segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas!

     COMUNIDADES  NOSSA  SENHORA  DA  ESPERANÇA

Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós




Sugestão de Texto p/ ser lido em Igrejas  (após a Comunhão)  -  3 à 5 minutos

 

1 – Meu Nome é . . . . . . . . . . . . . . ., sou  (casada ou Viúva/o, há 2, 10 , 12 ou .. anos) e pertenço a Comunidade Paroquial tal, desde. . . . . . . . ou à Paróquia tal . . . . . .

2 – Quero, rapidamente, dar algumas informações sobre um novo Movimento que surgiu na nossa Igreja, já aprovado pelos Senhores Bispos, inclusive o nosso Arcebispo, Dom .................., e que é voltado, exclusivamente, para as Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós.

3 – Trata-se das “Comunidades Nossa Senhora da Esperança”, que funciona com pequenos grupos de 08 à 10 pessoas, e com a orientação espiritual de um Sacerdote ou de uma Religiosa (uma Freira) de qualquer Congregação ou Ordem Religiosa.

4 – Esse novo Movimento, que começou a funcionar, no Brasil, em 2004, foi idealizado por uma Senhora que estava, na época, com 93 anos de idade -  Da. Nancy Moncau – viúva há 23 anos, responsável, também, pela chegada ao Brasil, em 1950, das Equipes de Nossa Senhora, que tem como público alvo exclusivamente  casais cristãos.

5 - Seguindo a mesma linha metodológica das Equipes, que é um Movimento vitorioso e existente no mundo inteiro, as Comunidades Nossa Senhora da Esperança, para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós, têm por finalidade auxiliar quem vive esse estado de vida,  tanto na parte espiritual e religiosa, como na ajuda mútua e na amizade fraterna.

6 – Pessoa Só é aquela que nunca se casou (solteira) ou então a que se casou, mas uma vez rompido o casamento, resolveu permanecer só, assumindo, sozinha, todas as responsabilidades do lar, do trabalho - etc.

7 – Nessa proposta de convivência em pequenos grupos ou pequenas comunidades cristãs, pretende-se, basicamente, o seguinte:
           
1º:  Louvar e servir a Deus no Estado de vida de Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós;
2º: Buscar insistentemente novos caminhos que levem a Cristo;
3º: Renovar a confiança e esperança de uma vida digna, sob a proteção materna de Nossa Senhora da Esperança
8 – Já existem mais de 150 grupos em pleno funcionamento em diversas localidades de todo o Brasil. Aqui em nossa Arquidiocese já existem XX Grupos e nossa meta é fazer a sua expansão e para tento estamos hoje nessa Paróquia, para darmos todas as explicações para aquelas ou aqueles que se interessarem.
9 – Trata de um Movimento muito interessante, bem estruturado, com uma Equipe Dirigente Nacional e que possui proposta de trabalho adequado para as Viúvas e Viúvos em geral, bem como as pessoas sós.
10 –Estaremos lá atrás, na saída da Igreja, para prestar outros esclarecimentos para quem quiser conhecer mais detalhes desse Movimento. Obrigado  Pe. tal,  por essa oportunidade.

FONTE: site nacional das CNSE http://www.cnse.org.br/

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O cuidado com a celebração Eucarística

Seja fiel na criatividade observando os conceitos que dinamizam a liturgia!
POR PE. CARLOS GUSTAVO HAAS


Falar de criatividade é uma tarefa complexa e difícil. Afinal, até o Vaticano II, a liturgia viveu uma fase de 400 anos de “imobilismo”, onde nada podia mudar. E mudar, também não é fácil.
Apresento aqui alguns pontos que poderão ser aprofundados numa reflexão individual ou nas equipes de liturgia.


 1. “Ser criativos” em uma celebração

Pe Mauro SCE da CNSE RS

Quando queremos “ser criativos” em uma celebração, nossa primeira preocupação deve ser a participação mais plena, ativa e frutuosa da assembleia.  O grande motivo para “mudar” palavras, gestos, sinais e ritos não é o gosto da equipe de liturgia ou o que vimos em um show ou mesmo em uma missa transmitida pela TV, mas sim, a maior participação no culto a Deus, integrado em nossa vida atual.
Cito as palavras de Bento XVI na Exortação “Sacramentum Caritatis”, n. 38:  “O primeiro modo de favorecer a participação do povo de  Deus no rito sagrado é a condigna celebração do mesmo; a arte da celebração é a melhor condição para a participação ativa. A arte da celebração resulta da fiel obediência às normas litúrgicas na sua integridade, pois é precisamente esse modo de celebrar que, há dois mil anos, garante a vida de fé de todos os crentes, chamados a viver a celebração enquanto povo de Deus, ‘sacerdócio real , nação santa’” (cf. 1Pd 2,4-5.9).

