera o mesmo tratamento em outros voos, e ela lhe disse: - Meu pai tem 130 kg e eu faria isso por ele e faço pelo senhor, mas mesmo que meu pai não fosse gordo eu ainda faria, porque sei que o senhor tem direito a um assento que lhe sirva. A companhia não vai me expulsar por ser gentil e justa.

Ela não sabia que ao lado, ouvindo a conversa, estava um dos presidentes da companhia. Dois dias depois o presidente a chamou, teve uma entrevista com ela e a promoveu. - É de funcionários como a senhorita que precisamos. A partir de agora quem cuidará do assunto “pessoas especiais” será você. E não se trata de assunto pequeno: é grande o número de enfermos, crianças, idosos e pessoas com sobrepeso que viajam em aviões. Nem sempre se cuida desse pormenor.

Aquela aeromoça praticava duas virtudes - a justiça e a generosidade. No mundo de hoje são poucos os grupos e corporações que colocam em primeiro lugar a necessidade alheia e só depois o lucro. Aeromoças como aquela jovem fazem a diferença.
fonte: http://www.editorasaomiguel.com.br/correio/edicoes/frame.php?edicao=311

segunda-feira, 2 de julho de 2012

- A ORAÇÃO EM NOSSA VIDA DIÁRIA

  


A oração é essencialmente um diálogo da pessoa humana com Deus, e se dá de modo muito diferente de um diálogo ou uma conversa com um amigo ou pessoa conhecida. Não podemos escutar Deus do mesmo modo que escutamos um amigo, pois, Deus não nos dá respostas assim tão claras como acontece numa conversa entre pessoas. Daí porque muitas vezes nossa oração se transforma  num monólogo.
No nosso estado de viuvez e de pessoas sós, a oração, face aos percalços da vida sozinha, muitas vezes tende a nos conduzir a uma parede vazia, sendo difícil até encontrar uma palavrinha para poder iniciá-la. Não são poucas as ocasiões que acabamos por desistir.
Quando, porém, nos convencemos de que Deus é aquele que nos ama, nós, viúvas(os) e pessoas sós, como contrapartida, somos capazes de dar tudo para ficar com Ele. Precisamos, mais do que ninguém, saber o que Deus quer, para melhor podermos acolhê-lo. E quanto mais estivermos em oração, mais aprenderemos que a sua bondade é sempre maior do que podemos imaginar, mesmo com todos os espinhos do nosso estado de vida.
Caracteriza-se, dessa forma, um verdadeiro encontro com Deus e nesse instante Ele se aproxima e permanece conosco. E nós, com Ele. E esse encontro com Deus acontece não pelos nossos méritos, mas pelo dom da graça de Deus. Como pecadoras(es) nos sentimos aceitas(os) e, por conseguinte, aceitamos melhor a nós mesmas(os).
Na Bíblia e na História Sagrada, essa descoberta ou essa graça é vivida nas peregrinações. Daí porque o Pe. Caffarel, um homem de oração, insistia tanto nas peregrinações e também nos retiros espirituais, que chegavam a durar até uma semana. Essas autênticas caminhadas pelo deserto, conforme testemunho de quem já fez, são fascinantes, embora, às vezes, árduas. Um dia com Deus vale mais do que mil.
Fazer uma peregrinação não significa, necessariamente, fazer uma viagem à Lourdes ou a Fátima ou a outro lugar santo distante. Basta sair um dia de nossas casas e fazer uma visita a um Santuário que nos seja próximo e acessível. Na cidade de São Paulo e, mesmo nas cidades do seu entorno, temos várias opções para isso.
Viver com Jesus, para nós, viúvas(os) e pessoas sós, e chegar a viver em plenitude com a Trindade, na mais perfeita união entre nós mesmas(os) e com Deus, é a nossa suprema aspiração, e seria, conseqüentemente, a nossa maior felicidade. Temos que convir que as orações e devoções que aprendemos ao longo de nossas vidas são importantes, mas não bastam.  Nosso desafio, no atual estágio de nossas vidas, seria chegar a uma oração que é vida.
São João , em 1Jo 5, 14-15, diz que “Nós temos confiança no Senhor e o que pedimos, já é nosso”. Portanto, se quisermos pedir, precisamos, para sermos coerentes com a nossa fé,  antes cumprir a vontade de Deus. Isso não se faz de uma só vez, mas ao longo de nossa existência. Temos que pedir, contritamente, que Ele nos abra os olhos e o coração.
Temos uma variedade imensa de dons e na nossa comunhão fraterna, nesses grupos de Viúvas(os) e Pessoas Sós que nos reúnem, poderemos nos estimular, reciprocamente, para buscarmos de maneira mais eficaz a nossa própria santificação. Seremos instrumentos umas(uns) das outras(os) nessa busca do Reino de Deus. Precisamos, fraternalmente e, a partir da nossa vivência com Deus, abrir os nossos corações de maneira espontânea, sabendo dar, receber, pedir e, no Senhor, recusar. 
Fonte:

M A N U A L   D E   C O O R D E N A Ç Ã O   DA


1ª.   F A S E