2. Ser “criativo” é ser fiel
Temos então um segundo elemento: ser “criativo” é ser fiel.  Ser criativo não significa  “inventar”.         Não podemos confundir “criatividade” com “criativismo” – fazer algo diferente apenas por fazer diferente.  Gosto do que escreveu Bento XVI: “A liturgia, por sua natureza, possui uma tal variedade de níveis de comunicação que lhe permitem cativar o ser humano na sua totalidade. A simplicidade dos gestos e a sobriedade dos sinais, situados na ordem e nos momentos previstos, comunicam e cativam mais do que o artificialismo de adições inoportunas” (Sacramentum Caritatis, 40).


Paróquia Sagrado Coração de Jesus - POA - RS

 O povo logo percebe quando propomos algo que vem apenas de um gosto ou ideia pessoal, ou quando somos criativos a partir do rito, do momento celebrativo, do mistério que estamos vivenciando.
No Documento 43 da CNBB, Animação da Vida Litúrgica no Brasil, n. 170, lemos: “Por criatividade não se deve entender tirar como que do nada, expressões litúrgicas inéditas. Pelo contrário, a verdadeira criatividade é orgânica: está ligada aos ritos precedentes como o celebrante de hoje aos do passado”.

 4 cuidados que devemos ter
1. O “ativismo”: fazer na celebração um “desfile” de vários elementos, símbolos, gestos, ritos, sem silêncio, com movimentos em excesso.  É a tentação de querer fazer tudo em uma única celebração.
2. O “intelectualismo”: é quando queremos explicar tudo que acontece em uma celebração.  A celebração torna-se “cerebração”, poluída com comentários e mais comentários. 
3 .O “espontaneismo”: deixar tudo para última hora, improvisar os ritos e gestos, deixando que aconteça apenas com a boa-vontade  dos participantes. A verdadeira espontaneidade não é inventar um gesto.  Os gestos mais expressivos da nossa existência são aqueles que, desde a nossa infância, nós enchemos de experiência humana, como abraçar a mãe, juntar as mãos, todos os gestos da oração que, para nós foram o meio próprio de nos encontrarmos com Deus; é aí que nós somos mais espontâneos.  A verdadeira espontaneidade consiste em encher de novidade um gesto de sempre, pois os gestos e as palavras das pessoas não podem ser inventados até ao infinito.


4. O “fixismo”: repetir sempre a mesma coisa, caindo no formalismo e na rotina.  Acaba cansando a assembleia, pois se torna algo sem o espírito próprio para o qual foi criado.
 Enfim, para sermos criativos na liturgia, precisamos levar a sério tudo o que fazemos. A simples modificação de um gesto, sinal, atitude, acarreta uma profunda alteração do significado de muitas ações litúrgicas.
Zelar pela liturgia não significa “engessá-la”.  “Liturgia é uma ação ritual, cuja característica é a repetição e a fidelidade à Tradição: “Façam isto (e não outra coisa!) para celebrar a minha memória (…)”. Liturgia não se inventa, se vive. O jogador de futebol não muda as regras do jogo; a cantora não inventa uma nova música, ignorando ou modificando a partitura. Ambos exercem sua criatividade ao entrar de corpo e alma no jogo de futebol ou na música; e dessa entrega nasce uma interpretação sempre nova, atual, surpreendente, tocante. É desse tipo de zelo que a liturgia precisa: unindo conhecimento e respeito pelas regras com entrega total ao ‘jogo’, levando a uma vivência profunda” (Ione Buyst, Liturgia em Mutirão, Edições CNBB, pág. 222).

Pe. Carlos Gustavo Haas é Presbítero da Arquidiocese de Porto Alegre/RS, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB

sexta-feira, 27 de julho de 2012

CNSE no XI Encontro Internacional das ENS

Foi muito marcante a presença das CNSE no encontro! O Estande estava sempre com visitantes e amigos das CNSE de várias partes do Brasil. Nossos queridos Cleide e Valentim, mais a Teresa, simpáticos como sempre, perseverantes na divulgação deste movimento idealizado por Dona Nancy.
Encontramos o Xisto (CNSE DF) e o Ivan (CNSE SP), grandes divulgadores do movimento em seus estados. Um prazer conhecer pessoalmente estes irmãos em cristo!
O encontro internacional foi maravilhoso e certamente produzirá muitos frutos!
Paz de Jesus e a proteção de NSa da Esperança.
alexandre e alana

sexta-feira, 20 de julho de 2012

PALAVRAS PROFERIDAS PELA DONA NANCY



Fiquei viúva em 1982 e viajava muito pelo Brasil dando palestras e participando de reuniões. De vez em quando alguém me perguntava por que a senhora não organiza grupos de viúvas? Passaram-se os anos até que Deus me fez compreender que era chegada a hora de mudar de atividade. Fiz várias consultas e formei um Grupo de trabalho composto por pessoas conhecidas e surgiu daí o Movimento hoje conhecido como CNSE, para viúvas e viúvos em geral, mais tarde estendido também as pessoas sós, ou seja as solteiras e as separadas que permaneciam sós.


Nota: Contribui muito para que ela tomasse essa decisão a morte de seu filho que morava em Salvador – BH e que recebeu por parte dos equipistas de lá muito apoio no decorrer de sua doença. Sua nora, viúva, que estava encantada com as Equipes de Nossa Senhora, fez com que ela entendesse que era chegada a hora de fazer alguma coisa em favor das viúvas em geral. Posteriormente e ainda na fase de estudos do novo Movimento, foram agregadas também as solteiras já com certa idade (acima 40/45 anos), bem como as separadas/divorciadas que, por opção, resolveram permanecer sós.
Mesmo sem nenhuma intenção, o Movimento das CNSE está inserido, por um segredo do Espírito Santo, nas diretrizes gerais da CNBB sobre a Pastoral Familiar – Documento 79 –capítulo 7 – Situações especiais.
Para os equipistas, portanto, é um serviço ou apostolado previsto nas prioridades do Movimento (Pastoral Familiar).
SEDE SOCIAL E SECRETARIA
Rua Oriente, 500 – 2º andar.
03016-000 – São Paulo – SP.
Fones: 2292-8166 – R. 215
Link: Comunidades Nossa Senhora da Esperança

COORDENAÇÃO  NACIONAL DAS CNSE

                  Tereza Pitarello Shoshima                 Cleide e Valentim Giansante                
                    famshoshima@gmail.com                 cleide.valentim@terra,.com.br                                                        
                            Fone: 11 – 4123-5903                               Fone: 11 – 2597-0373

 COORDENAÇÃO  REGIONAL RIO GRANDE DO SUL DAS CNSE

Carmem Lúcia e Paulo
Email: prdiassantos@gmail.com

Ilka Palmerim
Email: ilkapalmerim@gmail.com
 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Site Nacional das CNSE



Caros amigos

Mostra-me os teus caminhos, Javé, ensina-me as tuas veredas (Sl. 25/24)

Informamos que entrou no ar esta tarde o Site das Comunidades Nossa Senhora da Esperança, cujo domínio é: www.cnse.org.br
Para que isso se tornasse realidade, contamos com o apoio logístico e financeiro das Equipes de Nossa Senhora, a quem somos gratos, especialmente ao Casal Cida e Raimundo Nonato, CR da SRB.
Estamos no momento (Jul/12) com 184 grupos espalhados por diversas localidades do País.  
Divulguem esse Site, por gentileza, junto aos membros dessa Coordenadoria regional, inclusive os Coordenadores de Grupos.

Fraternalmente

Tereza P. Shoshima  /  Cleide e Valentim Giansante

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A EUCARISTIA E VIDA EUCARÍSTICA



É quase certo que a maioria que vive o estado de viuvez e também as pessoas sós, têm, como prática habitual, participar diariamente da Celebração da Eucaristia. Outras(os), porém, por motivos vários, participam apenas da chamada Missa de Preceito, ou seja, a Dominical. Importante, tanto no primeiro caso como no segundo, é que tenhamos plena consciência que existem laços que ligam a Eucaristia que participamos  à vida que levamos.
A palavra Eucaristia significa, como sabemos, “ação de graças”. Logo, participar da Eucaristia e viver eucaristicamente, expressa nossa gratidão a esse favor ou dádiva preciosa de Deus. Nossa vida, com toda a sua beleza e preciosidade, está intimamente associada à sua fragilidade e mortalidade. Não é por outra razão que a Missa começa com uma súplica de perdão a Deus.
A Palavra de Deus que ouvimos na Eucaristia faz com que sejamos parte da grande história da nossa salvação. A qualidade sacramental dessa palavra torna Deus presente não só como uma presença pessoal e íntima, mas também como uma presença que nos oferece um lugar no seu Reino. Nossas vidas de simples viúvas(os) e de pessoas sós, são, na verdade, vidas sagradas e que desempenham um papel fundamental na realização das promessas de Deus.
A presença de Jesus é reconfortante. Ele é o Bom Pastor que conhece intimamente e ama a cada uma(um) de nós. Por isso não se nega a ficar do nosso lado, como aconteceu com os discípulos de Emaús, entrando na casa deles e ceando com eles. E estando com eles à mesa, tomou o pão, rezou, partiu-o e lhes deu. Esse pão da vida (alimento da vida) é a essência do nosso viver.
Importante é recordar para nós, viúvas/os e pessoas sós, que a Eucaristia é um gesto humano simples, porém, o mais divino que possa ser imaginado. É a verdade de Jesus. Tão humano e, no entanto, tão divino. Tão familiar, todavia tão misterioso. Tão próximo, contudo tão revelador. 
Jesus é Deus para nós, ou seja, Deus conosco ou Deus dentro de nós. Na Eucaristia Jesus é tudo. O pão não é simplesmente um sinal do seu desejo em transformar-se no nosso alimento. O vinho não é meramente um sinal da sua vontade de ser nossa bebida. O pão e o vinho transformam-se em seu corpo e sangue durante a oferenda. Deus se faz totalmente presente em nós em Jesus. É alimento para nós agora, no momento da celebração eucarística, exatamente onde estamos reunidos ao redor da mesa. Deus se dá a nós. É o mistério da Encarnação, que acontece na “comunhão”.
A palavra “comunhão” expressa toda a verdade que, em e através de Jesus Cristo, Deus deseja não só instruir-nos e ensinar-nos, como também tornar-se um conosco. Deus deseja estar plenamente unido a nós, viúvas/os e pessoas sós, para que possamos estar unidas/os de maneira duradoura a Ele.
A Eucaristia é, como se vê, fonte e força criadora de comunhão, porque nos une com o próprio Cristo. Para sermos fieis a essa união, necessitamos de unidade e caridade. Sem amor, sem caridade, estaremos distantes dos desígnios de Deus. Vivemos tempos repletos de violências, guerras, terrorismo, injustiças sociais e tantas coisas mais. Deus bem que poderia nos interrogar face a essa falta de amor: “criei vocês, dei-lhes todo o meu amor, onde estão vocês, onde está sua resposta, onde está a sua caridade?”.
Deus não quer outra coisa que não seja “comunhão” e toda a história do relacionamento de Deus conosco é uma história de uma comunhão mais profunda, na qual Ele busca caminhos sempre novos para comungar intimamente conosco. 

Fonte: Manual dos coordenadores

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Recado da Comunicação - CNSE-DF

XI ENCONTRO INTERNACIONAL DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA




"Vai, e também tu, faze o mesmo." (Lc 10,37)

Queridos Irmãos Equipistas.

Paz e Bem!

Faltam apenas 10 dias para o início do nosso Encontro.

Queremos, desde já, dar as nossas boas vindas a todos vocês que vão participar desse evento tão especial e desejar àqueles que residem fora uma feliz estada em Brasília.

Esperamos conhecer e/ou rever nossos irmãos virtuais e desde já, nos colocamos à sua inteira disposição.

Mesmo residentes em Brasília, ficaremos hospedados no Hotel Mercure Brasília Lider, onde também estaremos auxiliando na acolhida daqueles que ali se hospedarão.

Durante o Encontro, nos momentos destinados aos almoços e reuniões, contamos com a presença de vocês no stand destinado às Comunidades Nossa Senhora da Esperança - CNSE, onde estaremos, juntamente com outras irmãs e outros irmãos de várias Regiões, divulgando e prestando maiores esclarecimentos sobre este maravilhoso Movimento criado por D. Nancy Moncau. Lembramos que: atuar junto às CNSE também significa "Ousar o Evangelho".

Então, até 21 de julho... Esperamos por vocês.

Abraços em Cristo de
Dalila e Xisto
Equipe 02 - NossaSenhora das Vitórias
Setor B - RCO-I - Brasília, DF

Enviado por: "antonioxistonet@gmail.com

Qua, 11 de Jul de 2012 12:29 am

Comunicação - CNSE-DF

sábado, 7 de julho de 2012

A aeromoça


Como tratamos nosso próximo? As pessoas especiais?
Bom final de semana e fiquem com a coluna do padre Zezinho no jonal correio riograndense. 
Boa leitura!
alexandre e alana

Pe. Zezinho


Um senhor gordo, de cerca de 140 kg, ainda sem sentar-se, esperava providências na entrada do avião. Assim que as portas fecharam uma jovem aeromoça perguntou aos presentes: - Alguém magro está sentado perto de algum assento vazio? Uma mocinha se apresentou e mudou de lugar com o senhor gordo que não cabia na própria poltrona.

O senhor pôde então acomodar-se em duas poltronas. Agradecido, contou a ela que não recebera o mesmo tratamento em outros voos, e ela lhe disse: - Meu pai tem 130 kg e eu faria isso por ele e faço pelo senhor, mas mesmo que meu pai não fosse gordo eu ainda faria, porque sei que o senhor tem direito a um assento que lhe sirva. A companhia não vai me expulsar por ser gentil e justa.

Ela não sabia que ao lado, ouvindo a conversa, estava um dos presidentes da companhia. Dois dias depois o presidente a chamou, teve uma entrevista com ela e a promoveu. - É de funcionários como a senhorita que precisamos. A partir de agora quem cuidará do assunto “pessoas especiais” será você. E não se trata de assunto pequeno: é grande o número de enfermos, crianças, idosos e pessoas com sobrepeso que viajam em aviões. Nem sempre se cuida desse pormenor.

Aquela aeromoça praticava duas virtudes - a justiça e a generosidade. No mundo de hoje são poucos os grupos e corporações que colocam em primeiro lugar a necessidade alheia e só depois o lucro. Aeromoças como aquela jovem fazem a diferença.
fonte: http://www.editorasaomiguel.com.br/correio/edicoes/frame.php?edicao=311

segunda-feira, 2 de julho de 2012

- A ORAÇÃO EM NOSSA VIDA DIÁRIA

  


A oração é essencialmente um diálogo da pessoa humana com Deus, e se dá de modo muito diferente de um diálogo ou uma conversa com um amigo ou pessoa conhecida. Não podemos escutar Deus do mesmo modo que escutamos um amigo, pois, Deus não nos dá respostas assim tão claras como acontece numa conversa entre pessoas. Daí porque muitas vezes nossa oração se transforma  num monólogo.
No nosso estado de viuvez e de pessoas sós, a oração, face aos percalços da vida sozinha, muitas vezes tende a nos conduzir a uma parede vazia, sendo difícil até encontrar uma palavrinha para poder iniciá-la. Não são poucas as ocasiões que acabamos por desistir.
Quando, porém, nos convencemos de que Deus é aquele que nos ama, nós, viúvas(os) e pessoas sós, como contrapartida, somos capazes de dar tudo para ficar com Ele. Precisamos, mais do que ninguém, saber o que Deus quer, para melhor podermos acolhê-lo. E quanto mais estivermos em oração, mais aprenderemos que a sua bondade é sempre maior do que podemos imaginar, mesmo com todos os espinhos do nosso estado de vida.
Caracteriza-se, dessa forma, um verdadeiro encontro com Deus e nesse instante Ele se aproxima e permanece conosco. E nós, com Ele. E esse encontro com Deus acontece não pelos nossos méritos, mas pelo dom da graça de Deus. Como pecadoras(es) nos sentimos aceitas(os) e, por conseguinte, aceitamos melhor a nós mesmas(os).
Na Bíblia e na História Sagrada, essa descoberta ou essa graça é vivida nas peregrinações. Daí porque o Pe. Caffarel, um homem de oração, insistia tanto nas peregrinações e também nos retiros espirituais, que chegavam a durar até uma semana. Essas autênticas caminhadas pelo deserto, conforme testemunho de quem já fez, são fascinantes, embora, às vezes, árduas. Um dia com Deus vale mais do que mil.
Fazer uma peregrinação não significa, necessariamente, fazer uma viagem à Lourdes ou a Fátima ou a outro lugar santo distante. Basta sair um dia de nossas casas e fazer uma visita a um Santuário que nos seja próximo e acessível. Na cidade de São Paulo e, mesmo nas cidades do seu entorno, temos várias opções para isso.
Viver com Jesus, para nós, viúvas(os) e pessoas sós, e chegar a viver em plenitude com a Trindade, na mais perfeita união entre nós mesmas(os) e com Deus, é a nossa suprema aspiração, e seria, conseqüentemente, a nossa maior felicidade. Temos que convir que as orações e devoções que aprendemos ao longo de nossas vidas são importantes, mas não bastam.  Nosso desafio, no atual estágio de nossas vidas, seria chegar a uma oração que é vida.
São João , em 1Jo 5, 14-15, diz que “Nós temos confiança no Senhor e o que pedimos, já é nosso”. Portanto, se quisermos pedir, precisamos, para sermos coerentes com a nossa fé,  antes cumprir a vontade de Deus. Isso não se faz de uma só vez, mas ao longo de nossa existência. Temos que pedir, contritamente, que Ele nos abra os olhos e o coração.
Temos uma variedade imensa de dons e na nossa comunhão fraterna, nesses grupos de Viúvas(os) e Pessoas Sós que nos reúnem, poderemos nos estimular, reciprocamente, para buscarmos de maneira mais eficaz a nossa própria santificação. Seremos instrumentos umas(uns) das outras(os) nessa busca do Reino de Deus. Precisamos, fraternalmente e, a partir da nossa vivência com Deus, abrir os nossos corações de maneira espontânea, sabendo dar, receber, pedir e, no Senhor, recusar. 
Fonte:

M A N U A L   D E   C O O R D E N A Ç Ã O   DA


1ª.   F A S E

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Não espere que os outros mudem. Mude você



Não deixe que a mágoa, a raiva, o ódio e o ressentimento cresçam e façam mal a você. É fundamental rezar intensamente por aqueles que nos agridem, pedindo a Deus que os abençoe. Devemos pedir a graça de olhá-los como Deus os vê. Dessa forma, o nosso coração será capaz de amar e expressar amor.



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terça-feira, 26 de junho de 2012

RETIRO ANUAL OU DIA DE REFLEXÃO





O Retiro Anual e mesmo o Dia de Reflexão, seria para as Viúvas/os e Pessoas Sós, a oportunidade para  conhecer melhor o pensamento de Deus, que nós, dadas as peculiaridades de nossas vidas, conhecemos muito pouco e de maneira fragmentada. Trata-se não de uma falha proposital, mas sim extemporânea.

É o próprio Cristo que convida para essa parada: “Vinde à parte, para um lugar deserto e descansai um pouco” – Mc 6, 31. O que será  encontrado lá?

Certamente uma renovação da intimidade com Cristo. Não somente com o Cristo apresentado pelo pregador. Nem também com o Cristo Eucarístico, diante do qual iremos rezar várias vezes, inclusive à noite. Mas lá encontraremos sobretudo o Cristo interior, aquele que nos fala no  silencio do recolhimento e da oração, para dizer o que espera de nós.
Para que o Retiro ou o dia de Reflexão possa ser maravilhoso, é preciso que todo ano reservemos uma data para dele participarmos. É tudo uma questão de vontade e de disponibilidade. Certamente a presença de outras pessoas viúvas/os ou sós, nos encorajarão para isso. Trata-se, como diz um casal Equipista, de uma “entrevista com o Senhor”.
Não existem regras e nem recomendações prévias. Basta o nosso querer em estar presente e prontos para escutar. É uma disposição puramente interior. Cabe a cada um achar a atmosfera que lhe é própria. Eis que Deus fala a todos, mas de diferentes modos.
Portanto, não nos preocupemos com quem será o Pregador, o local, a distância, o silêncio exigido – etc. O Espírito Santo sopra onde quer. Não façamos, pois, ouvidos de mercador.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A NOSSA REGRA DE VIDA




A Regra de Vida visa, em linguagem bem simples, a eliminar, gradativamente, nossas fraquezas e defeitos, e realçar nossas qualidades, colocando-as a serviço do próximo, para que sejamos cristãos mais autênticos e verdadeiros. Descobrir ou identificar essas fraquezas e defeitos não se constitui em tarefa tão difícil. Basta que sejamos sinceros conosco mesmos. Temos, como todas as viúvas/os e pessoas sós, muitas coisas boas que recebemos de Deus, como dom e graça especiais. Temos, porém, nossos pontos negativos, que podem ser traduzidos por dificuldades, defeitos, falhas, pecados  ou omissões habituais e até freqüentes.
O primeiro passo que precisa ser dado consiste na escolha de um desses defeitos ou fraquezas, para fazer um esforço de superação e crescimento nos aspectos espiritual e humano. É uma atitude que se toma para melhorar algumas de nossas qualidades. É bom relembrarmos que, antes de mais nada, precisamos nos conhecer melhor e saber exatamente o que precisamos mudar.
Uma vez escolhida a Regra de Vida, é necessário que haja esforço e controle sobre a mesma. Por isso mesmo, precisamos avaliar os avanços e recuos, para, se for o caso, mudar ou melhorar a maneira de vivenciá-la. Convém que se inicie a Regra de Vida por alguma coisa não tão difícil de conseguir superar. Uma vez vencida essa dificuldade, escolhe-se uma outra, e assim, de esforço em esforço,  iremos progredindo nesse propósito de vida. A Ajuda Mútua e o testemunho das irmãs e irmãos do Grupo serão muito importantes.
Convém, também, que fique bem patente para todas as Viúvas/os e Pessoas Sós, que não se pretende com esse compromisso de esforço assumir uma Regra de Vida que se transforme numa pedra de tropeço ou coisa do gênero. Baseando-nos com o que acontece nas Equipes de Nossa Senhora, queremos, sim, que seja assumida com seriedade, mas com alegria, realismo e muito espírito cristão.
A Regra de Vida é, pois, um meio ou uma ferramenta para o nosso progresso, devendo, por conseguinte, ser razoável, acessível, flexível (para ser mudada ou adaptada). Busca, como resultado final, construir em nós uma nova pessoa.
No Grupo, no momento da Co-Participação, é bom que seja colocado em comum se temos ou não a nossa Regra de Vida. Não é necessário, todavia,  dizer qual é, embora, entre irmãos, nada seja segredo e um incentiva o outro a alcançar e transpor eventuais dificuldades.

Pistas para escolha de uma Regra de Vida

-         Tenho algum problema de relacionamento com algum vizinho ou membro da Comunidade?
-         Aproximo-me, freqüentemente, dos Sacramentos da Eucaristia e da Penitência?
-         Consigo ver os outros como meus irmãos em Cristo?
-         Aceito, facilmente, pedidos de desculpas?
-         Compreendo que o meu estado de vida não é sinônimo de dor e de sofrimento?
-         Consigo ser alegre e demonstrar isso aos que estão próximos de mim (filhos, netos, parentes, amigos – etc.)?



quarta-feira, 13 de junho de 2012

A meditação é um “degustar” da palavra de DEUS.

 

A meditação é um “degustar”, um ver de modo diferente a Palavra de Deus, levando quem medita a um encontro consigo mesmo e um desejo cada vez maior de encontra-Lo. Aquele que consegue desenvolver a habitualidade na meditação, vê acender, em seu coração, o desejo profundo de conhecer a Deus, seus planos,  suas propostas. Todavia, tudo isso deve ser feito de acordo com a nossa realidade temporal e, de acordo, também, com o nosso estado de vida de Viúvas/os e Pessoas Sós.
Busca-se, através da meditação, comparar nossa vida com as propostas de Deus, tomando as decisões ou fazendo as devidas correções na forma de nos relacionarmos com Ele, de maneira prática e adequada a nossa vida. Essa prática conduz a novas atitudes de fé, de esperança e de amor, porque estaremos sendo ajudadas/os pelo poder amoroso de Deus.
Meditar é enxertar-se em Deus. Quem está começando a fazer esse exercício espiritual, que não é fácil e exige bastante esforço e perseverança, o melhor conselho seria: não desista. Ninguém está isento de distrações e elas aparecem em várias circunstancias. Quando isso acontecer (e vai acontecer com muita freqüência), assim que nos dermos conta dela, voltemos imediatamente nossa atenção a Deus e reiniciemos tantas vezes quantas forem necessárias. Esse recomeço também é um ato de fé e de amor. As distrações, a exemplo das “tentações”, foram colocadas no nosso caminho para que as superemos.

Pistas para Meditação

Escolha hora e lugar adequados. Geralmente, esse lugar é o próprio quarto, onde muitas pessoas tem o seu oratório e as demais condições para se sentir bem à vontade para conversar com o Senhor. Não existe um tempo certo de duração e isso fica a critério de cada uma/um. Geralmente, esse tempo vai entre dez e trinta minutos.
Muitas pessoas, especialmente das Equipes de Nossa Senhora, fazem a Escuta da Palavra e logo a seguir, com base no mesmo texto bíblico, fazem a sua meditação, procurando perceber e se inserir naquilo que Deus está dizendo. Seria uma espécie de comparação de sua vida com a mensagem bíblica. Importante é perceber que Deus fala a cada um de maneira particular, pois, Ele sabe exatamente o que seria melhor para nós naquele dia, naquele instante ou naquela circunstância.
Importante: Converse com Deus familiarmente, isto é, louvando, agradecendo, pedindo, reclamando, desculpando-se. Renove sua fé, faça o seu ato de confiança, demonstre o seu amor por Ele. Essa talvez seja a parte mais importante da meditação: sinceridade, humildade, reconhecimento de suas limitações e de suas necessidades. Deus nos quer como somos.
Terminada a sua meditação (ou Escuta da Palavra e Meditação), faça uma oração de agradecimento, que pode ser um Pai Nosso e uma Ave Maria. Ao longo do dia, não interessa a hora ou local, se em casa ou na rua, retome alguns trechinhos lidos e meditados, para de novo louvar e agradecer a Deus.

Fonte: CNSE manual de coordenação.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

1º retiro das CNSE em Porto Alegre

No dia 22 de novembro de 2009, ocorreu o primeiro retiro espiritual das CNSE, na Casa Emaus. Esta linda casa provincial é da congregação religiosa Filhas do Amor Divino , que acolhe os movimentos e pastorais, nos seus encontros espirituais.





Neste retiro duas comunidades participaram a Nsa do Rosário e Nsa Mãe Adimirável. Na época eram sómente estas duas comunidades na região Rio Grande do Sul, em 2012 já somos 5 comunidades.

Clique nas fotos para visualizar melhor.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Hino de Nossa Senhora da Esperança.wmv

Este belíssimo hino rememora a vinda da imagem de Nossa Senhora da Esperança, trazida por Pedro Álvares Cabra, quando do descobrimento do Brasil. Este vídeo faz parte do acervo das Comunidades Nossa Senhora da Esperança - Coordenadoria Regional de Brasília, DF

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dia de Formação e alegria das CNSE RS

No sábado dia 2 de Junho, estivemos reunidos no Seminário NSa de Guadalupe da congregação Missionários de São Carlos, para aprofundar o estudo do livro " CNSE proposta do Movimento resumo das orientações gerais".
Inciamos com a acolhida do nosso SCE Pe Mauro  e da OE Ir. Nilza, cantamos vem Espírito Santo, para nos iluminar; rezamos a oração a NSa da Esperança e cantamos o hino a NSa da Esperança.
O Paulo da Carmem Lucia (CRR) afirmou que todos estamos aprendendo. E trabalhar com viúvas(os) e pessoas sós é uma novidade. Devemos basear nossa ação na entre ajuda e acolhida. Precisamos na medida do possível notícias dos grupos em andamento para publicarmos no nosso BLOG.
 Todos os coordenadores apresentaram uma parte do livro, na sua maneira, o que foi um grande aprendizado e aprofundamento sobre as CNSE!



No meio da tarde, fomos agraciados com chuva leve, como uma benção de Nsa da Esperança, pois nosso estado sofre com uma estiagem prolongada.



Finalizamos o encontro com uma missa celebrada pelo padre Mauro, que nos motivou a nos deixar levar pelo Espírito Santo na caminhada da vida e do movimento das CNSE!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Os nossos esforços de Oração - Leitura Bíblica


 LEITURA BÍBLICA  (Escuta da Palavra de Deus)

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me para anunciar, aos aprisionados, a libertação, aos cegos, a recuperação da vista, para pôr em liberdade os oprimidos, e para anunciar um ano de graça do Senhor” – Lc 4, 18-19.
Esse trecho do Profeta Isaias foi lido por Jesus na Sinagoga de Nazaré, e, segundo os biblistas, são palavras que se dirigem às pessoas que estão ouvindo e tentando entender toda a sua profundidade. Trata-se, dessa maneira, de um público específico, ou seja, que quer escutá-lo, ouvi-lo, entendê-lo.
Será que esse público não poderia ser nós, das “Comunidades de Viúvas e Pessoas Sós”? Certamente que sim, quer seja nos momentos de nossa vida pessoal (prática diária), como na comunitária, isto é, quando das reuniões do nosso Grupo.
Deus fala-nos por amor e nós ouvimos por amor: Varias perguntas poderiam ser feitas, como por exemplo: De que maneira Deus se faz presente em mim quando ouço a sua palavra? Como  serei capaz de discernir que a mão de Deus me toca através de sua palavra? De que modo minha tristeza ou minha dor, em razão do meu estado de vida (viúvas/os ou pessoas sós) pode ser transformado neste momento? Sou capaz de sentir o calor do amor de Deus renovando a minha vida?
A verdade é que Deus ama-nos gratuitamente e, por causa disso, revela-nos o segredo do seu Ser de duas maneiras: interiormente, nos fala ao coração com suas luzes e suas graças, seus convites e seus desafios; exteriormente, nos fala pela criação, pelos fatos do mundo físico, pelos acontecimentos humanos e pela palavra e pela vida de nossa comunidade. Fala-nos ainda e, principalmente, pela Sagrada Escritura (Pe. Flávio C. de Castro).
Nossa vida é feita de opções, pequenas e grandes, corriqueiras e decisivas. Nossa grande preocupação é não perder de vista os desígnios de Deus. A sua Palavra, que tentamos escutar diariamente, nos eleva e nos faz ver que nossas vidas são, na verdade, vidas sagradas, que desempenham um papel necessário na realização das promessas de Deus. Nossas pequenas histórias são absorvidas na grande história de Deus, lá recebendo o seu próprio lugar.
A Palavra de Deus permite-nos dizer juntamente com Maria: “Ele olhou para a humildade de sua serva. Eis que doravante as gerações me chamarão de bendita,  porque grandes coisas fez em mim o Poderoso, e Santo é o seu nome”. A procura da vontade de Deus e a sua escuta vão exigir de nós, Viúvas e Pessoas Sós, momentos decisivos, que necessitarão de um “esforço”  maior de discernimento. Será necessário até uma reflexão mais aprofundada e uma perseverança que supere, aos poucos, os nossos limites.
A Leitura Bíblica  (Escuta da Palavra de Deus) leva-nos a crescer. Se escutamos a Palavra, deixamos que o amor de Deus tome conta de nossa vida. Vamos viver na verdade e crescer em santidade e na comunhão de vida com os nossos irmãos das Comunidades de Viúvas/os e Pessoas Sós. Seremos, uns para os outros, a própria  palavra de Deus – palavra verdadeira, autêntica e transparente.
Onde encontrá-la? Primeiramente, na Bíblia Sagrada, que é onde se encontra a Palavra de Deus viva. Como complemento, outros livros de oração ou história dos Santos. Podemos reler o texto escolhido, para melhor entendê-lo, bem como anotar algo que nos chamou mais a atenção, para rememorar ao longo do dia.
A “Liturgia Diária”, da Editora Paulus, constitui-se numa preciosa ajuda dessa prática diária.

 Bom final de semana!
alexandre